<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267</id><updated>2009-09-28T22:15:24.048-04:00</updated><title type='text'>Manolo au pays des merveilles</title><subtitle type='html'>Blá! Bla? Blá!?

XD</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>54</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-6105235813687602872</id><published>2009-05-01T06:31:00.001-04:00</published><updated>2009-05-01T06:32:49.816-04:00</updated><title type='text'>Quimera em desabafo</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: Verdana; font-size: 12px; white-space: pre-wrap; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; "&gt;Que o mundo abra alas aos vivos, pelo menos uma vez. Que as mortes sejam apenas faltas e não a perfeição pós reconhecida. Que percalços sejam motivos de aprendizado, não tarjas de vivências, amenidades vivas e destrutivas, excludentes, que o tempo venha a passar sem o stress do momento a aumentar sua presença e fazê-lo parecer um gigante, enquanto é apenas uma figura de sí mesmo capaz de vestir várias máscaras.&lt;br /&gt;Ainda assim, que meus dias, meu momentos, meus entes e convivas não me temam, não me queiram demais, não me queiram de menos; e nisso, admita eu meus defeitos extremos, minhas possíveis amenas qualidades, minhas vidas e almas dentro disso que figura como uno, como simples e que na verdade me corrói, contorce, como a todo mundo, embora desapercebidamente. Quem venham as lamúrias, as alegrias cantantes, os instantes chulos e de gravata abaixo da fronte.&lt;br /&gt;Assim utopicamente, que tal alusão tão parnasiana se concretize e o mundo sejá assim: Tão pesado e tão leve, tão limpo na escuridão e tão sujo em seus..&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: Verdana; font-size: 12px; white-space: pre-wrap; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px;"&gt;...tempos próprios.&lt;br /&gt;Haverão ainda pessoas com o romantismo e vontade de viver, mesmo que como uma desculpa a falta de vontade de outrora. Haverão lamúrias que não passarão de gracejos, momentos que se resumirão em perfeitos beijos; após tal rima, faremos ainda em nossa Terra do Nunca qualquer coisa que nos pertencer, e qualquer coisa alheia vir a ser nossa.&lt;br /&gt;Que a vida seja plena, mesmo com toda banalidade das criações alusivas a vidas, daquelas que soam como plena e total verdade, enquanto creio eu ser algo cuja complexidade seja regida principalmente pela mutação constante e imprevisibilidade.&lt;br /&gt;Que os relógios parem, que as mentes se calem em silenciosa harmonia de mentes, óbvio. Que os corpos não passem de locomoção e o cérebro em tal mundo idealizado roupe nas poesias as referências que no real mundo brega dirigem-se ao músculo coração.&lt;br /&gt;Que sejam perfeitos os erros, erradas as falhas, vivos e lúcidos os medos, e asperos em total maldade a face crua da mente, crente em vida real, em momentos com...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana; font-size: 12px; "&gt;&lt;table class="gorkut-ScrapSlot" style="-webkit-box-sizing: content-box; margin-top: 2px; margin-right: 0px; margin-bottom: 2px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 100%; font-size: 12px; background-color: rgb(239, 247, 255); table-layout: fixed; empty-cells: hide; border-collapse: collapse; "&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="gorkut-ScrapSlotContentCell" colspan="2" style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; vertical-align: top; padding-top: 3px; padding-right: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 5px; "&gt;&lt;div class="gwt-HTML" style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 700px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; white-space: pre-wrap; "&gt;...vivacidade, e que desde nossos simiótivos princípios e em nosso "nos acabar" sejamos impossivelmente sinceros conosco, e em nossa redoma faça-se plena, eterna, linda e lisa, não a beleza, mas acima de tudo nossa noção, mesmo que cruel, de que independe de nós o caminhos do mundo que para todos nós, de forma admissa ou não nos parece ser tudo em função de nós mesmo, que seja crú, maléfico, perfeito, o que quer que seja; que seja real em sua plenitude, e sempre nosso, vivo e mesmo que acidentalmente mundano. Oh mundo, meu mundo, nosso mundo!&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-6105235813687602872?l=zleepwalker.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/6105235813687602872/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=6105235813687602872&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/6105235813687602872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/6105235813687602872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2009/05/quimera-em-desabafo.html' title='Quimera em desabafo'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06467719622741795977'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-3136398336737178717</id><published>2009-02-17T16:48:00.003-04:00</published><updated>2009-02-17T17:05:18.031-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Pois e agora, começará de fato o ano? &lt;div&gt;Diário de bordo datando 17 de fevereiro do ano 2009, e até agora nada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ainda me sinto perturbado pelo festival de atavismos esbravejante que tomará as ruas daqui a pouco tempo. Carnaval...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Batuques tribais, aborígenes em sua nudez ostentada, fazendo com que floresça nas ruas praticamente um comércio de carne em sua prática proliferadora de doenças, musicalidade - já que alguns imbecís convencionáram que tanta merda usa a nomenclatura de música - desrregrada e que até um chimpanzé poderia produzir. Onde me refiro a aborígenes não pense estar eu depreciando alguma etnia, mas toda e qualquer pessoa entumecida mentalmente, anesteziada pelo álcool e o que mais lhe for usual, fazendo parte desta grande peça cultural aculturada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Questiono os logradouros comerciais, em sua parte dirigida às massas, até por que não o deixariam de fazer; entre eles algumas excessões, que fugídias à regra fazem-se apenas musicalmente, enquanto a proposta é ainda a banalização do corpo, da mente - acefalía figurada durando os dias do evento folclórico - desapego para com as rotínas, tanto que fora convencionado como pertencente ao civísmo tais atrocidades intelectuais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Me envergonha viver em um país onde estando o sujeito trabalhando, contata pessoas e ouve aos sete ventos "mas o ano ainda não começou em absoluto, isso só após o carnaval"; ou o mais desalentador, participar de reuniões que marcou ou por conta de outrém cuja finalidade é apenas a ciranda do "vamos-passar-um-tempo-juntos-no-fingir-laboral-mas-só-decidiremos-qualquer-coisa-após-o-carnaval" e todos pretenders da seriedade, e todos cumplices da atrocidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Culturas orientais tendem por base sobrepôr-se sempre. Superação. O Superhomem de "Assim falou Zaratustra" praticamente; logo, perder tempo com tamanho "outing" da falta de esforço e corroboração a impunidade seria para tais cienciosos povos algo digno de extrema ogeriza. Em salvo, não me refiro a toda e qualquer expressão popular, mas a esse espírito supracitado de que o ano só há de começar quando o carnaval passar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não aceito taxações de nihilistazinho de botique, até por que não o sou. Apenas considero obrigação e não regozijo de autopromoção nem pretenção de altruísmo compartilhar minha repulsa a esta alienação tão festejada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;*envergonhado*&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-3136398336737178717?l=zleepwalker.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/3136398336737178717/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=3136398336737178717&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/3136398336737178717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/3136398336737178717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2009/02/pois-e-agora-comecara-de-fato-o-ano.html' title=''/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06467719622741795977'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-7277831644882325444</id><published>2009-02-16T12:35:00.003-04:00</published><updated>2009-02-16T12:37:53.418-04:00</updated><title type='text'>Se houvesse prudência...</title><content type='html'>Intermitente é o fogo da esperança do povo.&lt;br /&gt;Se fossemos regidos pela prudência demográfica,&lt;br /&gt;intermitente seriam as fogueiras com seus fogos&lt;br /&gt;a queimar o povo esperançosamente.&lt;br /&gt;Sem mais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-7277831644882325444?l=zleepwalker.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/7277831644882325444/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=7277831644882325444&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/7277831644882325444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/7277831644882325444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2009/02/se-houvesse-prudencia.html' title='Se houvesse prudência...'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06467719622741795977'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-1847395131306620043</id><published>2009-02-16T10:20:00.003-04:00</published><updated>2009-02-16T10:33:15.961-04:00</updated><title type='text'>Resto d'ontens...</title><content type='html'>Após a ilusão de felicidade fortemente insitada pelo vilão imaterial chamado findi (maneirismo permissivo), caindo novamente na mesmice laboral, resta apenas ao peão remoer os passos dos ontens e rir um pouco.&lt;div&gt;Em meios a conversas a là promoter mixadas com pizzaiolismo e patricinhismo no drink e neologismos seguidos por desnocionismo atado motivado pelo drink do patricinhismo e assim por diante, tal qual uma bola de neve - sem apelações religiosas modernósas, s'il vous plaît! - passaram-se as horas e as obras ébrias tão belas figuram agora todas pela metade. Aqui, fica então minha raiva a amnésia alcoolica quando não sendo para álibi e negação.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;o bom e velho "se eu não lembro é porque não aconteceu, humpf!" tem assegurada valía. Mas e quando de conversas brotam Politzers em potencial, quiçá Nobeis (Nóbéis, víxí méu réi!)?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ah, a memória que de forma abastada reforça amenidades alheias, não reporta respeito algum para com a própria criação - e não venham me dizer que é falta do bom e velho "levar-se a sério" pois respondo com risadinha de puta a là escárnio (risadas de putas são as mais cruéis, não que eu saiba, mas me disseram) - Inda mais quando ao percrutar zonas gráficas alheias infamemente vocês se depara com citações do seu nome ganhando gritantemente metade do mérito de alguma obra lá postada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vou agora lamber minhas botas enquanto a escarradeira está na pia, junto com taças de sangue de Inri Cristo e o resto do fim dos ontems, e tudo ainda por lavar. Ai de mim!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-1847395131306620043?l=zleepwalker.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/1847395131306620043/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=1847395131306620043&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/1847395131306620043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/1847395131306620043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2009/02/resto-dontens.html' title='Resto d&apos;ontens...'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06467719622741795977'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-8318887113144311610</id><published>2009-02-03T11:42:00.003-04:00</published><updated>2009-02-03T12:23:23.329-04:00</updated><title type='text'>Não-Post</title><content type='html'>Tendo em vista meu comprometimento em atualizar este pelo qual vos falo com uma periodicidade mais assídua, me ponho agora a relatarminha falta de inspiração e de noção lógica em encontrar algum conteúdo relevante para apreciação. Sinto-me já, em uma página branca, e nisso não estou encontrando nem pretendendo - diga-se de passágem - figurar aqui como um bloguezinho ínfimo, desses que aterradoramente inundam vossas url's, nisso, pragmaticamente, trago para cá agora uma espécie de não post. Isso, isto não é um post, são apenas letras soltas. &lt;div&gt;Não vou postar hoje, pois não tenho nenhuma idéia do que compor; não tenho o hábito e acho deváras digno de escrutínio angariar posts e notícias batidas de tanto uso em outras páginas. que vocês devem estar familiarizados em diversas outras fontes. Não colocarei aqui tirinhas - até por que este não é um blog com temática adolescente-punheteiro-metido-a-cult-e-buscando-admiração-e-reconhecimento-com-a-imbecilidade-da-profissão-blogueiro. Ufá! *respirando ofegante pelos dedos*&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tendo em vista que acabei de sair de um túnel chamado ótimo final-de-semana seguido por um miraculoso feriado, tendo eles sido proveitosos, haveria eu de compilar historinhas e anedotas do mesmo para aqui floodar? Creio que não. Logo, este meu não post é tudo o que hoje este blog terá de mim. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dentro em breve recuperarei meu viço literário e isto aqui florescerá.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Asta la vista, baby! xD&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-8318887113144311610?l=zleepwalker.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/8318887113144311610/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=8318887113144311610&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/8318887113144311610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/8318887113144311610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2009/02/nao-post.html' title='Não-Post'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06467719622741795977'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-3068571797548089856</id><published>2009-01-30T06:41:00.003-04:00</published><updated>2009-01-30T09:13:42.575-04:00</updated><title type='text'>DESencontro</title><content type='html'>Parado na parada, absorto em leves nuances de pensamentos; visitando paradeiros e afluentes de mim mesmo.  &lt;div&gt;Avisto o ônibus, e neste dia chuvoso e úmido as três escadas se lhe parecem-me tal qual umas doze ou quinze. Subo no transporte e como se induzido pelo conforto do assento escolhido deixo minha mente voar tal agora há pouco, só que desta vez com uma velocidade e desbravações potencializadas fortemente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ouço e declaro afirmações e questões, explicações e remissões, risos e pesares. Converso internamente com meu conhecimento por minha mãe, meu Deus, meu anti-Deus, pessoas e outras gentes menos importantes. Quando repentinamente cai-me o queixo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Olhando para a frente me deparo com algo que fez para mim figurar como se o ônibus agora houvesse parado e ali estivesse apenas eu e: Eu mesmo. Mas como é possível?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Percorro dalí por todo o olhar e pelo que vejo por adentrar tal olhar. Tento assim remexer nas lembranças daquele eu tão aterrador para mim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Será que desfruta dos mesmos interesses e preferências que eu? Por qual parte de um ornamentado café começaria ele e como procederia do fim ao início? Tento desviar-me daquilo, e nisso praticamente me jogo para dentro de mim mesmo, daquele eu em meu lugar. Penso em um espelho, e nisso sou jogado àquela minha outra existência até há pouco desconhecida e percebo que aqueles olhos, fazedores daquele até tão pouco tempo único semblante eram os meus, nada mais nem menos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Passo no que posso até ter me hipnotizado com o auto-encontro (e nisso já me faço questionar se aquele eu também alimenta ogeriza direcionada a tão comentada reforma ortográfica comentada com esmero pela porca mídia.) Vão e vem respostas cálidas e mudas perguntas. Nada de certeza, só a perplexidade permeando meu trajeto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vejo em meus olhos da mente todos os grandes momentos perfeitos e os que eu sempre quis esquecer-me. Terá vivido aquele outro eu por todos os moldes que me fizeram assim? Ter-se-á apaixonado sempre da mesmo forma que eu o fora? Terá como círculo de amizades as mesmas segundas-pessoas que eu, como uma forma de existência minha paralela, conhecedora de vários "eus" de quem me cerca; eus esses também inconsciêntes de suas outras existências. Amores e desamores em formas, traumas deles, lembranças de presenças e sofreres de ausências pelos caminhos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como haveria de ser tão eu mesmo não sendo?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Naquele momento parece que o mundo pára. Alívio permeando todo o âmago transfigurado. Não poderia ser comum nem humano haver dois moldes de tal peculiar eu mesmo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não, não era eu - e nisso como um alívio gritado vem em minha mente multi imágens em riso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não, eu nunca portaria um guarda-chuvas. Pessoa estranha, essa que acabou de descer neste tão incomum ponto. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-3068571797548089856?l=zleepwalker.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/3068571797548089856/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=3068571797548089856&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/3068571797548089856'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/3068571797548089856'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2009/01/parado-na-parada-absorto-em-leves.html' title='DESencontro'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06467719622741795977'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-3123312889395558015</id><published>2009-01-27T15:41:00.002-04:00</published><updated>2009-01-27T15:49:42.052-04:00</updated><title type='text'>E depois?</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Avista teu novo eu, em frente ao espelho.&lt;div&gt;Vide o quanto marcado está&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Acene ao passado, teus eus por lá deixado, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ensine a ti, o que aprender sempre foi impossível: Deixar&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tuas vidas e tamanhos que por lá ficaram,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cabias em pequenas caixas e vitrinas; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;quando nas médias caixas e vitrinas, nas pequenas não mais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;das grandes, ficaram duas para trás.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vistes que o tamanho esterior assusta muito menos?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Porquanto dentro varias ainda extremamente, grande ser, voilà pequeno&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Outrossim, acene também ao incerto, este sim, o mais presente, mais doente...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Doença esta que é o medo, velho amigo, sempre contigo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É sabido há muito que teu ser não o és. Pertinência é figuração.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tardando agora em saudades e dúvidas perguntas "cadê futuro?"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Virá pelos trilhos que tua pena fará possível&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Oh, desenhar tal rumo é tão cansativo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tua visão crua faz doer,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Teus pensares alí a viver e exigir alimento,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dançante ser, de ciranda de vida a ver&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Volte agora ao seio da dúvida, abrace ele&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Agora é sabido que desde sempre a intenção dela era lhe abitar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-3123312889395558015?l=zleepwalker.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/3123312889395558015/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=3123312889395558015&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/3123312889395558015'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/3123312889395558015'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2009/01/e-depois.html' title='E depois?'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06467719622741795977'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-2880649230855317542</id><published>2008-11-26T20:21:00.002-04:00</published><updated>2008-11-26T20:30:27.156-04:00</updated><title type='text'>Neoquestionísmo</title><content type='html'>Ocorre que há tempos venho me impressionando com as coisas que acontecem no mundo, me deparando com mudanças bruscas na minha mente e fora dela - que por sua vez cutucam algo em minha consciência e perhaps no "consciente coletivo" que a literatura chula inssiste em exaltar.&lt;div&gt;Ventos sopram para lados fortemente; algumas vezes mais de um vento de cada vez e nisso, embotado em tal limbo me ví por um extenso período em vácuo criativo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não tendo tal limitação passado para outro distrito, tento aqui, tal uma súplica recuperar minha extroversão e nisso voltar a ao menos conseguir pretender o dom da escrita, o que outrora era um dos meus dotes intelectuais mais brilhantes (cabe agora aquela do " e ele ainda por cima é modesto!")&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nisso, como talvez um grito de libertação - ou então um último suspiro- venho cá nestas modernosas folha + pena elétricas a me explicar para comigo mesmo, nessa ciranda que expõe-se como um relato para outrem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Outrossim, me julgo culpado pela inanição criativa e minha pena é tal ultimato: Ou crias ou então põe-te ao sono eterno literário.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bula: Alterações, retrocessos, avanços e pós-abcessos. Esses modulam-se entre sí como os propósitos existenciais de pronto em minha mente por hora. Agora não mais, tudo muta incessantemente. Possologia desconhecida, posto que em transição frenética, então saquemos as armas do auto-controle e ao penhasco da oratória nos joguemos!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Amém! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-2880649230855317542?l=zleepwalker.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/2880649230855317542/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=2880649230855317542&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/2880649230855317542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/2880649230855317542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2008/11/neoquestionsmo.html' title='Neoquestionísmo'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06467719622741795977'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-1924246273824292484</id><published>2008-05-06T06:38:00.002-05:00</published><updated>2008-05-06T06:48:47.481-05:00</updated><title type='text'>Ad Infinitum Patibilis</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Havia pranto, encanto pouco&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Também espaços, vidas em branco&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;E de verdade havia vento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Soprando a dentro tal sofrimento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Era de paz e luz vivída&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Árida ida, austera vinda&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Enquanto se fazia, vida tal jogo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Era de núvem, forte de fogo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Quem habitava, lá se perdia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Penitenciava, o que não mais existia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Rajada e lufar, soprando má sorte&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Vida jazia em amado sussego, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;O que não existia, não em segredo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Até o limite do que havia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Mundo acaba mundo, desmundo, tal primazia...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-1924246273824292484?l=zleepwalker.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/1924246273824292484/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=1924246273824292484&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/1924246273824292484'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/1924246273824292484'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2008/05/ad-infinitum-patibilis.html' title='Ad Infinitum Patibilis'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06467719622741795977'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-8982197362142255496</id><published>2008-01-07T17:18:00.000-05:00</published><updated>2008-01-07T17:22:29.255-05:00</updated><title type='text'>Inconstância</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Diante aos disparates do tempo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Muda a voz que era muda&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Surte efeito a sorte boa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Enquanto a má ecoa em vôo insano&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Porquanto ainda lembra, a memória vive&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Insiste que se lembra&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Condena a incerteza&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Cobre de mantos áureos a presença que não mais há&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Pelo apreço das horas cegas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Vê-se perdurar as passadas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;De surdos passos de vívida coragem de vida modificada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Sendo mudos e errantes, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;agora isso já não é nada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Perdida em rima breve de quem no momento apenas não quer mais nada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Apenas o presente trazido pelo agora&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Só as boas lembranças do que já passou da hora&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E o nervosismo bom de não saber o que está por vir.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Permite voz assolar o medo qual trovão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Insiste em vós, pois por mim não mais vejo neste espelho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Clamo já pela calma que nunca encontrei&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Revejo o inédito, e me engano que deste final tudo sei.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-8982197362142255496?l=zleepwalker.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/8982197362142255496/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=8982197362142255496&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/8982197362142255496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/8982197362142255496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2008/01/inconstncia.html' title='Inconstância'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06467719622741795977'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-1764264561260244872</id><published>2007-12-29T00:38:00.000-05:00</published><updated>2007-12-29T00:51:50.295-05:00</updated><title type='text'>Desconcerto</title><content type='html'>Tudo está perfeito, nenhum motivo para o desfalecer da mente que por sempre foi traidora; não está diferente agora. Momentos perfeitos, efeitos de bem-estar, nada conspirando contra a felicidade exteriormente. Então, por que é que me sinto assim? Por que é que mesmo tudo estando perfeito estou nesse desespero, neste desconcerto e nem ao menos sei o motivo?&lt;br /&gt;Medo de fazer com que as pessoas se sintam desimportantes, pois não são!&lt;br /&gt;Por que é que minha mente voltou a me trai e fazer com que eu me sinta tao mal sem ter motivo algum pra isso. Só o que reina em minha mente é a vontade de desistir, mas cansei de fazer que se preocupa comigo sofrer. Então o que fazer?&lt;br /&gt;Por diversas vezes no auto-boicote em prática afastei quem me ama e quem eu amo nesse quando me encontro nesse desespero que me consome por dentro e não sei explicar motivos.&lt;br /&gt;Merda é o que sou! Por que é que estou me sentindo assim se motivos nem tenho.&lt;br /&gt;Tento dormir mas minha mente pensa em no mínimo 6 coisas ao mesmo tempo, e nem uma coincide uma com a outra em temática. Tento dormir, sinto-me exausto, mas não consigo. Fico me massacrando pelo simples fato de existir e não estar a contento com isso.&lt;br /&gt;Por que é que sempre volto ao ponto de querer me destruir, mesmo quando tudo está perfeito?&lt;br /&gt;Como agüentar a mim mesmo? E como acreditar que os outros se preocupam comigo se nem ao mesmo nesses momentos eu me preocupo comigo? Por que ser assim? Por que esse reino de Dito me flajela a mente?! Por que é que perco o contato com quem mais tenho apreço, e por que é que só penso em desistir, mesmo tudo estando da forma que para mim seria o ideal, ou estava sendo ideal até ante-ontem?&lt;br /&gt;Acho que estou cansado de minha mente.&lt;br /&gt;Rogo para que isso passe logo pois se continuar não agüentarei por muito tempo.&lt;br /&gt;Tudo está perfeito, menos minha mente que sem motivo algum me remete a pensamento de fim de mim?&lt;br /&gt;Sinto-me cansado de mim. Não consigo desabafar com ninguém pois acho que já dei preocupações demais à todo mundo e já chega.&lt;br /&gt;Clamo por mudança, embora a utopia de acordar lgum dia sem estas diversas almas estarem dentro de mim degladiando-se até o sangue da alma esvair-se por completo.&lt;br /&gt;Não estou sendo humano, mas e o porquê?&lt;br /&gt;Merda de vida nesses momentos!&lt;br /&gt;Por favor alívio, venha logo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"I'm a creep, I'm a weirdo..."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-1764264561260244872?l=zleepwalker.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/1764264561260244872/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=1764264561260244872&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/1764264561260244872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/1764264561260244872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2007/12/desconcerto.html' title='Desconcerto'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06467719622741795977'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-6656524387083757399</id><published>2007-12-06T14:52:00.000-05:00</published><updated>2007-12-06T14:59:24.609-05:00</updated><title type='text'>Surrealismo</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Sim, foi a resposta do abajur verde ao defrontar-se com a cortina - não era de fumaça naquele momento.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;- Oh tu! &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;-Oh eu!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;- Como assim?!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;-Assim é o momento.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Sim, divagavam sobre questões inexistentes, mas a cortina sentiu-se traída pela motricidade que o abajur escondia, mas q tinha. Ao passo que os doze minutos de partida saiam da casa da meia noite o abajur ganhava pernas e braços de metal, com os quais deslocava-se e rumando à maçã do duende nutria-se e sua luz maior ficava, mesmo sem lâmpada alguma. Sim, o abajur cativava, até mesmo o candelabro com seu jeito introspectivo contava anedotas quando vislumbrava luz de abajur verde do canto de sala da casa abandonada. Só quem não abandonava o recinto era mesmo a cortina pois o abajur movia tudo o tempo todo durante seus 15 minutos motores após a meia noite.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Tudo cerrava-se quando a espada da parede - hatori hanzo, sim!- gritava "Lá vem a luz do dia!" então o abajur seus membros perdia, mas sempre ralhava:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;-Maldita burra espada, cortando minha alegria, conFuso-horário que me espanta, só no japão agora é dia!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Fin.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-6656524387083757399?l=zleepwalker.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/6656524387083757399/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=6656524387083757399&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/6656524387083757399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/6656524387083757399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2007/12/surrealismo.html' title='Surrealismo'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06467719622741795977'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-5990979678688980613</id><published>2007-10-06T17:53:00.000-05:00</published><updated>2007-10-06T18:02:51.453-05:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Me faça por hora crer nas pessoas que quero a minha volta&lt;br /&gt;Me acorde agora antes que o pesadelo volte&lt;br /&gt;Pela mão, me puxe do abismo&lt;br /&gt;Joga o sal sobre o sapo que grita comigo&lt;br /&gt;Eu não pedi pra ser assim, queria ser gente, pensar pouco&lt;br /&gt;Ter mente demente. Mas isso é o que me foi reservado?!&lt;br /&gt;És vil, fedes em seu gracejo torpe&lt;br /&gt;Personalidade? Pois sim! És minha derrocada!&lt;br /&gt;Escalar-lhe-ei de camisa de força&lt;br /&gt;Liberto e aos gritos&lt;br /&gt;E que nada nem ninguém me ouça&lt;br /&gt;preciso de afago, não de queixas&lt;br /&gt;Não sou perfeito, graças à mim!&lt;br /&gt;Avista por mim teus prórpios defeitos para que eu não comece a enumera-los à ti&lt;br /&gt;Sê-de baixo, pelo caminho que escolhestes&lt;br /&gt;É ida contínua, e a volta inexiste, só fabula risos infames&lt;br /&gt;E assim e de outro jeito e de qualquer forma vão minhas almas.&lt;br /&gt;Quero mais é que todas se fodam.&lt;br /&gt;Quero olhar pra mim e poder me ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nada mais.&lt;br /&gt;Decepcionante, não?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fodam-se!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;/me ouve Damien Rice - Rootless Tree&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=6rndltmm3oE"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=6rndltmm3oE&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-5990979678688980613?l=zleepwalker.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/5990979678688980613/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=5990979678688980613&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/5990979678688980613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/5990979678688980613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2007/10/me-faa-por-hora-crer-nas-pessoas-que.html' title=''/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06467719622741795977'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-7096742154969408255</id><published>2007-10-01T09:19:00.000-05:00</published><updated>2007-10-02T20:10:52.175-05:00</updated><title type='text'>Isso e mais um pouco também. E porque não?!</title><content type='html'>Advento da noção, espera tão cálida,&lt;br /&gt;Está tudo tão bom que entristece&lt;br /&gt;Aos ávidos por despreocupação, faz-se bíblia.&lt;br /&gt;Pleonasmos redundantes, tal qual o asteamento,&lt;br /&gt;Para cima, logo, de uma bandeira pelo luto do pesar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I quit! Ecoa, mas a permissão não aquiesce, me esconde e muta&lt;br /&gt;Nesse requiem de minha era, me improsto,&lt;br /&gt;Ascendo no riso a là escárnio em sua cara e sigo o rumo&lt;br /&gt;És demais do médio, e por isso te desmereço com prazer, ser humano ímpio&lt;br /&gt;Que cantem os carros, com buzinas satíricas, o som acorda, destila a vida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Intuitos em menções não os tenho, até porque deles não provenho&lt;br /&gt;Já, porquando no agora nada estabeleço aquém de mim mesmo.&lt;br /&gt;Ouve o riso?! O mundo não ouve, se ouvisse iria pra fogueira, vivo&lt;br /&gt;Cadê teus preceitos? Dos meus nunca soube&lt;br /&gt;Lava agora tua pintura sem efeito, e mais do mesmo ainda te consome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça rima com lá lá lá, mas não pretenda "alala"&lt;br /&gt;É só deixar os dias nascerem e ressuscitarem&lt;br /&gt;No jornal folheiam-se portos, teu seguro inexiste&lt;br /&gt;Em tua testa estampados estão porcos&lt;br /&gt;Tua casta te clama&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À ti não me desvendo, só rio, ainda e mais e mais e mais&lt;br /&gt;Por agora me deixo, caio ao mar, sou de chocolate branco,&lt;br /&gt;Abre-se a embalagem, vêm em mim as brisas&lt;br /&gt;Alpes me homenageiam em pleno&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorve o vinho que colore tua porta de voz&lt;br /&gt;Reza piscando luzes de natal em frente ao meio do ano&lt;br /&gt;Da janela vem a vida&lt;br /&gt;A sua ainda não foi plenamente perdida?&lt;br /&gt;A minha não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FIN.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S: Há quem tenha se deparado com a imperfeição que guarnece os bravos pela volta?&lt;br /&gt;Sim, o mundo está se contaminando mais e mais por gente feia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Habemos a ONG: Transformemos gente feia em Petróleo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XD&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;See ya!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-7096742154969408255?l=zleepwalker.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/7096742154969408255/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=7096742154969408255&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/7096742154969408255'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/7096742154969408255'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2007/10/isso-e-mais-um-pouco-tambm-e-porque-no.html' title='Isso e mais um pouco também. E porque não?!'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06467719622741795977'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-7837815033424318591</id><published>2007-09-25T11:45:00.000-05:00</published><updated>2007-09-25T12:02:09.069-05:00</updated><title type='text'>Hãn?!</title><content type='html'>É, e agora reina lá fora o vácuo, óh esquecimento pútrido tal benefeito pelos bichos escrotos. Nem ao menos se iguala à classe da defesa à inocência perdida de uma boa e coerente amnésia alcoolica, não. Definitivamente, é apenas a margem correndo solta como se realizando sua maior pretensão, ser centro. Mas a quem, porquanto demente pátrio enraizado neste paizinho de bosta cernem as decisões cabíveis e as não? Ao povo, sim, ao por mim tão repudiado em bilhões de vezes ao dia, e algumas vezes merecidamente aludidos das formas mais escrutinadas possíveis, e acreditem, as mais impossíveis também permeiam a guarnição a que "deles" sigo a marchar palavras de repúdio e asco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ó memória, por onde andas? Está certo que por cá, nesse mundinho jamais foi deveras apreciada, mas usar tapa-olhos em ambas as vistas é demais, praticamente aquele máxima do "peidei-não-sei-quem-fui" potencializada a ponto do cheiro de pouca vergonha impregnar até nos ossos das bestas que elencam a nação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anyway, repudiozinho-inho-ão, já demarcado, em reverberações entediantes, vamos ao que interessa! Ah, mas o que interessa? À mim, no momento exato que cá neste passado que presenciam em seus presentes nada mais interessa a não ser o momento. - Que momento? - O meu, é claro, pois sim!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem ainda quisera eu parir uma banda, mas algo bom, não mais do mesmo, sei que posso, até por que caso não o fosse, não estaria cá dirigindo a este vazio multi-visitado minhas alucinações gráficas tão polpudas, ou não? - Com obviedade, nenhuma das interrogações se dirigem á voz, ou à tí, pessoinha - qualquer pessoinha, não pensem estar eu falando diretamente à alguém, não insuflarei ego algum aqui q não o meu próprio - - (sim, dois hífens, "vulgo" travessões (aka), por que eu posso). Retomando o não perdido fio:&lt;br /&gt;Estava a pensar, então a elaborar idéias, letras cotidianas - não o seu miserável cotidiano de olhos 3d, mas o meu, e nem queira ver pelo meu prisma sem desprezar sua sanidade, sim, mais uma vez, eu consigo, eu posso, eu sou eu mesmo e você não é Eu mesmo.&lt;br /&gt;Re-retomandoa banda: Quero uma banda, porra!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É isso. Leia este gorfo literário e enjoy the party, dear human.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra dar uma animadinha:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=N64QMKEbJQg"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=N64QMKEbJQg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reforçando a máxima de sempre...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"...Só para loucos, só para raros!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dank Hermann!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-7837815033424318591?l=zleepwalker.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/7837815033424318591/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=7837815033424318591&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/7837815033424318591'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/7837815033424318591'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2007/09/hn.html' title='Hãn?!'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06467719622741795977'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-170322559663343471</id><published>2007-09-16T14:46:00.000-05:00</published><updated>2007-09-16T15:14:12.643-05:00</updated><title type='text'>Noções impertinêntes às razões de quem for ler. (Bula?)</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Pensava eu, há apenas três dias - se não me perco no acerto - postar algo que começasse como:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Agora ecoam os gritos mudos que pelos meus poros se esvaem, ecoa lá fora e dentro do cerne fica só a luz de um quarto escuro permeado por raios..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era algo assim, acho pois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já em atual tiquetaquear que se faz presente, no momento me vi entre gritos que diziam something like this:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(8)&lt;br /&gt;"I could be brown&lt;br /&gt;I could be blue&lt;br /&gt;I could be violet sky&lt;br /&gt;I could be hurtful&lt;br /&gt;I could be purple&lt;br /&gt;I could be anything you like&lt;br /&gt;Gotta be green&lt;br /&gt;Gotta be mean&lt;br /&gt;Gotta be everything more&lt;br /&gt;Why dont you like me?&lt;br /&gt;Why dont you like me?&lt;br /&gt;Why dont you walk out the door! "&lt;br /&gt;(8)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isn't it weird? I think I'm feeling happy, but I don't even know why.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, meio a questões - Lê-se "qüestãs" - não rogo por explicações, até estou conseguindo escrever. Isso soa um tanto quanto "Dear diary", eu sei, mas não é. É capitulo, quiçá seja parte do "facicu". Em mente agora só "Vou bater? Vou matar? Nãããããooo, vou inducá!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que minha realidade está um tanto quanto furtiva, indo à Wonderland, but who cares about it?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Momentos bons. Pânico. Uns de inconstância - sim, isso é muito Eu mesmo- Sucederam-se pelas minhas últimas semanas, mas isso é de uma valia incomensurável; não quero qua alguém pense que agora vim a fazer uso de cá tal sessão de análise ou desabafo cheio de aforismo a là "bonequinho de porcelana". Isto não sou eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejo na rua cinza, griz, mas não aqui, tudo parece tão agora. O agora de antes parece um anti-agora. Venham então os próximos agora(s) em minha direção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interrompemos nossa programação para um anúncio do owner: Não, definitivamente eu não assistí e nem hei de assistir "The Secret".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anyway, delongas sobre o vácuo que é o futuro e o desconhecido sintonizados com menos contraste, partamos para o que realmente interressa e volte-mo-nos de pronto para a arte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LÁ VEM TEXTO E POESIA E CONTO E ODES E BOSSINHAS E ANÕES SEM MÃOS NEM PERNAS FAZENDO CARETAS PARA ANIMAR CEGOS SURDOS E MUDOS???&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NÃO! Em definitivo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá vem algo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh sim - a parte do "É um avião? Um foguete? Um prato de espaguete cedido ao resbalo?" será dispensada. Compreendam a necessidade de mantener certo nível - isso também acerce jargões de todos os tipos, caso alguma dúvida tenha pairado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ei-la:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20 horas em Saturno, vendo as núvens - "vendem-se núvens". Está na placa-, assisto os raios&lt;br /&gt;Não são caras as núvens, prefira estrelas póstumas!&lt;br /&gt;Por quê gritar se tal voz pode acordar o Ouvir?&lt;br /&gt;Retaliações se confraternizam, estejam longe, mesmo sem brilho luzir&lt;br /&gt;Falo de astros, não simples wannabe's,&lt;br /&gt;Estrela escura me veja, De meu planetinha a ti, em um minuto posso me permitir&lt;br /&gt;Seqüestra-me o bom senso, não senso crítico nem senso-ações&lt;br /&gt;Não rí de meus neologismos.&lt;br /&gt;Tuas irrazões têm pra mim toda a razão&lt;br /&gt;Em rima não se esconda, óh estrela, príncipe, princesa primeira&lt;br /&gt;Já é tarde e tua outrora luzida existência já se recolhe&lt;br /&gt;Dorme impávida no leito da lembrança.&lt;br /&gt;Já fui criança - Aqui pareço retomar rima-&lt;br /&gt;Já fui o tempo em todas as faces&lt;br /&gt;Embaixo da terra. Na mente também, mas por cima&lt;br /&gt;Ostenta por mim tua classe, sem luz ainda vejo teus anéis&lt;br /&gt;Não és planeta, destarte agora não luze mais fiéis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sóis o simbulo de mim, óh se sou tu não me sei&lt;br /&gt;A qual pessoa recorro?&lt;br /&gt;Me perco agora, grafia torta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que sabes que o meu jeito é erro, mas sou eu, e apenas eu, por fim.&lt;br /&gt;Valha-me de sua lembrança feita de luz, agora em sono te vejo, te sinto caminhar,&lt;br /&gt;Tenha-me em seus olhos, mesmo sem estar frente a mim,&lt;br /&gt;Chora tua lágrima ao contrário, pois sou teu avesso, te desconheço&lt;br /&gt;És por demais eu mesmo preso a trocar almas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cala agora invejas e saudades, é demais o peso do presente&lt;br /&gt;para o alto ou para baixo é só detalhe, não mais voa, não estagnas, nem ecoas&lt;br /&gt;Entre a eternidade e o tempo elenca a perfeição do que é verdadeiro&lt;br /&gt;Entre o que sou e o que és, só ali, sim, vives!&lt;br /&gt;Exclamo de intenção só no fim,&lt;br /&gt;Parece ser erro mas é o que faço quando sou meu,&lt;br /&gt;E dizem que brilho de estrelas continua&lt;br /&gt;Há brilhos que fazem mais...&lt;br /&gt;Eternidade, és o lugar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-170322559663343471?l=zleepwalker.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/170322559663343471/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=170322559663343471&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/170322559663343471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/170322559663343471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2007/09/noes-impertinntes-s-razes-de-quem-for.html' title='Noções impertinêntes às razões de quem for ler. (Bula?)'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06467719622741795977'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-2258889449425928424</id><published>2007-05-28T15:08:00.000-05:00</published><updated>2007-05-28T19:46:24.679-05:00</updated><title type='text'>Nesses dias</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Olha! Agora passa todo o mundo pela janela.&lt;br /&gt;Lá fora está uma manhã tão bela, mas por quê?&lt;br /&gt;Por quem haveria o sol de luzir, se ao cair da noite ninguém vai sorrir?     &lt;br /&gt;Haveria a manhã de cansar, deixando por si a tarde inteira chegar, e a noite por fim contemplar.&lt;br /&gt;Mas cá, onde o sol não brilha e nem tem graça, na presença do frio que retira o viço e a força, por que é que os fantasmas do tempo deixariam o dia se anunciar de leve?&lt;br /&gt;Breve, leva agora sol minha mente, pra longe, pr’algum lugar donde me machucar não eu possa, nessa bossa que de nova nada tem.&lt;br /&gt;Vê lá, que assim como meus dias se gastam, não sei se por medo ou descaso, sorrir é o que nem consigo fazer.&lt;br /&gt;Clareando, vão mil e dez idéias de ideais se passando, retas em linhas se cruzando e eu ainda sem poder entender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo punho da espada corre o sangue, do passado que apunhalei pelo nome da distância que esse veio a ter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quão será de todo sono a ilusão, ser-se-á verdade ou tema de canção, isso é mais do que eu poderia talvez entender.&lt;br /&gt;Quiçá, o viço das manhãs se refaça, o brilho volte às tardes sem graça e na noite de medo eu jamais volte a tremer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Surgiram os heróis desconhecidos, foram-se embora os famosos bandidos, e mesmo assim não me vejo entre eles, nem ao menos comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantos moinhos hei ainda de ver, quantos infernos ao inverno padecer, quantos meios sem início ao fim verei enrubescer...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde agora, sempre soube o que é a estrada - piada sem graça - calçada de praça tombada, mas no tombo quem se fere sou eu.Desabafo, faz favor de aliviar meu cansaço, se o descaso não lhe chega por acaso, diz pra graça da vida aparecer.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-2258889449425928424?l=zleepwalker.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/2258889449425928424/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=2258889449425928424&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/2258889449425928424'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/2258889449425928424'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2007/05/nesses-dias.html' title='Nesses dias'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06467719622741795977'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-3192581536608470473</id><published>2007-03-17T21:58:00.000-05:00</published><updated>2007-03-17T22:13:21.693-05:00</updated><title type='text'>R.I.P at while, dear phoenix</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;............................Recesso!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;o_x'&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-3192581536608470473?l=zleepwalker.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/3192581536608470473/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=3192581536608470473&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/3192581536608470473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/3192581536608470473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2007/03/rip-at-while-dear-phoenix.html' title='R.I.P at while, dear phoenix'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06467719622741795977'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-4212474861662718917</id><published>2007-01-27T23:52:00.000-05:00</published><updated>2007-01-27T23:56:55.368-05:00</updated><title type='text'>Porque superstição da azar...</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;        Seres animados humanamente, por vezes muito desanimados e crédulos se põem em modo randômico de vida e passam os dias como roletas russas, com suscetividade de atos e ações alucinadas e nonsense. Quase sempre essas mal iluminadas auras carnais se apegam as crenças insípidas, tornando-se assim pessoas insossas. Digo em alto e bom tom: Ter simpatias dá azar, principalmente se o individuo supersticioso as praticar em noite escura de lua nova; dá muito azar! Contra tal azar, só enterrando uma garrafa de cachaça embaixo da casinha de um cusco sarnento, deixando-a ficar por lá até a próxima lua cheia, então a retirar de lá e beber tudo em um só gole. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Diz-se por aí que nem gato preto em noite de lua cheia escapa de tal azar não se redimindo da forma indicada acima; és antipático com a superstição? Então a superstição não simpatiza contigo!&lt;br /&gt;Avistam-se as apostas da casualidade e sobre ela se atira inúmeros maus agouros pra que de antemão fique estipulado o motivo do fracasso.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Gato preto que passa por baixo de escada com uma figa pendurada no pescoço, um trevo tetra foles colado no pelo e um uma pata de coelha na boca (de preferência sem o coelho, mas se o coelho estiver fazendo companhia à perna, melhor que esteja morto, senão a coisa desanda) não vira gato escaldado!&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Refutemos então todos os presságios científicos. Fiquemos com as certezas mitos! São tão mais românticos. Neguemos toda e qualquer ironia em dia de chuva com temperatura de 18 graus; de fato quem as faz acaba sendo atropelado por bonde.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Quem, de maneira aguerrida se apega às intempéries da sorte nunca se perde nos traços tortuosos da vida. Se você apostar em jogos de azar e neles se jogar de forma a deles. Ter sorte nos jogos de azar é a certeza, a dúvida é saber quando o título deixará de falar mais alto e a boa providência retumbará sobre as cálidas derrotas. No giro da roleta a sorte é jogada ao encontro do azar, da roleta sai a bala, roleta pode matar.&lt;br /&gt;Pra isso não acontecer alguns crêem que uma superstição simpática age como antídoto. Se jogar, embriague-se tanto a ponto de não lembrar nada no dia seguinte, assim, poderá fácilmente por a culpa em uma escada a qual passou-se por baixo, um gato preto, um espelho quebrado ou uma estrela cadente ignorada sem pedido. Perdição, caída à superstição!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-4212474861662718917?l=zleepwalker.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/4212474861662718917/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=4212474861662718917&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/4212474861662718917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/4212474861662718917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2007/01/porque-superstio-da-azar.html' title='Porque superstição da azar...'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06467719622741795977'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-116923091909695654</id><published>2007-01-19T13:15:00.000-05:00</published><updated>2007-01-21T16:26:40.003-05:00</updated><title type='text'>Consciência concisa?</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;Sarah Váh casa-se com Al Osama da Silva, no Oriente Médio, casamento este feito pelos pais dos noivos, estes que por suas vezes nunca se viram na vida, mas são fadados a contraírem núpcias. Al Osama da Silva torna-se um marido infeliz e passa a procurar em várias outras – harém- uma suposta satisfação, fazendo de Sarah Váh seu capacho pessoal, humilhando-a, espancando-a e tirando qualquer sopro de vida própria de tal. O que aconteceu a eles é algo que têm que aceitar pois foi resultado de suas escolhas tal infelicidade. Pois sim!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;Há algumas décadas uma cidade industrial sem nenhuma expressão política em uma ilha de gente amarela de olhos puxados é atingida por uma ogiva nuclear – vulgo Bomba atômica, para os íntimos.&lt;br /&gt;Todo o ocorrido com cada cidadão foi culpa de suas escolhas e anseios pessoais. Escolheram câncer, gangrenas seguidas de amputações, deformidades, mil anomalias e outras delícias destas para si e seus descendentes? Claro que sim!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;Um casal resolve se separar – Oxalá fossem Sarah Váh e seu dedicado marido, mas esses não o podem. Quanto a separação também não me refiro a irmãos siameses nascidos na ilha acima aludida – apenas mais um casal comum, daqueles que têm em suas rotinas uma guerra; compartilham um filho – ignora-se a idade – que por vezes é aliado, outras inimigo; isso quando não lhe recai o fardo de espião ou sabotador. Suponhamos que tal casal se separe e um, ou ambas as partes comece a fazer maldades para o rebento com o intuito de atingir o (a) ex, então com base nas afirmações fica claramente óbvio de quem é a culpa pela desgraça diversamente escrutinada que o descendente tem por vida: O próprio. Tida a máxima de que todo e qualquer mal que se passe em vida é decorrência de escolhas e ações do mesmo âmbito, sabe-se de pronto que o infeliz sofre e o merece por ser parte da cadeia trilógica. Quem mandou ter nascido? Não nasceu porque quis? Agüenta!&lt;br /&gt;Insuflou-se o ego da sumidade que defendia tal tese sem questionar , vede bem, é generalizada. Mas afinal de contas, pensar não é dolorido demais? Brindemos então tal cegueira desnocionizada do Dr. Sig! Lacan que se exploda! "O inconsciente determina a consciência? Ora bolas!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;Na ciranda da banalização da vida e existência banalizou-se os inícios e fins. Os meios não se declaram mas garanto que fedem; mas o cheiro se dissipa ou pelo menos disfarça com pão, vinho, algumas "aleluias" e diversidades sacras que mais enchem o sacro do que o saco de sacrilégios que se fomenta mais e mais. Não esqueçamos também a contribuição amiga para Deus pagar seu aluguel. Deus, multi assessorado por seus subservientes da boa fé mantêm suas casas e cada vez adquire mais, portanto, quanto mais contribuintes houver, melhor será. Camisinha? Assim nascerão menos! Casamentos homo gêneros? Assim não nasce nenhum. Padres se casando? Mas e se a família tomar posse dos bens da sagrada Besta (Lê-se Papa)?&lt;br /&gt;É, já se viu alguma empresa de cartões–de-crédito fomentando a massa socialista? Não. Melhor a desigualdade que lhes financia e engorda os cofres.&lt;br /&gt;Como são as empresas de cartões-de-crédito são também as igrejas. Hei de sugerir a criação do Jesus Card International. Opa! Ei de lembrar-lhes que no décimo quinto dia o Senhor retirou de sua santa carteira um protótipo de cartão e o batizou como tal, dizendo logo após: "No futuro o homem saberá que todo o mal e desgraça que incidirem em suas vidas terá sido por culpa única e exclusivamente do próprio; mas como minha benevolência não tem limites darei-lhes Jesus Card International para que possam organizar e conviver melhor com seus pecados. Pagarão penitência de vinte ave-marias em dez vezes com juros baixíssimos qu serão cobrados junto a mensalidade dizimal. Agora, desfaça-se a luz, desliguem-se as câmeras e me deixem só pois descansarei!"&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;- Jesus Card International, aceito em todo o território do criador.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;- Em breve o inovador e sacro programa de milhagens e pontos, comece já a pecar mais e garanta pontos suficientes para trocar por um abate no preço de seu terreninho no céu!&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-116923091909695654?l=zleepwalker.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/116923091909695654/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=116923091909695654&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/116923091909695654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/116923091909695654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2007/01/conscincia-concisa.html' title='Consciência concisa?'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06467719622741795977'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-116859992884530289</id><published>2007-01-12T06:02:00.001-05:00</published><updated>2007-01-12T06:05:28.846-05:00</updated><title type='text'>Ademais, nada mais.</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Alvejai o ópio&lt;br /&gt;Com a arma do ódio&lt;br /&gt;Proclamai a morte&lt;br /&gt;Perca teu viço e tua sorte&lt;br /&gt;Derramai moral&lt;br /&gt;Poetinha vil&lt;br /&gt;Ex-fenomenal&lt;br /&gt;Porquanto ainda existiu&lt;br /&gt;Lava tua voz&lt;br /&gt;Tua cara nem ouço&lt;br /&gt;Di-me quão atroz sois&lt;br /&gt;E de ti não mais posso&lt;br /&gt;Brindo a desventura&lt;br /&gt;De paixão perdida&lt;br /&gt;Faça tudo errado&lt;br /&gt;E ponha a culpa na vida&lt;br /&gt;Agora que o medo&lt;br /&gt;Devora-te a alma&lt;br /&gt;Guarda meu segredo&lt;br /&gt;E vê se dessa vez não falha&lt;br /&gt;Ou ralharei contigo&lt;br /&gt;Isso não é bobagem&lt;br /&gt;Redimo-te e presenteio&lt;br /&gt;Com o torpor da eternidade&lt;br /&gt;Agora que estás forte&lt;br /&gt;Tendo o pão comido&lt;br /&gt;Agora que sorri&lt;br /&gt;Achando ter vencido&lt;br /&gt;Vá com tua turma&lt;br /&gt;Sem pedir razão&lt;br /&gt;Esqueça minha alma&lt;br /&gt;Devolve minha solidão&lt;br /&gt;Já que farei parte&lt;br /&gt;Só do teu passado&lt;br /&gt;Já que assim parto,&lt;br /&gt;Pelo quente asfalto&lt;br /&gt;Queime sol, meus pés.&lt;br /&gt;Só assim vou parar&lt;br /&gt;Seca sol: minha dor.&lt;br /&gt;E nunca mais me deixe sonhar&lt;br /&gt;Eu que sou tão fraco&lt;br /&gt;Em toda minha força&lt;br /&gt;Nas cenas do futuro&lt;br /&gt;Cerre agora a cortina&lt;br /&gt;E que mais ninguém me ouça.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-116859992884530289?l=zleepwalker.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/116859992884530289/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=116859992884530289&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/116859992884530289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/116859992884530289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2007/01/ademais-nada-mais_12.html' title='Ademais, nada mais.'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06467719622741795977'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-116842586049401403</id><published>2007-01-10T05:41:00.000-05:00</published><updated>2007-01-10T05:44:20.516-05:00</updated><title type='text'>Inquisição anti-humana</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;color:#ffff00;"&gt;Moralistas pregam as leis a serem seguidas, se esquecendo que nenhum material ambulante segue tudo a regra sem nunca aderir ou ser persuadido por fatores exteriores. Tudo influi em tudo, e nada passa ileso ou totalmente integro.&lt;br /&gt;Uma idéia se torna outra em simples frações quase que nulas de segundo, mas a quase nulidade já é algo e não um vazio – este que por sua vez tende a ter exacerbada credulidade em fé, mas que pouco se sabe de tal. Para todos os efeitos, para todos os desafetos baixamos a fronte e acatamos as leis, sendo elas terrenas ou até mesmo de natureza não táctil – como os surrealismos de crenças religiosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Wonderland tudo seria perfeito, não fosse pela carga existencial desse Tudo que fez com que a totalidade fosse vislumbrada na obra como um caos. Bem, para os de lá aquilo é praticamente a mais adequada das realidades, até por que não sabem da possibilidade de outra, ademais os “quiçás” de um ou outro sonhador, como aqui. Esta é a realidade perfeita, de múltiplas concepções e idealizações. Aqui o inferno e paraíso são a  mesma coisa, muda-se o prisma, mas não a realidade e tudo é igual. Tudo é perfeito e tudo é desastre.&lt;br /&gt;Não rogo pelo conformismo, longe de mim fazê-lo - mas também acho que a revolta deve ter motivos detalhadamente perfeitos e bem explicados, até mesmo para cada um dos que não acham que tudo está certo. Então nisso, vejo pelo menos para mim que a única forma de se mudar algo é mudando, dentro de si, não passo a passo, por que a demasiada calma é estagnante e dura. Mas abruptamente invencionista. Todos têm o poder de fazer tudo, mesmo que apenas na resolução surreal, como sonhos. Mas transpassar isso para a realidade é fato deveras simples. Basta mudar a forma de encarar e ver as coisas, fazer por si e não cair no costume de aceitação totalitária, pois isso é câncer de vida. Hora após hora, minuto após minuto, mas tudo sendo feito como a real unidade por guiá-los?! Oh, isso é a maior macaquice que há, daqui a pouco dirão que comer merda faz bem e que se comer um pouquinho de cada vez nem se sentirá o asco; um pouquinho de merda de cada vez e tudo se resolve? Não! Tudo de uma vez só. &lt;br /&gt;Mudanças de uma vez só. Por isso que nenhum humano real até hoje conseguiu mudar porra nenhuma, e por isso a necessidade do credo em superiores que muito fizeram e que até mesmo modificaram tudo as suas voltas. Oras, mas até assim não eram eles normais, parte do que todos são. Não eram completamente humanos e os que foram não passam de especulação e teses maravilhadas e utópicas como sendo um arremedo do que se é no real, como sendo eles um esboço da perfeição. Tal ideal realmente é possível? Não seria melhor, mais palpável crer em perfeições – mais ainda: “quase perfeições” – mas não de forma completa, mas sim em partes específicas, como máquinas, cada uma tem a melhor peça que existe e por isso faz o melhor trabalho, com o melhor desempenho e produção. Várias unidades bem executantes do que se propõe forma um todo quase perfeito ou com a junção de potenciais diferentes resultando uma máquina excepcional.&lt;br /&gt;Tende-se a crer em tudo como forma de reclamação e contentamento com as limitações, por isso acredita ou se admira demais super-heróis, entidades extra-humanas e outros embustes que fora do mundo literário ou cinematográfico é apenas piada não cabíveis, e mesmo se fosse cadê estrutura para comportar tais qualidades? Somos humanos – nem todos agem como tal, mas para exemplificar fica mais fácil assim – e nisso temos que conviver com limitações e as enfrentá-las como em guerras. Batalhas existem, mas sempre para enfatizar e suprir egos enormes e satisfazer ambições egoístas, e nunca até hoje tomadas como aula de garra, persistência, coragem, segmentação e sedimentação de ideais positivos e altruístas – egoísmo demais faz mal, altruísmo demais é utopia, logo, se deve ter as duas coisas em suas respectivas dosagens. Como se, por exemplo, cada parte do corpo tivesse uma voz ativa: A boca tivesse vontade própria; os olhos idem, as orelhas e outras partes assim por diante, ibidem; e elas pelo intermédio do controle de execução, cérebro, dessem comandos esparsos e egoístas e nisso guerreassem entre si. A boca ordenaria mais energia para si para trucidar alimentos mais consistentes e ter mais tônus e vivacidade para a sedução; as orelhas interessadas na espionagem de tudo à volta também comandariam o cérebro para que seu potencial fosse aguçado; os olhos por sua vez fariam algo similar, assim todas as funções em conflitos egoístas entrariam em batalhas, mandos e desmandos e assim a catástrofe estaria formada. A batalha da hipotrofia contra a hipertrofia no campo corpo humano.&lt;br /&gt;A unidade corporal é algo que transcende a atavismo e por isso o organismo corporal humano funciona tão bem; quando há disfunções, simplesmente adoece.&lt;br /&gt;Se pessoas encarassem a existência como unidade – não digo que todos se amem, isto seria hipocrisia, há diferenças. Mas trabalhassem juntos para o bem de todos e deixassem cada um conciso em si com paz para tal – tudo fluiria de melhor forma.&lt;br /&gt;Mas vaidade, oh vaidade, existes. Obesidade também, e muitos lutam contra ela com sucesso, talvez por vaidade...&lt;br /&gt;Mas preguiça, também existe. Mas muitos a ignoram ou então têm preguiça de pensar em outra forma de vida.&lt;br /&gt;Assim o que vejo é que tudo faz parte de tudo – sem bancar profeta do óbvio ou fazer discurso de miss – toda a existência é intrínseca do que existe e há reciprocidade de noção disso entre as partes, apenas precisa-se atentar-se aos fatos e ideais, abrir os olhos e fechar a boca de vez em quando.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;A quimera seria tal que o mundo entraria em colapso, pois nada mais haveria para ser feito ou então se mudaria constantemente o ideal regente de perfeição. O que há; o que existe, o que existiu e o que existira será sempre perfeito para o momento vivido.A única dúvida que tenho é se as pessoas têm a iluminação suficiente para perceber tal. Ou então é mais conveniente reclamar de tudo e todos? Ralham com tudo, culpam a todos e só por meio desse pandemônio conseguem sentir-se vítima; e mais uma vez, só assim conseguir tal explicação de vida frustrada para a bobagem lúdica aludida em tomos religiosos e ideológicos criacionistas que para nada mais servem do que culpar de maneira suave alguém pela existência e nisso sentir-se bem com tudo por não ser satisfeito e não se satisfazer com nada. A frustração não admitida é o mal. Basta admiti-la e tudo se dissipará.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-116842586049401403?l=zleepwalker.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/116842586049401403/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=116842586049401403&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/116842586049401403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/116842586049401403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2007/01/inquisio-anti-humana.html' title='Inquisição anti-humana'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06467719622741795977'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-116793266420370296</id><published>2007-01-04T12:40:00.000-05:00</published><updated>2007-01-05T22:31:14.786-05:00</updated><title type='text'>Ogros</title><content type='html'>Lá estava o grande fanfarrão com a cabeça descansada sobre o denso galho da enorme sequóia que vira a vida inteira nos momentos de desabafo mudo após os trágicos momentos de felicidade irradiante que houve sempre de cessar abrupta e infelizmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá, mais uma vez, ciente de que nada nunca tomava a figura da ultima prova, ele pensava e sentia a dureza do galho que servia como um aviso de vida em sua mente, mesmo que precisasse sentir à árvore um sentimento intrínseco a sua própria vida, tamanha naturalidade com que o tempo lhes fez por passados lhes fizeram mais do que simples protagonistas de uma vida, os tornara um. O ogro de sangue e a árvore de sanguínea seiva latente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disseram-lhe durante sua última desventura que ele portava-se de uma maneira que não concordava com sua forma. Afinal de contas, ele tinha alguma forma?! Era ele um ogro, sim, de nascimento – abstêmio às classificações formes de ogros com o qual o folclore se firma, ele não parecia com um, pelo menos não fisicamente, apenas na essência e ciência de sua natureza, e talvez – acreditava ele mesmo que os outros dos seus discordassem em alguns momentos – em algumas ações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se davam o direito de duvidar de sua natureza, ele filho de um ogro e de uma ogra, que por isso mesmo cresceu sozinho ao ermo, apenas com a sombra e a dureza da árvore para lhe acariciar. Ele, que sempre matava animais como fazem os répteis, ursos, e leões, com total naturalidade e sem nem ao menos cogitar crueldade, era natural a crueldade, mas não intencional, era simplesmente sobrevivência e deleite.&lt;br /&gt;Sim, sabia que não era verde, sabia que não era tão forte e desproporcional, mas também se julgava retardado e bonachão como os seus. Os céus hão de sempre convir, ou então não era ele um bravo guerreiro da mata e da mortal urbe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que lhe haviam dito era tamanha maldade que nessa obviedade já lhe figurava como inverossímil. Não era ele filho de um ogro e de uma ogra? Mas como não? E por que contaram-lhe só agora. Quem seriam seus pais? Oh, havia corrido para longe antes que chegassem a esta parte da história; mas sim, não podia ser real, não era fato, era apenas uma afronta provocativa e cruel, como todas as outras as quais fora submetido pela simples crueldade de seus pais que faziam isso com naturalidade à todo mundo pois achavam isso divertido, mas não, se não eram seus pais; seria ele realmente inato dos que os criaram? Mas eram ogros, e ele também era, sempre fora. Agora longe e na sua confidente que sempre assentia consigo ele rogava por lucidez, também praguejava e queria desmantelar um barril de chopp e sorve-lo por completo em um único gole. Foi o que fez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegou a sua toca em silêncio, pelo menos no mais perto disso que pode um ogro conseguir. Foi até a cozinha e como não ouviu barulho algum no lar deduziu que estava só em casa. Foi até a adega e de lá tomou nos braços um barril grande de chopp. Foi para seu quarto e lá bebeu tudo rapidamente e deitou-se na cama de barro e palha. Quando começava a cochilar ouvir sons na toca e soube que haviam voltado. Foi até a sala e lá encontrou papai e mamãe. Dirigiu-se à eles e enfim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Não quero ouvir nada, a não ser o que vou lhes perguntar. Nem mais um quarto de palavra vou ouvir, e nem vocês, por hora. – baixou os olhos com medo dos olhares que sempre eram perversos e inclinou-se a pergunta – Se o que vocês me disseram antes realmente é verdade, então, quem são meus pais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ó, isso nunca lhe escondemos, pensamos que embora fosse novo você sempre tivesse a consciência de que não era realmente nosso filho. Sempre dissemos e o tratamos como tal. Ou você acha que nosso comportamento e linguagem era apenas coisa de nossa natureza? Filho da puta, isso sempre esteve presente em sua criação, não? Pois és de fato filho de uma puta. Essa por sua vez foi morta logo após seu nascimento por seu pai, ele havia deixado a prisão havia apenas 5 horas, em condicional, você foi concebido em uma visita de sua mãe à cadeia. E seu pai estava lá há muito tempo, por motivos de dois dos inúmeros crimes que cometeu. Essa é sua história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após ouvir isso o jovem continuou de cabeça baixa e de súbito começou a rir, e mais e mais, ao ponto de ficar sem ar e vermelho – nem quando ria ficava verde, não era evidente que não era filho dos supostos pai e mãe que ali estavam?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Vocês dois, aqui, me criaram por quê? Pena? Hobby? Criação pecuária humana? Tédio?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Simplesmente criamos. Filho da puta bastardo! – respondeu o velho ogro sorrindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E sempre me disseram, não? – Sorria – Mas quanto ao engano, o que me dizem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Engano? Diga qual!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não sou eu um ogro e dos piores? Por minha herança genética, meu sangue, minha luz. Foi me dado o direito de ser tão ogro quanto vocês. Dêem cá um abraço, pois vocês são meus pai e minha mãe. E aqui entre nós. Vocês não são tão ogros quanto dizem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Somos sim, por pura diversão acabamos de voltar da floresta, aonde derrubamos sua amiga árvore e a fizemos em pedaços. É tão bom espezinhar você, mas isso é amenidade, voltemos ao abraço, filhote – disse a ogra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Certo – abriram os braços e se abraçaram todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O jovem foi até a frente da toca aonde estavam os pedaços de sua árvore e lá fez duas estacas com a madeira e voltou para casa aonde encontrou os pais bebendo, pegou os pais pelas costas, enfiou uma estaca na jugular de cada um sorrindo e depois deu uma cabeçada muito forte em cada um para que apagassem; os dois desfaleceram ali naquele mesmo momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nunca mecham com a arvore de um humano só. Ainda mais se esse humano tem convicção de que é mais ogro do que qualquer um. O sangue falou mais alto, digo, a seiva. E hoje, habemos churrasco!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-116793266420370296?l=zleepwalker.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/116793266420370296/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=116793266420370296&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/116793266420370296'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/116793266420370296'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2007/01/ogros.html' title='Ogros'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06467719622741795977'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-116619285696645697</id><published>2006-12-15T09:26:00.000-05:00</published><updated>2006-12-15T12:59:00.870-05:00</updated><title type='text'>Chears!</title><content type='html'>Deplorável é o pensamento dos crédulos de que Tartufo decidiu viver em definitivo naquele país cinza do velho mundo.&lt;br /&gt;Sem austeridade de limpas folhas, o herói de burgos após demarcar suposta residência européia resolveu excursionar por entre os mistérios do novo iMundo (copyright à parte, a graça me convém) de deméritos infames e anciões, corrente de vaidades lascivas pré-vindas da junção de tudo um pouco de todos e muitos exemplares da pior estirpe de diversos lugares. Cosmopolismo vergonhoso!&lt;br /&gt;Então, Tartufo, antes majestade em sua área, viu que aquele lugar entre mar e lagoa tinha tamanho potencial que se por ali permanecesse tão logo haveria de chegar o dia em que o fedor da pútrida hipocrisia e infâmia dos moradores locais o faria sentir-se livre dos estigmas os quais Molière o subjugara amaldiçoado por entremeio da eternidade - ao detalhadamente expor sua constituição psicológica.&lt;br /&gt;Neste lugar, pátrio de injúrias, pré-conceitos e demasiados outros atributos provenientes da ignorância, qualquer déspota, genocida reformado, filho-da-puta de diversas especialidades per findadas sentem-se em casa. Porquanto, nihil muda na essência existencial deste pardieiro infeccioso e transmissivo tido como península. Pois sim, ai de mim! Contrariá-lo-ei até o fim dos tempos, espírito insólito da hipocrisia! Mesmo que venhas a pretender que por sobre mim recaia o infame manto-de-força da sanidade deficitária.&lt;br /&gt;Visto tudo, na fuga do espírito local – lede &lt;em&gt;Hipócritus&lt;/em&gt; – admito quão pitoresco é o local; geograficamente pensando. Mas fede demais o povo. Tartufos potencializados em um milhão em suas almas. Seguidores do orgulho em ostentar ignorâncias várias. Ruminantes diversos do escárnio da desgraça alheia.&lt;br /&gt;Embora nem todos estejam enquadrados neste retrato, ele é ainda fiel a realidade da maioria. Dos que sobram, classificam-se como: Pouquíssimos nobres de espíritos e vários medíocres praticantes da dança da estagnação mental, que em vida rumam constantemente ao lado dos podres.&lt;br /&gt;Oxalá eu estivesse errado. Quiçá fosse engano! Desafortunadamente sabe-se que não o é.&lt;br /&gt;Celebrem com ostras e mexilhões esta infâmia e bradem suas fezes verbais com orgulho e não esqueçam das taças de curare para sorverem e morram nas fogueiras nas quais os poucos que se salvam vos enchergam.&lt;br /&gt;Without Ivory and gold. With a lot of damn bullshit!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-116619285696645697?l=zleepwalker.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/116619285696645697/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=116619285696645697&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/116619285696645697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/116619285696645697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/12/chears.html' title='Chears!'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06467719622741795977'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-116230318166491164</id><published>2006-10-31T08:57:00.000-05:00</published><updated>2006-11-06T12:55:35.680-05:00</updated><title type='text'>Gracejos de uma despedida</title><content type='html'>Aquele era um dia daqueles em que se precisava acordar antes do mundo.&lt;br /&gt;O rosto composto quase que por completo sono desfigurador frente ao espelho lhe dava bom dia e lhe trazia arrependimento por tantas carteiras de cigarro fumadas, garrafas de whisky, lagrimas seguidas por fortes contrações da face, sorrisos desperdiçados com meros ambulantes anônimos que elencavam sua rotina.&lt;br /&gt;Fez a barba com a lâmina acariciando sua face e deixando-a com aparência alva e limpa.&lt;br /&gt;Entremeados por bocejos na expectativa de um gole de whisky fazia a barba, a tremedeira foi tamanha que chegou a cortar-se com a navalha.&lt;br /&gt;Lavou seu rosto como que para esconder sua face e vestir a cara que sua mente pretendia de si. Era de melhor grado.&lt;br /&gt;Foi para a cozinha no silencio que necessitava para não acordar os fantasmas que sua família havia deixado por ali desde a noite anterior quando de súbito foi viajar. Pegou uma xícara de café frio, colocou no microondas e ao retira-la acrescentou uma dose de whisky. O café da manhã de campeão era imprescindível para aquele dia o qual se sabia obstinado há vários invernos atrás.&lt;br /&gt;Sentou-se na mesa e contornando quase meia hora debruçado sobre a mesa com papel e tinteiro escreveu. Pegou um envelope pardo e colocou o anúncio dentro.&lt;br /&gt;Saiu de casa caminhando lentamente pela rua, apreciando tudo o que praticamente havia se esquecido da existência, tal qual pássaros piolhentos que davam esplendidos rasantes; mendigos que não se sabia se estavam vivos ou mortos, mas pouco importava, só serviam mesmo para que o paisagismo fosse mais magnífico devido ao contraste que proporcionavam naquela rua; carros que soltavam fumaça cinza com cheiros desagradáveis que tanto apreciava quando era criança, quase tanto quanto o cheirinho de gasolina ao abastecer; cheiro de gente recém acordada cheirando a estresse-rotina-pressa-preocupação- o qual o fazia rir, pois essa a muito não era uma realidade que conhecia.&lt;br /&gt;Por fim chegou ao final da sua rua, aonde encontrou uma caixa dos Correios aonde depositou aquele pergaminho moderno que havia sido elaborado com a presença de sorrisos, lágrimas, urros e risos consternados sem nenhuma preocupação com o clichê seguido pelos demais como sendo a santa sanidade. Voltou para casa e foi para seu quarto.&lt;br /&gt;No final daquele mesmo dia chegam a casa sua mulher e filhas. Ainda na porta a mulher de conhecimento ostentado com ar de superioridade envolta pela echarpe do elegante anestesiamento de vida se inclina e junta do chão uma carta datada do mesmo dia, de remetente anônimo. Abre-a com certa irritação pelo fator incógnito, retira da bolsa seus óculos enquanto as duas irmãs enfileiram malas pelo corredor – obviamente eram muitas pois havia passado quase 24 horas longe de casa. Três mulheres, suas nécessaires e roupas que deveriam acompanhar o humor que houvessem de portar em cada momento.&lt;br /&gt;Ela começa a ler a carta enquanto um rubor vai tomando conta de sua face, o sangue em seus olhos se aquece, enquanto as duas irmãs percebem, mas dando de ombros continuam na via sacra da futilidade. Então, com lágrimas dançantes e soluços a carta começa a ser anunciada:&lt;br /&gt;“ Não sei quem lê esta carta no presente momento, mas caso seja minha caríssima esposa peço desde já que se acalme e siga minhas instruções. Caso seja minha filha mais velha, peço desde já que devolva a carta para sua mãe pois é falta de educação arrancar coisas da mão das pessoas, mesmo se tratando de sua arrogante mãe. Caso seja minha filha mais nova, gostaria de ter certeza de que realmente és minha filha, mas não o tenho, portanto, que assim seja; devolva a carta para sua irmã mais velha para que esta por sua vez possa devolve-la à sua mãe acompanhada por uma pedido de desculpas que não espero e sei que não haverá de ser sincero pois sinceridade é algo com o qual nunca me deparei na presença de vocês.&lt;br /&gt;Peço que chamem imediatamente nossa empregada, e, por favor, não acreditem quando ela lhes disser entre lágrimas que mantivemos um caso por mais de vinte e cinco anos em segredo, o qual resultou duas filhas – embora seja mentira o que ela lhes contará ainda acrescento que aquelas meninas não são minhas também. - peça que faça a limpeza com esmero e que pelo menos desta vez não me xingue como a um cão. Enquanto ela não chega, por favor, peguem baldes com água sanitária, panos (muitos, muitos mesmo.), e o vidro de chanel nº 5 de minha excelentíssima esposa para expurgar com estilo o cheiro de defunto deixado no quarto, pois aquele poodle que sempre odiei deve estar fedendo mais do que o de costume. Fui embora e não pretendo mais voltar. Pode me difamar à vontade!&lt;br /&gt;Subiram as três as escadas trovejando elogios tais como “filho-de-uma-cadela-puta” “bêbado recalcado” “inimigo dos animais... digo... Veado dos infernos” “maldito desgraçado” “ignóbil retardado!” “Te odeio”. E outros clamores ao suposto fugitivo familiar.&lt;br /&gt;Quando a porta se abre o que se vê é um poodle amarrado pela coleira de um lado da cama e muito sangue, mas de súbito o poodle se acorda e nota-se que aquele sangue não era dele. As três então fazem a volta até o outro lado da cama e encontram o querido e adoravel ente com ambos os pulsos cortados, várias cartelas de remédios controlados esvaziadas e com o crânio perfurado por um tiro.&lt;br /&gt;Nunca se soube se o que se ouviu foram a potencialização progressiva dos gritos de desespero, gritos em constância ou se foram risos e gargalhadas. A mosca não acompanhou a história toda, pois ficou ansiosa para contar a todo mundo o que havia presenciado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-116230318166491164?l=zleepwalker.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/116230318166491164/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=116230318166491164&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/116230318166491164'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/116230318166491164'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/10/gracejos-de-uma-despedida.html' title='Gracejos de uma despedida'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06467719622741795977'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry></feed>