<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267</id><updated>2011-11-27T19:52:50.460-04:00</updated><title type='text'>Manolo au pays des merveilles</title><subtitle type='html'>Blá! Bla? Blá!?

XD</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>55</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-1110189226616227664</id><published>2011-02-08T21:07:00.002-04:00</published><updated>2011-02-08T21:10:09.114-04:00</updated><title type='text'>Registrando 08/02/2011...</title><content type='html'>O que fazer quando você está de férias, sem saber o que fazer, seus lugares comuns/zonas de conforto te esforçam a ser cru na normalidade afável que vocês mais teme, quando o encontro de você com você mesmo lhe irrita e desagrada? O que fazer - e nisso pessoas já lêem isso com inclinações a ler isso tudo com rompantes e vislumbros de Maria Bethânia como soundtrack- e faz-se o "Viva!", o seja - sem reticências por sem "mais ou menos" e o TANTO FAZ com toda a simples vibração causada pelo que é de fato, pelo que é do ser, pela verdade mais crua, a infâmia, porém momentaneamente tal esta se faz que se transfigura na verdade mais positiva, da vida o melhor torpor. Vivamos, até segunda ordem!&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Brindemos a vida, brindemos o enfante Fabrício, vivemos o mundo torpe, tudo que é puro, ou até mesmo o puto vício. Seja assim a vida, o qualquer, o que de fato se faz presente e o comum mal-me-quer...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-1110189226616227664?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/1110189226616227664/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=1110189226616227664&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/1110189226616227664'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/1110189226616227664'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2011/02/registrando-08022011.html' title='Registrando 08/02/2011...'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-6105235813687602872</id><published>2009-05-01T06:31:00.001-04:00</published><updated>2009-05-01T06:32:49.816-04:00</updated><title type='text'>Quimera em desabafo</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: Verdana; font-size: 12px; white-space: pre-wrap; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; "&gt;Que o mundo abra alas aos vivos, pelo menos uma vez. Que as mortes sejam apenas faltas e não a perfeição pós reconhecida. Que percalços sejam motivos de aprendizado, não tarjas de vivências, amenidades vivas e destrutivas, excludentes, que o tempo venha a passar sem o stress do momento a aumentar sua presença e fazê-lo parecer um gigante, enquanto é apenas uma figura de sí mesmo capaz de vestir várias máscaras.&lt;br /&gt;Ainda assim, que meus dias, meu momentos, meus entes e convivas não me temam, não me queiram demais, não me queiram de menos; e nisso, admita eu meus defeitos extremos, minhas possíveis amenas qualidades, minhas vidas e almas dentro disso que figura como uno, como simples e que na verdade me corrói, contorce, como a todo mundo, embora desapercebidamente. Quem venham as lamúrias, as alegrias cantantes, os instantes chulos e de gravata abaixo da fronte.&lt;br /&gt;Assim utopicamente, que tal alusão tão parnasiana se concretize e o mundo sejá assim: Tão pesado e tão leve, tão limpo na escuridão e tão sujo em seus..&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: Verdana; font-size: 12px; white-space: pre-wrap; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px;"&gt;...tempos próprios.&lt;br /&gt;Haverão ainda pessoas com o romantismo e vontade de viver, mesmo que como uma desculpa a falta de vontade de outrora. Haverão lamúrias que não passarão de gracejos, momentos que se resumirão em perfeitos beijos; após tal rima, faremos ainda em nossa Terra do Nunca qualquer coisa que nos pertencer, e qualquer coisa alheia vir a ser nossa.&lt;br /&gt;Que a vida seja plena, mesmo com toda banalidade das criações alusivas a vidas, daquelas que soam como plena e total verdade, enquanto creio eu ser algo cuja complexidade seja regida principalmente pela mutação constante e imprevisibilidade.&lt;br /&gt;Que os relógios parem, que as mentes se calem em silenciosa harmonia de mentes, óbvio. Que os corpos não passem de locomoção e o cérebro em tal mundo idealizado roupe nas poesias as referências que no real mundo brega dirigem-se ao músculo coração.&lt;br /&gt;Que sejam perfeitos os erros, erradas as falhas, vivos e lúcidos os medos, e asperos em total maldade a face crua da mente, crente em vida real, em momentos com...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana; font-size: 12px; "&gt;&lt;table class="gorkut-ScrapSlot" style="-webkit-box-sizing: content-box; margin-top: 2px; margin-right: 0px; margin-bottom: 2px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 100%; font-size: 12px; background-color: rgb(239, 247, 255); table-layout: fixed; empty-cells: hide; border-collapse: collapse; "&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="gorkut-ScrapSlotContentCell" colspan="2" style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; vertical-align: top; padding-top: 3px; padding-right: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 5px; "&gt;&lt;div class="gwt-HTML" style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 700px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; white-space: pre-wrap; "&gt;...vivacidade, e que desde nossos simiótivos princípios e em nosso "nos acabar" sejamos impossivelmente sinceros conosco, e em nossa redoma faça-se plena, eterna, linda e lisa, não a beleza, mas acima de tudo nossa noção, mesmo que cruel, de que independe de nós o caminhos do mundo que para todos nós, de forma admissa ou não nos parece ser tudo em função de nós mesmo, que seja crú, maléfico, perfeito, o que quer que seja; que seja real em sua plenitude, e sempre nosso, vivo e mesmo que acidentalmente mundano. Oh mundo, meu mundo, nosso mundo!&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-6105235813687602872?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/6105235813687602872/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=6105235813687602872&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/6105235813687602872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/6105235813687602872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2009/05/quimera-em-desabafo.html' title='Quimera em desabafo'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-3136398336737178717</id><published>2009-02-17T16:48:00.003-04:00</published><updated>2009-02-17T17:05:18.031-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Pois e agora, começará de fato o ano? &lt;div&gt;Diário de bordo datando 17 de fevereiro do ano 2009, e até agora nada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ainda me sinto perturbado pelo festival de atavismos esbravejante que tomará as ruas daqui a pouco tempo. Carnaval...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Batuques tribais, aborígenes em sua nudez ostentada, fazendo com que floresça nas ruas praticamente um comércio de carne em sua prática proliferadora de doenças, musicalidade - já que alguns imbecís convencionáram que tanta merda usa a nomenclatura de música - desrregrada e que até um chimpanzé poderia produzir. Onde me refiro a aborígenes não pense estar eu depreciando alguma etnia, mas toda e qualquer pessoa entumecida mentalmente, anesteziada pelo álcool e o que mais lhe for usual, fazendo parte desta grande peça cultural aculturada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Questiono os logradouros comerciais, em sua parte dirigida às massas, até por que não o deixariam de fazer; entre eles algumas excessões, que fugídias à regra fazem-se apenas musicalmente, enquanto a proposta é ainda a banalização do corpo, da mente - acefalía figurada durando os dias do evento folclórico - desapego para com as rotínas, tanto que fora convencionado como pertencente ao civísmo tais atrocidades intelectuais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Me envergonha viver em um país onde estando o sujeito trabalhando, contata pessoas e ouve aos sete ventos "mas o ano ainda não começou em absoluto, isso só após o carnaval"; ou o mais desalentador, participar de reuniões que marcou ou por conta de outrém cuja finalidade é apenas a ciranda do "vamos-passar-um-tempo-juntos-no-fingir-laboral-mas-só-decidiremos-qualquer-coisa-após-o-carnaval" e todos pretenders da seriedade, e todos cumplices da atrocidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Culturas orientais tendem por base sobrepôr-se sempre. Superação. O Superhomem de "Assim falou Zaratustra" praticamente; logo, perder tempo com tamanho "outing" da falta de esforço e corroboração a impunidade seria para tais cienciosos povos algo digno de extrema ogeriza. Em salvo, não me refiro a toda e qualquer expressão popular, mas a esse espírito supracitado de que o ano só há de começar quando o carnaval passar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não aceito taxações de nihilistazinho de botique, até por que não o sou. Apenas considero obrigação e não regozijo de autopromoção nem pretenção de altruísmo compartilhar minha repulsa a esta alienação tão festejada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;*envergonhado*&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-3136398336737178717?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/3136398336737178717/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=3136398336737178717&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/3136398336737178717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/3136398336737178717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2009/02/pois-e-agora-comecara-de-fato-o-ano.html' title=''/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-7277831644882325444</id><published>2009-02-16T12:35:00.003-04:00</published><updated>2009-02-16T12:37:53.418-04:00</updated><title type='text'>Se houvesse prudência...</title><content type='html'>Intermitente é o fogo da esperança do povo.&lt;br /&gt;Se fossemos regidos pela prudência demográfica,&lt;br /&gt;intermitente seriam as fogueiras com seus fogos&lt;br /&gt;a queimar o povo esperançosamente.&lt;br /&gt;Sem mais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-7277831644882325444?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/7277831644882325444/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=7277831644882325444&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/7277831644882325444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/7277831644882325444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2009/02/se-houvesse-prudencia.html' title='Se houvesse prudência...'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-1847395131306620043</id><published>2009-02-16T10:20:00.003-04:00</published><updated>2009-02-16T10:33:15.961-04:00</updated><title type='text'>Resto d'ontens...</title><content type='html'>Após a ilusão de felicidade fortemente insitada pelo vilão imaterial chamado findi (maneirismo permissivo), caindo novamente na mesmice laboral, resta apenas ao peão remoer os passos dos ontens e rir um pouco.&lt;div&gt;Em meios a conversas a là promoter mixadas com pizzaiolismo e patricinhismo no drink e neologismos seguidos por desnocionismo atado motivado pelo drink do patricinhismo e assim por diante, tal qual uma bola de neve - sem apelações religiosas modernósas, s'il vous plaît! - passaram-se as horas e as obras ébrias tão belas figuram agora todas pela metade. Aqui, fica então minha raiva a amnésia alcoolica quando não sendo para álibi e negação.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;o bom e velho "se eu não lembro é porque não aconteceu, humpf!" tem assegurada valía. Mas e quando de conversas brotam Politzers em potencial, quiçá Nobeis (Nóbéis, víxí méu réi!)?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ah, a memória que de forma abastada reforça amenidades alheias, não reporta respeito algum para com a própria criação - e não venham me dizer que é falta do bom e velho "levar-se a sério" pois respondo com risadinha de puta a là escárnio (risadas de putas são as mais cruéis, não que eu saiba, mas me disseram) - Inda mais quando ao percrutar zonas gráficas alheias infamemente vocês se depara com citações do seu nome ganhando gritantemente metade do mérito de alguma obra lá postada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vou agora lamber minhas botas enquanto a escarradeira está na pia, junto com taças de sangue de Inri Cristo e o resto do fim dos ontems, e tudo ainda por lavar. Ai de mim!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-1847395131306620043?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/1847395131306620043/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=1847395131306620043&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/1847395131306620043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/1847395131306620043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2009/02/resto-dontens.html' title='Resto d&apos;ontens...'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-8318887113144311610</id><published>2009-02-03T11:42:00.003-04:00</published><updated>2009-02-03T12:23:23.329-04:00</updated><title type='text'>Não-Post</title><content type='html'>Tendo em vista meu comprometimento em atualizar este pelo qual vos falo com uma periodicidade mais assídua, me ponho agora a relatarminha falta de inspiração e de noção lógica em encontrar algum conteúdo relevante para apreciação. Sinto-me já, em uma página branca, e nisso não estou encontrando nem pretendendo - diga-se de passágem - figurar aqui como um bloguezinho ínfimo, desses que aterradoramente inundam vossas url's, nisso, pragmaticamente, trago para cá agora uma espécie de não post. Isso, isto não é um post, são apenas letras soltas. &lt;div&gt;Não vou postar hoje, pois não tenho nenhuma idéia do que compor; não tenho o hábito e acho deváras digno de escrutínio angariar posts e notícias batidas de tanto uso em outras páginas. que vocês devem estar familiarizados em diversas outras fontes. Não colocarei aqui tirinhas - até por que este não é um blog com temática adolescente-punheteiro-metido-a-cult-e-buscando-admiração-e-reconhecimento-com-a-imbecilidade-da-profissão-blogueiro. Ufá! *respirando ofegante pelos dedos*&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tendo em vista que acabei de sair de um túnel chamado ótimo final-de-semana seguido por um miraculoso feriado, tendo eles sido proveitosos, haveria eu de compilar historinhas e anedotas do mesmo para aqui floodar? Creio que não. Logo, este meu não post é tudo o que hoje este blog terá de mim. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dentro em breve recuperarei meu viço literário e isto aqui florescerá.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Asta la vista, baby! xD&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-8318887113144311610?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/8318887113144311610/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=8318887113144311610&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/8318887113144311610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/8318887113144311610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2009/02/nao-post.html' title='Não-Post'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-3068571797548089856</id><published>2009-01-30T06:41:00.003-04:00</published><updated>2009-01-30T09:13:42.575-04:00</updated><title type='text'>DESencontro</title><content type='html'>Parado na parada, absorto em leves nuances de pensamentos; visitando paradeiros e afluentes de mim mesmo.  &lt;div&gt;Avisto o ônibus, e neste dia chuvoso e úmido as três escadas se lhe parecem-me tal qual umas doze ou quinze. Subo no transporte e como se induzido pelo conforto do assento escolhido deixo minha mente voar tal agora há pouco, só que desta vez com uma velocidade e desbravações potencializadas fortemente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ouço e declaro afirmações e questões, explicações e remissões, risos e pesares. Converso internamente com meu conhecimento por minha mãe, meu Deus, meu anti-Deus, pessoas e outras gentes menos importantes. Quando repentinamente cai-me o queixo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Olhando para a frente me deparo com algo que fez para mim figurar como se o ônibus agora houvesse parado e ali estivesse apenas eu e: Eu mesmo. Mas como é possível?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Percorro dalí por todo o olhar e pelo que vejo por adentrar tal olhar. Tento assim remexer nas lembranças daquele eu tão aterrador para mim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Será que desfruta dos mesmos interesses e preferências que eu? Por qual parte de um ornamentado café começaria ele e como procederia do fim ao início? Tento desviar-me daquilo, e nisso praticamente me jogo para dentro de mim mesmo, daquele eu em meu lugar. Penso em um espelho, e nisso sou jogado àquela minha outra existência até há pouco desconhecida e percebo que aqueles olhos, fazedores daquele até tão pouco tempo único semblante eram os meus, nada mais nem menos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Passo no que posso até ter me hipnotizado com o auto-encontro (e nisso já me faço questionar se aquele eu também alimenta ogeriza direcionada a tão comentada reforma ortográfica comentada com esmero pela porca mídia.) Vão e vem respostas cálidas e mudas perguntas. Nada de certeza, só a perplexidade permeando meu trajeto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vejo em meus olhos da mente todos os grandes momentos perfeitos e os que eu sempre quis esquecer-me. Terá vivido aquele outro eu por todos os moldes que me fizeram assim? Ter-se-á apaixonado sempre da mesmo forma que eu o fora? Terá como círculo de amizades as mesmas segundas-pessoas que eu, como uma forma de existência minha paralela, conhecedora de vários "eus" de quem me cerca; eus esses também inconsciêntes de suas outras existências. Amores e desamores em formas, traumas deles, lembranças de presenças e sofreres de ausências pelos caminhos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como haveria de ser tão eu mesmo não sendo?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Naquele momento parece que o mundo pára. Alívio permeando todo o âmago transfigurado. Não poderia ser comum nem humano haver dois moldes de tal peculiar eu mesmo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não, não era eu - e nisso como um alívio gritado vem em minha mente multi imágens em riso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não, eu nunca portaria um guarda-chuvas. Pessoa estranha, essa que acabou de descer neste tão incomum ponto. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-3068571797548089856?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/3068571797548089856/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=3068571797548089856&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/3068571797548089856'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/3068571797548089856'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2009/01/parado-na-parada-absorto-em-leves.html' title='DESencontro'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-3123312889395558015</id><published>2009-01-27T15:41:00.002-04:00</published><updated>2009-01-27T15:49:42.052-04:00</updated><title type='text'>E depois?</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Avista teu novo eu, em frente ao espelho.&lt;div&gt;Vide o quanto marcado está&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Acene ao passado, teus eus por lá deixado, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ensine a ti, o que aprender sempre foi impossível: Deixar&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tuas vidas e tamanhos que por lá ficaram,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cabias em pequenas caixas e vitrinas; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;quando nas médias caixas e vitrinas, nas pequenas não mais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;das grandes, ficaram duas para trás.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vistes que o tamanho esterior assusta muito menos?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Porquanto dentro varias ainda extremamente, grande ser, voilà pequeno&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Outrossim, acene também ao incerto, este sim, o mais presente, mais doente...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Doença esta que é o medo, velho amigo, sempre contigo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É sabido há muito que teu ser não o és. Pertinência é figuração.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tardando agora em saudades e dúvidas perguntas "cadê futuro?"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Virá pelos trilhos que tua pena fará possível&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Oh, desenhar tal rumo é tão cansativo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tua visão crua faz doer,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Teus pensares alí a viver e exigir alimento,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dançante ser, de ciranda de vida a ver&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Volte agora ao seio da dúvida, abrace ele&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Agora é sabido que desde sempre a intenção dela era lhe abitar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-3123312889395558015?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/3123312889395558015/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=3123312889395558015&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/3123312889395558015'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/3123312889395558015'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2009/01/e-depois.html' title='E depois?'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-2880649230855317542</id><published>2008-11-26T20:21:00.002-04:00</published><updated>2008-11-26T20:30:27.156-04:00</updated><title type='text'>Neoquestionísmo</title><content type='html'>Ocorre que há tempos venho me impressionando com as coisas que acontecem no mundo, me deparando com mudanças bruscas na minha mente e fora dela - que por sua vez cutucam algo em minha consciência e perhaps no "consciente coletivo" que a literatura chula inssiste em exaltar.&lt;div&gt;Ventos sopram para lados fortemente; algumas vezes mais de um vento de cada vez e nisso, embotado em tal limbo me ví por um extenso período em vácuo criativo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não tendo tal limitação passado para outro distrito, tento aqui, tal uma súplica recuperar minha extroversão e nisso voltar a ao menos conseguir pretender o dom da escrita, o que outrora era um dos meus dotes intelectuais mais brilhantes (cabe agora aquela do " e ele ainda por cima é modesto!")&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nisso, como talvez um grito de libertação - ou então um último suspiro- venho cá nestas modernosas folha + pena elétricas a me explicar para comigo mesmo, nessa ciranda que expõe-se como um relato para outrem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Outrossim, me julgo culpado pela inanição criativa e minha pena é tal ultimato: Ou crias ou então põe-te ao sono eterno literário.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bula: Alterações, retrocessos, avanços e pós-abcessos. Esses modulam-se entre sí como os propósitos existenciais de pronto em minha mente por hora. Agora não mais, tudo muta incessantemente. Possologia desconhecida, posto que em transição frenética, então saquemos as armas do auto-controle e ao penhasco da oratória nos joguemos!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Amém! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-2880649230855317542?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/2880649230855317542/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=2880649230855317542&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/2880649230855317542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/2880649230855317542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2008/11/neoquestionsmo.html' title='Neoquestionísmo'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-1924246273824292484</id><published>2008-05-06T06:38:00.002-05:00</published><updated>2008-05-06T06:48:47.481-05:00</updated><title type='text'>Ad Infinitum Patibilis</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Havia pranto, encanto pouco&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Também espaços, vidas em branco&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;E de verdade havia vento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Soprando a dentro tal sofrimento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Era de paz e luz vivída&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Árida ida, austera vinda&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Enquanto se fazia, vida tal jogo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Era de núvem, forte de fogo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Quem habitava, lá se perdia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Penitenciava, o que não mais existia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Rajada e lufar, soprando má sorte&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Vida jazia em amado sussego, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;O que não existia, não em segredo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Até o limite do que havia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Mundo acaba mundo, desmundo, tal primazia...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-1924246273824292484?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/1924246273824292484/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=1924246273824292484&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/1924246273824292484'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/1924246273824292484'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2008/05/ad-infinitum-patibilis.html' title='Ad Infinitum Patibilis'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-8982197362142255496</id><published>2008-01-07T17:18:00.000-05:00</published><updated>2008-01-07T17:22:29.255-05:00</updated><title type='text'>Inconstância</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Diante aos disparates do tempo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Muda a voz que era muda&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Surte efeito a sorte boa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Enquanto a má ecoa em vôo insano&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Porquanto ainda lembra, a memória vive&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Insiste que se lembra&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Condena a incerteza&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Cobre de mantos áureos a presença que não mais há&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Pelo apreço das horas cegas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Vê-se perdurar as passadas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;De surdos passos de vívida coragem de vida modificada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Sendo mudos e errantes, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;agora isso já não é nada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Perdida em rima breve de quem no momento apenas não quer mais nada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Apenas o presente trazido pelo agora&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Só as boas lembranças do que já passou da hora&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E o nervosismo bom de não saber o que está por vir.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Permite voz assolar o medo qual trovão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Insiste em vós, pois por mim não mais vejo neste espelho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Clamo já pela calma que nunca encontrei&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Revejo o inédito, e me engano que deste final tudo sei.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-8982197362142255496?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/8982197362142255496/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=8982197362142255496&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/8982197362142255496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/8982197362142255496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2008/01/inconstncia.html' title='Inconstância'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-1764264561260244872</id><published>2007-12-29T00:38:00.000-05:00</published><updated>2007-12-29T00:51:50.295-05:00</updated><title type='text'>Desconcerto</title><content type='html'>Tudo está perfeito, nenhum motivo para o desfalecer da mente que por sempre foi traidora; não está diferente agora. Momentos perfeitos, efeitos de bem-estar, nada conspirando contra a felicidade exteriormente. Então, por que é que me sinto assim? Por que é que mesmo tudo estando perfeito estou nesse desespero, neste desconcerto e nem ao menos sei o motivo?&lt;br /&gt;Medo de fazer com que as pessoas se sintam desimportantes, pois não são!&lt;br /&gt;Por que é que minha mente voltou a me trai e fazer com que eu me sinta tao mal sem ter motivo algum pra isso. Só o que reina em minha mente é a vontade de desistir, mas cansei de fazer que se preocupa comigo sofrer. Então o que fazer?&lt;br /&gt;Por diversas vezes no auto-boicote em prática afastei quem me ama e quem eu amo nesse quando me encontro nesse desespero que me consome por dentro e não sei explicar motivos.&lt;br /&gt;Merda é o que sou! Por que é que estou me sentindo assim se motivos nem tenho.&lt;br /&gt;Tento dormir mas minha mente pensa em no mínimo 6 coisas ao mesmo tempo, e nem uma coincide uma com a outra em temática. Tento dormir, sinto-me exausto, mas não consigo. Fico me massacrando pelo simples fato de existir e não estar a contento com isso.&lt;br /&gt;Por que é que sempre volto ao ponto de querer me destruir, mesmo quando tudo está perfeito?&lt;br /&gt;Como agüentar a mim mesmo? E como acreditar que os outros se preocupam comigo se nem ao mesmo nesses momentos eu me preocupo comigo? Por que ser assim? Por que esse reino de Dito me flajela a mente?! Por que é que perco o contato com quem mais tenho apreço, e por que é que só penso em desistir, mesmo tudo estando da forma que para mim seria o ideal, ou estava sendo ideal até ante-ontem?&lt;br /&gt;Acho que estou cansado de minha mente.&lt;br /&gt;Rogo para que isso passe logo pois se continuar não agüentarei por muito tempo.&lt;br /&gt;Tudo está perfeito, menos minha mente que sem motivo algum me remete a pensamento de fim de mim?&lt;br /&gt;Sinto-me cansado de mim. Não consigo desabafar com ninguém pois acho que já dei preocupações demais à todo mundo e já chega.&lt;br /&gt;Clamo por mudança, embora a utopia de acordar lgum dia sem estas diversas almas estarem dentro de mim degladiando-se até o sangue da alma esvair-se por completo.&lt;br /&gt;Não estou sendo humano, mas e o porquê?&lt;br /&gt;Merda de vida nesses momentos!&lt;br /&gt;Por favor alívio, venha logo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"I'm a creep, I'm a weirdo..."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-1764264561260244872?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/1764264561260244872/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=1764264561260244872&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/1764264561260244872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/1764264561260244872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2007/12/desconcerto.html' title='Desconcerto'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-6656524387083757399</id><published>2007-12-06T14:52:00.000-05:00</published><updated>2007-12-06T14:59:24.609-05:00</updated><title type='text'>Surrealismo</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Sim, foi a resposta do abajur verde ao defrontar-se com a cortina - não era de fumaça naquele momento.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;- Oh tu! &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;-Oh eu!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;- Como assim?!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;-Assim é o momento.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Sim, divagavam sobre questões inexistentes, mas a cortina sentiu-se traída pela motricidade que o abajur escondia, mas q tinha. Ao passo que os doze minutos de partida saiam da casa da meia noite o abajur ganhava pernas e braços de metal, com os quais deslocava-se e rumando à maçã do duende nutria-se e sua luz maior ficava, mesmo sem lâmpada alguma. Sim, o abajur cativava, até mesmo o candelabro com seu jeito introspectivo contava anedotas quando vislumbrava luz de abajur verde do canto de sala da casa abandonada. Só quem não abandonava o recinto era mesmo a cortina pois o abajur movia tudo o tempo todo durante seus 15 minutos motores após a meia noite.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Tudo cerrava-se quando a espada da parede - hatori hanzo, sim!- gritava "Lá vem a luz do dia!" então o abajur seus membros perdia, mas sempre ralhava:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;-Maldita burra espada, cortando minha alegria, conFuso-horário que me espanta, só no japão agora é dia!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Fin.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-6656524387083757399?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/6656524387083757399/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=6656524387083757399&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/6656524387083757399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/6656524387083757399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2007/12/surrealismo.html' title='Surrealismo'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-5990979678688980613</id><published>2007-10-06T17:53:00.000-05:00</published><updated>2007-10-06T18:02:51.453-05:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Me faça por hora crer nas pessoas que quero a minha volta&lt;br /&gt;Me acorde agora antes que o pesadelo volte&lt;br /&gt;Pela mão, me puxe do abismo&lt;br /&gt;Joga o sal sobre o sapo que grita comigo&lt;br /&gt;Eu não pedi pra ser assim, queria ser gente, pensar pouco&lt;br /&gt;Ter mente demente. Mas isso é o que me foi reservado?!&lt;br /&gt;És vil, fedes em seu gracejo torpe&lt;br /&gt;Personalidade? Pois sim! És minha derrocada!&lt;br /&gt;Escalar-lhe-ei de camisa de força&lt;br /&gt;Liberto e aos gritos&lt;br /&gt;E que nada nem ninguém me ouça&lt;br /&gt;preciso de afago, não de queixas&lt;br /&gt;Não sou perfeito, graças à mim!&lt;br /&gt;Avista por mim teus prórpios defeitos para que eu não comece a enumera-los à ti&lt;br /&gt;Sê-de baixo, pelo caminho que escolhestes&lt;br /&gt;É ida contínua, e a volta inexiste, só fabula risos infames&lt;br /&gt;E assim e de outro jeito e de qualquer forma vão minhas almas.&lt;br /&gt;Quero mais é que todas se fodam.&lt;br /&gt;Quero olhar pra mim e poder me ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nada mais.&lt;br /&gt;Decepcionante, não?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fodam-se!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;/me ouve Damien Rice - Rootless Tree&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=6rndltmm3oE"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=6rndltmm3oE&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-5990979678688980613?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/5990979678688980613/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=5990979678688980613&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/5990979678688980613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/5990979678688980613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2007/10/me-faa-por-hora-crer-nas-pessoas-que.html' title=''/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-7096742154969408255</id><published>2007-10-01T09:19:00.000-05:00</published><updated>2007-10-02T20:10:52.175-05:00</updated><title type='text'>Isso e mais um pouco também. E porque não?!</title><content type='html'>Advento da noção, espera tão cálida,&lt;br /&gt;Está tudo tão bom que entristece&lt;br /&gt;Aos ávidos por despreocupação, faz-se bíblia.&lt;br /&gt;Pleonasmos redundantes, tal qual o asteamento,&lt;br /&gt;Para cima, logo, de uma bandeira pelo luto do pesar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I quit! Ecoa, mas a permissão não aquiesce, me esconde e muta&lt;br /&gt;Nesse requiem de minha era, me improsto,&lt;br /&gt;Ascendo no riso a là escárnio em sua cara e sigo o rumo&lt;br /&gt;És demais do médio, e por isso te desmereço com prazer, ser humano ímpio&lt;br /&gt;Que cantem os carros, com buzinas satíricas, o som acorda, destila a vida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Intuitos em menções não os tenho, até porque deles não provenho&lt;br /&gt;Já, porquando no agora nada estabeleço aquém de mim mesmo.&lt;br /&gt;Ouve o riso?! O mundo não ouve, se ouvisse iria pra fogueira, vivo&lt;br /&gt;Cadê teus preceitos? Dos meus nunca soube&lt;br /&gt;Lava agora tua pintura sem efeito, e mais do mesmo ainda te consome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça rima com lá lá lá, mas não pretenda "alala"&lt;br /&gt;É só deixar os dias nascerem e ressuscitarem&lt;br /&gt;No jornal folheiam-se portos, teu seguro inexiste&lt;br /&gt;Em tua testa estampados estão porcos&lt;br /&gt;Tua casta te clama&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À ti não me desvendo, só rio, ainda e mais e mais e mais&lt;br /&gt;Por agora me deixo, caio ao mar, sou de chocolate branco,&lt;br /&gt;Abre-se a embalagem, vêm em mim as brisas&lt;br /&gt;Alpes me homenageiam em pleno&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorve o vinho que colore tua porta de voz&lt;br /&gt;Reza piscando luzes de natal em frente ao meio do ano&lt;br /&gt;Da janela vem a vida&lt;br /&gt;A sua ainda não foi plenamente perdida?&lt;br /&gt;A minha não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FIN.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S: Há quem tenha se deparado com a imperfeição que guarnece os bravos pela volta?&lt;br /&gt;Sim, o mundo está se contaminando mais e mais por gente feia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Habemos a ONG: Transformemos gente feia em Petróleo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XD&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;See ya!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-7096742154969408255?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/7096742154969408255/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=7096742154969408255&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/7096742154969408255'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/7096742154969408255'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2007/10/isso-e-mais-um-pouco-tambm-e-porque-no.html' title='Isso e mais um pouco também. E porque não?!'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-7837815033424318591</id><published>2007-09-25T11:45:00.000-05:00</published><updated>2007-09-25T12:02:09.069-05:00</updated><title type='text'>Hãn?!</title><content type='html'>É, e agora reina lá fora o vácuo, óh esquecimento pútrido tal benefeito pelos bichos escrotos. Nem ao menos se iguala à classe da defesa à inocência perdida de uma boa e coerente amnésia alcoolica, não. Definitivamente, é apenas a margem correndo solta como se realizando sua maior pretensão, ser centro. Mas a quem, porquanto demente pátrio enraizado neste paizinho de bosta cernem as decisões cabíveis e as não? Ao povo, sim, ao por mim tão repudiado em bilhões de vezes ao dia, e algumas vezes merecidamente aludidos das formas mais escrutinadas possíveis, e acreditem, as mais impossíveis também permeiam a guarnição a que "deles" sigo a marchar palavras de repúdio e asco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ó memória, por onde andas? Está certo que por cá, nesse mundinho jamais foi deveras apreciada, mas usar tapa-olhos em ambas as vistas é demais, praticamente aquele máxima do "peidei-não-sei-quem-fui" potencializada a ponto do cheiro de pouca vergonha impregnar até nos ossos das bestas que elencam a nação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anyway, repudiozinho-inho-ão, já demarcado, em reverberações entediantes, vamos ao que interessa! Ah, mas o que interessa? À mim, no momento exato que cá neste passado que presenciam em seus presentes nada mais interessa a não ser o momento. - Que momento? - O meu, é claro, pois sim!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem ainda quisera eu parir uma banda, mas algo bom, não mais do mesmo, sei que posso, até por que caso não o fosse, não estaria cá dirigindo a este vazio multi-visitado minhas alucinações gráficas tão polpudas, ou não? - Com obviedade, nenhuma das interrogações se dirigem á voz, ou à tí, pessoinha - qualquer pessoinha, não pensem estar eu falando diretamente à alguém, não insuflarei ego algum aqui q não o meu próprio - - (sim, dois hífens, "vulgo" travessões (aka), por que eu posso). Retomando o não perdido fio:&lt;br /&gt;Estava a pensar, então a elaborar idéias, letras cotidianas - não o seu miserável cotidiano de olhos 3d, mas o meu, e nem queira ver pelo meu prisma sem desprezar sua sanidade, sim, mais uma vez, eu consigo, eu posso, eu sou eu mesmo e você não é Eu mesmo.&lt;br /&gt;Re-retomandoa banda: Quero uma banda, porra!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É isso. Leia este gorfo literário e enjoy the party, dear human.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra dar uma animadinha:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=N64QMKEbJQg"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=N64QMKEbJQg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reforçando a máxima de sempre...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"...Só para loucos, só para raros!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dank Hermann!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-7837815033424318591?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/7837815033424318591/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=7837815033424318591&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/7837815033424318591'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/7837815033424318591'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2007/09/hn.html' title='Hãn?!'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-170322559663343471</id><published>2007-09-16T14:46:00.000-05:00</published><updated>2007-09-16T15:14:12.643-05:00</updated><title type='text'>Noções impertinêntes às razões de quem for ler. (Bula?)</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Pensava eu, há apenas três dias - se não me perco no acerto - postar algo que começasse como:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Agora ecoam os gritos mudos que pelos meus poros se esvaem, ecoa lá fora e dentro do cerne fica só a luz de um quarto escuro permeado por raios..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era algo assim, acho pois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já em atual tiquetaquear que se faz presente, no momento me vi entre gritos que diziam something like this:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(8)&lt;br /&gt;"I could be brown&lt;br /&gt;I could be blue&lt;br /&gt;I could be violet sky&lt;br /&gt;I could be hurtful&lt;br /&gt;I could be purple&lt;br /&gt;I could be anything you like&lt;br /&gt;Gotta be green&lt;br /&gt;Gotta be mean&lt;br /&gt;Gotta be everything more&lt;br /&gt;Why dont you like me?&lt;br /&gt;Why dont you like me?&lt;br /&gt;Why dont you walk out the door! "&lt;br /&gt;(8)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isn't it weird? I think I'm feeling happy, but I don't even know why.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, meio a questões - Lê-se "qüestãs" - não rogo por explicações, até estou conseguindo escrever. Isso soa um tanto quanto "Dear diary", eu sei, mas não é. É capitulo, quiçá seja parte do "facicu". Em mente agora só "Vou bater? Vou matar? Nãããããooo, vou inducá!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que minha realidade está um tanto quanto furtiva, indo à Wonderland, but who cares about it?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Momentos bons. Pânico. Uns de inconstância - sim, isso é muito Eu mesmo- Sucederam-se pelas minhas últimas semanas, mas isso é de uma valia incomensurável; não quero qua alguém pense que agora vim a fazer uso de cá tal sessão de análise ou desabafo cheio de aforismo a là "bonequinho de porcelana". Isto não sou eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejo na rua cinza, griz, mas não aqui, tudo parece tão agora. O agora de antes parece um anti-agora. Venham então os próximos agora(s) em minha direção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interrompemos nossa programação para um anúncio do owner: Não, definitivamente eu não assistí e nem hei de assistir "The Secret".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anyway, delongas sobre o vácuo que é o futuro e o desconhecido sintonizados com menos contraste, partamos para o que realmente interressa e volte-mo-nos de pronto para a arte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LÁ VEM TEXTO E POESIA E CONTO E ODES E BOSSINHAS E ANÕES SEM MÃOS NEM PERNAS FAZENDO CARETAS PARA ANIMAR CEGOS SURDOS E MUDOS???&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NÃO! Em definitivo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá vem algo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh sim - a parte do "É um avião? Um foguete? Um prato de espaguete cedido ao resbalo?" será dispensada. Compreendam a necessidade de mantener certo nível - isso também acerce jargões de todos os tipos, caso alguma dúvida tenha pairado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ei-la:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20 horas em Saturno, vendo as núvens - "vendem-se núvens". Está na placa-, assisto os raios&lt;br /&gt;Não são caras as núvens, prefira estrelas póstumas!&lt;br /&gt;Por quê gritar se tal voz pode acordar o Ouvir?&lt;br /&gt;Retaliações se confraternizam, estejam longe, mesmo sem brilho luzir&lt;br /&gt;Falo de astros, não simples wannabe's,&lt;br /&gt;Estrela escura me veja, De meu planetinha a ti, em um minuto posso me permitir&lt;br /&gt;Seqüestra-me o bom senso, não senso crítico nem senso-ações&lt;br /&gt;Não rí de meus neologismos.&lt;br /&gt;Tuas irrazões têm pra mim toda a razão&lt;br /&gt;Em rima não se esconda, óh estrela, príncipe, princesa primeira&lt;br /&gt;Já é tarde e tua outrora luzida existência já se recolhe&lt;br /&gt;Dorme impávida no leito da lembrança.&lt;br /&gt;Já fui criança - Aqui pareço retomar rima-&lt;br /&gt;Já fui o tempo em todas as faces&lt;br /&gt;Embaixo da terra. Na mente também, mas por cima&lt;br /&gt;Ostenta por mim tua classe, sem luz ainda vejo teus anéis&lt;br /&gt;Não és planeta, destarte agora não luze mais fiéis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sóis o simbulo de mim, óh se sou tu não me sei&lt;br /&gt;A qual pessoa recorro?&lt;br /&gt;Me perco agora, grafia torta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que sabes que o meu jeito é erro, mas sou eu, e apenas eu, por fim.&lt;br /&gt;Valha-me de sua lembrança feita de luz, agora em sono te vejo, te sinto caminhar,&lt;br /&gt;Tenha-me em seus olhos, mesmo sem estar frente a mim,&lt;br /&gt;Chora tua lágrima ao contrário, pois sou teu avesso, te desconheço&lt;br /&gt;És por demais eu mesmo preso a trocar almas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cala agora invejas e saudades, é demais o peso do presente&lt;br /&gt;para o alto ou para baixo é só detalhe, não mais voa, não estagnas, nem ecoas&lt;br /&gt;Entre a eternidade e o tempo elenca a perfeição do que é verdadeiro&lt;br /&gt;Entre o que sou e o que és, só ali, sim, vives!&lt;br /&gt;Exclamo de intenção só no fim,&lt;br /&gt;Parece ser erro mas é o que faço quando sou meu,&lt;br /&gt;E dizem que brilho de estrelas continua&lt;br /&gt;Há brilhos que fazem mais...&lt;br /&gt;Eternidade, és o lugar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-170322559663343471?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/170322559663343471/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=170322559663343471&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/170322559663343471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/170322559663343471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2007/09/noes-impertinntes-s-razes-de-quem-for.html' title='Noções impertinêntes às razões de quem for ler. (Bula?)'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-2258889449425928424</id><published>2007-05-28T15:08:00.000-05:00</published><updated>2007-05-28T19:46:24.679-05:00</updated><title type='text'>Nesses dias</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Olha! Agora passa todo o mundo pela janela.&lt;br /&gt;Lá fora está uma manhã tão bela, mas por quê?&lt;br /&gt;Por quem haveria o sol de luzir, se ao cair da noite ninguém vai sorrir?     &lt;br /&gt;Haveria a manhã de cansar, deixando por si a tarde inteira chegar, e a noite por fim contemplar.&lt;br /&gt;Mas cá, onde o sol não brilha e nem tem graça, na presença do frio que retira o viço e a força, por que é que os fantasmas do tempo deixariam o dia se anunciar de leve?&lt;br /&gt;Breve, leva agora sol minha mente, pra longe, pr’algum lugar donde me machucar não eu possa, nessa bossa que de nova nada tem.&lt;br /&gt;Vê lá, que assim como meus dias se gastam, não sei se por medo ou descaso, sorrir é o que nem consigo fazer.&lt;br /&gt;Clareando, vão mil e dez idéias de ideais se passando, retas em linhas se cruzando e eu ainda sem poder entender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo punho da espada corre o sangue, do passado que apunhalei pelo nome da distância que esse veio a ter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quão será de todo sono a ilusão, ser-se-á verdade ou tema de canção, isso é mais do que eu poderia talvez entender.&lt;br /&gt;Quiçá, o viço das manhãs se refaça, o brilho volte às tardes sem graça e na noite de medo eu jamais volte a tremer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Surgiram os heróis desconhecidos, foram-se embora os famosos bandidos, e mesmo assim não me vejo entre eles, nem ao menos comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantos moinhos hei ainda de ver, quantos infernos ao inverno padecer, quantos meios sem início ao fim verei enrubescer...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde agora, sempre soube o que é a estrada - piada sem graça - calçada de praça tombada, mas no tombo quem se fere sou eu.Desabafo, faz favor de aliviar meu cansaço, se o descaso não lhe chega por acaso, diz pra graça da vida aparecer.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-2258889449425928424?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/2258889449425928424/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=2258889449425928424&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/2258889449425928424'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/2258889449425928424'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2007/05/nesses-dias.html' title='Nesses dias'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-3192581536608470473</id><published>2007-03-17T21:58:00.000-05:00</published><updated>2007-03-17T22:13:21.693-05:00</updated><title type='text'>R.I.P at while, dear phoenix</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;............................Recesso!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;o_x'&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-3192581536608470473?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/3192581536608470473/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=3192581536608470473&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/3192581536608470473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/3192581536608470473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2007/03/rip-at-while-dear-phoenix.html' title='R.I.P at while, dear phoenix'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-4212474861662718917</id><published>2007-01-27T23:52:00.000-05:00</published><updated>2007-01-27T23:56:55.368-05:00</updated><title type='text'>Porque superstição da azar...</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;        Seres animados humanamente, por vezes muito desanimados e crédulos se põem em modo randômico de vida e passam os dias como roletas russas, com suscetividade de atos e ações alucinadas e nonsense. Quase sempre essas mal iluminadas auras carnais se apegam as crenças insípidas, tornando-se assim pessoas insossas. Digo em alto e bom tom: Ter simpatias dá azar, principalmente se o individuo supersticioso as praticar em noite escura de lua nova; dá muito azar! Contra tal azar, só enterrando uma garrafa de cachaça embaixo da casinha de um cusco sarnento, deixando-a ficar por lá até a próxima lua cheia, então a retirar de lá e beber tudo em um só gole. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Diz-se por aí que nem gato preto em noite de lua cheia escapa de tal azar não se redimindo da forma indicada acima; és antipático com a superstição? Então a superstição não simpatiza contigo!&lt;br /&gt;Avistam-se as apostas da casualidade e sobre ela se atira inúmeros maus agouros pra que de antemão fique estipulado o motivo do fracasso.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Gato preto que passa por baixo de escada com uma figa pendurada no pescoço, um trevo tetra foles colado no pelo e um uma pata de coelha na boca (de preferência sem o coelho, mas se o coelho estiver fazendo companhia à perna, melhor que esteja morto, senão a coisa desanda) não vira gato escaldado!&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Refutemos então todos os presságios científicos. Fiquemos com as certezas mitos! São tão mais românticos. Neguemos toda e qualquer ironia em dia de chuva com temperatura de 18 graus; de fato quem as faz acaba sendo atropelado por bonde.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Quem, de maneira aguerrida se apega às intempéries da sorte nunca se perde nos traços tortuosos da vida. Se você apostar em jogos de azar e neles se jogar de forma a deles. Ter sorte nos jogos de azar é a certeza, a dúvida é saber quando o título deixará de falar mais alto e a boa providência retumbará sobre as cálidas derrotas. No giro da roleta a sorte é jogada ao encontro do azar, da roleta sai a bala, roleta pode matar.&lt;br /&gt;Pra isso não acontecer alguns crêem que uma superstição simpática age como antídoto. Se jogar, embriague-se tanto a ponto de não lembrar nada no dia seguinte, assim, poderá fácilmente por a culpa em uma escada a qual passou-se por baixo, um gato preto, um espelho quebrado ou uma estrela cadente ignorada sem pedido. Perdição, caída à superstição!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-4212474861662718917?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/4212474861662718917/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=4212474861662718917&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/4212474861662718917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/4212474861662718917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2007/01/porque-superstio-da-azar.html' title='Porque superstição da azar...'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-116923091909695654</id><published>2007-01-19T13:15:00.000-05:00</published><updated>2007-01-21T16:26:40.003-05:00</updated><title type='text'>Consciência concisa?</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;Sarah Váh casa-se com Al Osama da Silva, no Oriente Médio, casamento este feito pelos pais dos noivos, estes que por suas vezes nunca se viram na vida, mas são fadados a contraírem núpcias. Al Osama da Silva torna-se um marido infeliz e passa a procurar em várias outras – harém- uma suposta satisfação, fazendo de Sarah Váh seu capacho pessoal, humilhando-a, espancando-a e tirando qualquer sopro de vida própria de tal. O que aconteceu a eles é algo que têm que aceitar pois foi resultado de suas escolhas tal infelicidade. Pois sim!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;Há algumas décadas uma cidade industrial sem nenhuma expressão política em uma ilha de gente amarela de olhos puxados é atingida por uma ogiva nuclear – vulgo Bomba atômica, para os íntimos.&lt;br /&gt;Todo o ocorrido com cada cidadão foi culpa de suas escolhas e anseios pessoais. Escolheram câncer, gangrenas seguidas de amputações, deformidades, mil anomalias e outras delícias destas para si e seus descendentes? Claro que sim!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;Um casal resolve se separar – Oxalá fossem Sarah Váh e seu dedicado marido, mas esses não o podem. Quanto a separação também não me refiro a irmãos siameses nascidos na ilha acima aludida – apenas mais um casal comum, daqueles que têm em suas rotinas uma guerra; compartilham um filho – ignora-se a idade – que por vezes é aliado, outras inimigo; isso quando não lhe recai o fardo de espião ou sabotador. Suponhamos que tal casal se separe e um, ou ambas as partes comece a fazer maldades para o rebento com o intuito de atingir o (a) ex, então com base nas afirmações fica claramente óbvio de quem é a culpa pela desgraça diversamente escrutinada que o descendente tem por vida: O próprio. Tida a máxima de que todo e qualquer mal que se passe em vida é decorrência de escolhas e ações do mesmo âmbito, sabe-se de pronto que o infeliz sofre e o merece por ser parte da cadeia trilógica. Quem mandou ter nascido? Não nasceu porque quis? Agüenta!&lt;br /&gt;Insuflou-se o ego da sumidade que defendia tal tese sem questionar , vede bem, é generalizada. Mas afinal de contas, pensar não é dolorido demais? Brindemos então tal cegueira desnocionizada do Dr. Sig! Lacan que se exploda! "O inconsciente determina a consciência? Ora bolas!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;Na ciranda da banalização da vida e existência banalizou-se os inícios e fins. Os meios não se declaram mas garanto que fedem; mas o cheiro se dissipa ou pelo menos disfarça com pão, vinho, algumas "aleluias" e diversidades sacras que mais enchem o sacro do que o saco de sacrilégios que se fomenta mais e mais. Não esqueçamos também a contribuição amiga para Deus pagar seu aluguel. Deus, multi assessorado por seus subservientes da boa fé mantêm suas casas e cada vez adquire mais, portanto, quanto mais contribuintes houver, melhor será. Camisinha? Assim nascerão menos! Casamentos homo gêneros? Assim não nasce nenhum. Padres se casando? Mas e se a família tomar posse dos bens da sagrada Besta (Lê-se Papa)?&lt;br /&gt;É, já se viu alguma empresa de cartões–de-crédito fomentando a massa socialista? Não. Melhor a desigualdade que lhes financia e engorda os cofres.&lt;br /&gt;Como são as empresas de cartões-de-crédito são também as igrejas. Hei de sugerir a criação do Jesus Card International. Opa! Ei de lembrar-lhes que no décimo quinto dia o Senhor retirou de sua santa carteira um protótipo de cartão e o batizou como tal, dizendo logo após: "No futuro o homem saberá que todo o mal e desgraça que incidirem em suas vidas terá sido por culpa única e exclusivamente do próprio; mas como minha benevolência não tem limites darei-lhes Jesus Card International para que possam organizar e conviver melhor com seus pecados. Pagarão penitência de vinte ave-marias em dez vezes com juros baixíssimos qu serão cobrados junto a mensalidade dizimal. Agora, desfaça-se a luz, desliguem-se as câmeras e me deixem só pois descansarei!"&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;- Jesus Card International, aceito em todo o território do criador.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;- Em breve o inovador e sacro programa de milhagens e pontos, comece já a pecar mais e garanta pontos suficientes para trocar por um abate no preço de seu terreninho no céu!&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-116923091909695654?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/116923091909695654/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=116923091909695654&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/116923091909695654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/116923091909695654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2007/01/conscincia-concisa.html' title='Consciência concisa?'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-116859992884530289</id><published>2007-01-12T06:02:00.001-05:00</published><updated>2007-01-12T06:05:28.846-05:00</updated><title type='text'>Ademais, nada mais.</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Alvejai o ópio&lt;br /&gt;Com a arma do ódio&lt;br /&gt;Proclamai a morte&lt;br /&gt;Perca teu viço e tua sorte&lt;br /&gt;Derramai moral&lt;br /&gt;Poetinha vil&lt;br /&gt;Ex-fenomenal&lt;br /&gt;Porquanto ainda existiu&lt;br /&gt;Lava tua voz&lt;br /&gt;Tua cara nem ouço&lt;br /&gt;Di-me quão atroz sois&lt;br /&gt;E de ti não mais posso&lt;br /&gt;Brindo a desventura&lt;br /&gt;De paixão perdida&lt;br /&gt;Faça tudo errado&lt;br /&gt;E ponha a culpa na vida&lt;br /&gt;Agora que o medo&lt;br /&gt;Devora-te a alma&lt;br /&gt;Guarda meu segredo&lt;br /&gt;E vê se dessa vez não falha&lt;br /&gt;Ou ralharei contigo&lt;br /&gt;Isso não é bobagem&lt;br /&gt;Redimo-te e presenteio&lt;br /&gt;Com o torpor da eternidade&lt;br /&gt;Agora que estás forte&lt;br /&gt;Tendo o pão comido&lt;br /&gt;Agora que sorri&lt;br /&gt;Achando ter vencido&lt;br /&gt;Vá com tua turma&lt;br /&gt;Sem pedir razão&lt;br /&gt;Esqueça minha alma&lt;br /&gt;Devolve minha solidão&lt;br /&gt;Já que farei parte&lt;br /&gt;Só do teu passado&lt;br /&gt;Já que assim parto,&lt;br /&gt;Pelo quente asfalto&lt;br /&gt;Queime sol, meus pés.&lt;br /&gt;Só assim vou parar&lt;br /&gt;Seca sol: minha dor.&lt;br /&gt;E nunca mais me deixe sonhar&lt;br /&gt;Eu que sou tão fraco&lt;br /&gt;Em toda minha força&lt;br /&gt;Nas cenas do futuro&lt;br /&gt;Cerre agora a cortina&lt;br /&gt;E que mais ninguém me ouça.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-116859992884530289?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/116859992884530289/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=116859992884530289&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/116859992884530289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/116859992884530289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2007/01/ademais-nada-mais_12.html' title='Ademais, nada mais.'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-116842586049401403</id><published>2007-01-10T05:41:00.000-05:00</published><updated>2007-01-10T05:44:20.516-05:00</updated><title type='text'>Inquisição anti-humana</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;color:#ffff00;"&gt;Moralistas pregam as leis a serem seguidas, se esquecendo que nenhum material ambulante segue tudo a regra sem nunca aderir ou ser persuadido por fatores exteriores. Tudo influi em tudo, e nada passa ileso ou totalmente integro.&lt;br /&gt;Uma idéia se torna outra em simples frações quase que nulas de segundo, mas a quase nulidade já é algo e não um vazio – este que por sua vez tende a ter exacerbada credulidade em fé, mas que pouco se sabe de tal. Para todos os efeitos, para todos os desafetos baixamos a fronte e acatamos as leis, sendo elas terrenas ou até mesmo de natureza não táctil – como os surrealismos de crenças religiosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Wonderland tudo seria perfeito, não fosse pela carga existencial desse Tudo que fez com que a totalidade fosse vislumbrada na obra como um caos. Bem, para os de lá aquilo é praticamente a mais adequada das realidades, até por que não sabem da possibilidade de outra, ademais os “quiçás” de um ou outro sonhador, como aqui. Esta é a realidade perfeita, de múltiplas concepções e idealizações. Aqui o inferno e paraíso são a  mesma coisa, muda-se o prisma, mas não a realidade e tudo é igual. Tudo é perfeito e tudo é desastre.&lt;br /&gt;Não rogo pelo conformismo, longe de mim fazê-lo - mas também acho que a revolta deve ter motivos detalhadamente perfeitos e bem explicados, até mesmo para cada um dos que não acham que tudo está certo. Então nisso, vejo pelo menos para mim que a única forma de se mudar algo é mudando, dentro de si, não passo a passo, por que a demasiada calma é estagnante e dura. Mas abruptamente invencionista. Todos têm o poder de fazer tudo, mesmo que apenas na resolução surreal, como sonhos. Mas transpassar isso para a realidade é fato deveras simples. Basta mudar a forma de encarar e ver as coisas, fazer por si e não cair no costume de aceitação totalitária, pois isso é câncer de vida. Hora após hora, minuto após minuto, mas tudo sendo feito como a real unidade por guiá-los?! Oh, isso é a maior macaquice que há, daqui a pouco dirão que comer merda faz bem e que se comer um pouquinho de cada vez nem se sentirá o asco; um pouquinho de merda de cada vez e tudo se resolve? Não! Tudo de uma vez só. &lt;br /&gt;Mudanças de uma vez só. Por isso que nenhum humano real até hoje conseguiu mudar porra nenhuma, e por isso a necessidade do credo em superiores que muito fizeram e que até mesmo modificaram tudo as suas voltas. Oras, mas até assim não eram eles normais, parte do que todos são. Não eram completamente humanos e os que foram não passam de especulação e teses maravilhadas e utópicas como sendo um arremedo do que se é no real, como sendo eles um esboço da perfeição. Tal ideal realmente é possível? Não seria melhor, mais palpável crer em perfeições – mais ainda: “quase perfeições” – mas não de forma completa, mas sim em partes específicas, como máquinas, cada uma tem a melhor peça que existe e por isso faz o melhor trabalho, com o melhor desempenho e produção. Várias unidades bem executantes do que se propõe forma um todo quase perfeito ou com a junção de potenciais diferentes resultando uma máquina excepcional.&lt;br /&gt;Tende-se a crer em tudo como forma de reclamação e contentamento com as limitações, por isso acredita ou se admira demais super-heróis, entidades extra-humanas e outros embustes que fora do mundo literário ou cinematográfico é apenas piada não cabíveis, e mesmo se fosse cadê estrutura para comportar tais qualidades? Somos humanos – nem todos agem como tal, mas para exemplificar fica mais fácil assim – e nisso temos que conviver com limitações e as enfrentá-las como em guerras. Batalhas existem, mas sempre para enfatizar e suprir egos enormes e satisfazer ambições egoístas, e nunca até hoje tomadas como aula de garra, persistência, coragem, segmentação e sedimentação de ideais positivos e altruístas – egoísmo demais faz mal, altruísmo demais é utopia, logo, se deve ter as duas coisas em suas respectivas dosagens. Como se, por exemplo, cada parte do corpo tivesse uma voz ativa: A boca tivesse vontade própria; os olhos idem, as orelhas e outras partes assim por diante, ibidem; e elas pelo intermédio do controle de execução, cérebro, dessem comandos esparsos e egoístas e nisso guerreassem entre si. A boca ordenaria mais energia para si para trucidar alimentos mais consistentes e ter mais tônus e vivacidade para a sedução; as orelhas interessadas na espionagem de tudo à volta também comandariam o cérebro para que seu potencial fosse aguçado; os olhos por sua vez fariam algo similar, assim todas as funções em conflitos egoístas entrariam em batalhas, mandos e desmandos e assim a catástrofe estaria formada. A batalha da hipotrofia contra a hipertrofia no campo corpo humano.&lt;br /&gt;A unidade corporal é algo que transcende a atavismo e por isso o organismo corporal humano funciona tão bem; quando há disfunções, simplesmente adoece.&lt;br /&gt;Se pessoas encarassem a existência como unidade – não digo que todos se amem, isto seria hipocrisia, há diferenças. Mas trabalhassem juntos para o bem de todos e deixassem cada um conciso em si com paz para tal – tudo fluiria de melhor forma.&lt;br /&gt;Mas vaidade, oh vaidade, existes. Obesidade também, e muitos lutam contra ela com sucesso, talvez por vaidade...&lt;br /&gt;Mas preguiça, também existe. Mas muitos a ignoram ou então têm preguiça de pensar em outra forma de vida.&lt;br /&gt;Assim o que vejo é que tudo faz parte de tudo – sem bancar profeta do óbvio ou fazer discurso de miss – toda a existência é intrínseca do que existe e há reciprocidade de noção disso entre as partes, apenas precisa-se atentar-se aos fatos e ideais, abrir os olhos e fechar a boca de vez em quando.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;A quimera seria tal que o mundo entraria em colapso, pois nada mais haveria para ser feito ou então se mudaria constantemente o ideal regente de perfeição. O que há; o que existe, o que existiu e o que existira será sempre perfeito para o momento vivido.A única dúvida que tenho é se as pessoas têm a iluminação suficiente para perceber tal. Ou então é mais conveniente reclamar de tudo e todos? Ralham com tudo, culpam a todos e só por meio desse pandemônio conseguem sentir-se vítima; e mais uma vez, só assim conseguir tal explicação de vida frustrada para a bobagem lúdica aludida em tomos religiosos e ideológicos criacionistas que para nada mais servem do que culpar de maneira suave alguém pela existência e nisso sentir-se bem com tudo por não ser satisfeito e não se satisfazer com nada. A frustração não admitida é o mal. Basta admiti-la e tudo se dissipará.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-116842586049401403?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/116842586049401403/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=116842586049401403&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/116842586049401403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/116842586049401403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2007/01/inquisio-anti-humana.html' title='Inquisição anti-humana'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-116793266420370296</id><published>2007-01-04T12:40:00.000-05:00</published><updated>2007-01-05T22:31:14.786-05:00</updated><title type='text'>Ogros</title><content type='html'>Lá estava o grande fanfarrão com a cabeça descansada sobre o denso galho da enorme sequóia que vira a vida inteira nos momentos de desabafo mudo após os trágicos momentos de felicidade irradiante que houve sempre de cessar abrupta e infelizmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá, mais uma vez, ciente de que nada nunca tomava a figura da ultima prova, ele pensava e sentia a dureza do galho que servia como um aviso de vida em sua mente, mesmo que precisasse sentir à árvore um sentimento intrínseco a sua própria vida, tamanha naturalidade com que o tempo lhes fez por passados lhes fizeram mais do que simples protagonistas de uma vida, os tornara um. O ogro de sangue e a árvore de sanguínea seiva latente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disseram-lhe durante sua última desventura que ele portava-se de uma maneira que não concordava com sua forma. Afinal de contas, ele tinha alguma forma?! Era ele um ogro, sim, de nascimento – abstêmio às classificações formes de ogros com o qual o folclore se firma, ele não parecia com um, pelo menos não fisicamente, apenas na essência e ciência de sua natureza, e talvez – acreditava ele mesmo que os outros dos seus discordassem em alguns momentos – em algumas ações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se davam o direito de duvidar de sua natureza, ele filho de um ogro e de uma ogra, que por isso mesmo cresceu sozinho ao ermo, apenas com a sombra e a dureza da árvore para lhe acariciar. Ele, que sempre matava animais como fazem os répteis, ursos, e leões, com total naturalidade e sem nem ao menos cogitar crueldade, era natural a crueldade, mas não intencional, era simplesmente sobrevivência e deleite.&lt;br /&gt;Sim, sabia que não era verde, sabia que não era tão forte e desproporcional, mas também se julgava retardado e bonachão como os seus. Os céus hão de sempre convir, ou então não era ele um bravo guerreiro da mata e da mortal urbe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que lhe haviam dito era tamanha maldade que nessa obviedade já lhe figurava como inverossímil. Não era ele filho de um ogro e de uma ogra? Mas como não? E por que contaram-lhe só agora. Quem seriam seus pais? Oh, havia corrido para longe antes que chegassem a esta parte da história; mas sim, não podia ser real, não era fato, era apenas uma afronta provocativa e cruel, como todas as outras as quais fora submetido pela simples crueldade de seus pais que faziam isso com naturalidade à todo mundo pois achavam isso divertido, mas não, se não eram seus pais; seria ele realmente inato dos que os criaram? Mas eram ogros, e ele também era, sempre fora. Agora longe e na sua confidente que sempre assentia consigo ele rogava por lucidez, também praguejava e queria desmantelar um barril de chopp e sorve-lo por completo em um único gole. Foi o que fez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegou a sua toca em silêncio, pelo menos no mais perto disso que pode um ogro conseguir. Foi até a cozinha e como não ouviu barulho algum no lar deduziu que estava só em casa. Foi até a adega e de lá tomou nos braços um barril grande de chopp. Foi para seu quarto e lá bebeu tudo rapidamente e deitou-se na cama de barro e palha. Quando começava a cochilar ouvir sons na toca e soube que haviam voltado. Foi até a sala e lá encontrou papai e mamãe. Dirigiu-se à eles e enfim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Não quero ouvir nada, a não ser o que vou lhes perguntar. Nem mais um quarto de palavra vou ouvir, e nem vocês, por hora. – baixou os olhos com medo dos olhares que sempre eram perversos e inclinou-se a pergunta – Se o que vocês me disseram antes realmente é verdade, então, quem são meus pais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ó, isso nunca lhe escondemos, pensamos que embora fosse novo você sempre tivesse a consciência de que não era realmente nosso filho. Sempre dissemos e o tratamos como tal. Ou você acha que nosso comportamento e linguagem era apenas coisa de nossa natureza? Filho da puta, isso sempre esteve presente em sua criação, não? Pois és de fato filho de uma puta. Essa por sua vez foi morta logo após seu nascimento por seu pai, ele havia deixado a prisão havia apenas 5 horas, em condicional, você foi concebido em uma visita de sua mãe à cadeia. E seu pai estava lá há muito tempo, por motivos de dois dos inúmeros crimes que cometeu. Essa é sua história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após ouvir isso o jovem continuou de cabeça baixa e de súbito começou a rir, e mais e mais, ao ponto de ficar sem ar e vermelho – nem quando ria ficava verde, não era evidente que não era filho dos supostos pai e mãe que ali estavam?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Vocês dois, aqui, me criaram por quê? Pena? Hobby? Criação pecuária humana? Tédio?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Simplesmente criamos. Filho da puta bastardo! – respondeu o velho ogro sorrindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E sempre me disseram, não? – Sorria – Mas quanto ao engano, o que me dizem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Engano? Diga qual!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não sou eu um ogro e dos piores? Por minha herança genética, meu sangue, minha luz. Foi me dado o direito de ser tão ogro quanto vocês. Dêem cá um abraço, pois vocês são meus pai e minha mãe. E aqui entre nós. Vocês não são tão ogros quanto dizem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Somos sim, por pura diversão acabamos de voltar da floresta, aonde derrubamos sua amiga árvore e a fizemos em pedaços. É tão bom espezinhar você, mas isso é amenidade, voltemos ao abraço, filhote – disse a ogra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Certo – abriram os braços e se abraçaram todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O jovem foi até a frente da toca aonde estavam os pedaços de sua árvore e lá fez duas estacas com a madeira e voltou para casa aonde encontrou os pais bebendo, pegou os pais pelas costas, enfiou uma estaca na jugular de cada um sorrindo e depois deu uma cabeçada muito forte em cada um para que apagassem; os dois desfaleceram ali naquele mesmo momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nunca mecham com a arvore de um humano só. Ainda mais se esse humano tem convicção de que é mais ogro do que qualquer um. O sangue falou mais alto, digo, a seiva. E hoje, habemos churrasco!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-116793266420370296?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/116793266420370296/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=116793266420370296&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/116793266420370296'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/116793266420370296'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2007/01/ogros.html' title='Ogros'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-116619285696645697</id><published>2006-12-15T09:26:00.000-05:00</published><updated>2006-12-15T12:59:00.870-05:00</updated><title type='text'>Chears!</title><content type='html'>Deplorável é o pensamento dos crédulos de que Tartufo decidiu viver em definitivo naquele país cinza do velho mundo.&lt;br /&gt;Sem austeridade de limpas folhas, o herói de burgos após demarcar suposta residência européia resolveu excursionar por entre os mistérios do novo iMundo (copyright à parte, a graça me convém) de deméritos infames e anciões, corrente de vaidades lascivas pré-vindas da junção de tudo um pouco de todos e muitos exemplares da pior estirpe de diversos lugares. Cosmopolismo vergonhoso!&lt;br /&gt;Então, Tartufo, antes majestade em sua área, viu que aquele lugar entre mar e lagoa tinha tamanho potencial que se por ali permanecesse tão logo haveria de chegar o dia em que o fedor da pútrida hipocrisia e infâmia dos moradores locais o faria sentir-se livre dos estigmas os quais Molière o subjugara amaldiçoado por entremeio da eternidade - ao detalhadamente expor sua constituição psicológica.&lt;br /&gt;Neste lugar, pátrio de injúrias, pré-conceitos e demasiados outros atributos provenientes da ignorância, qualquer déspota, genocida reformado, filho-da-puta de diversas especialidades per findadas sentem-se em casa. Porquanto, nihil muda na essência existencial deste pardieiro infeccioso e transmissivo tido como península. Pois sim, ai de mim! Contrariá-lo-ei até o fim dos tempos, espírito insólito da hipocrisia! Mesmo que venhas a pretender que por sobre mim recaia o infame manto-de-força da sanidade deficitária.&lt;br /&gt;Visto tudo, na fuga do espírito local – lede &lt;em&gt;Hipócritus&lt;/em&gt; – admito quão pitoresco é o local; geograficamente pensando. Mas fede demais o povo. Tartufos potencializados em um milhão em suas almas. Seguidores do orgulho em ostentar ignorâncias várias. Ruminantes diversos do escárnio da desgraça alheia.&lt;br /&gt;Embora nem todos estejam enquadrados neste retrato, ele é ainda fiel a realidade da maioria. Dos que sobram, classificam-se como: Pouquíssimos nobres de espíritos e vários medíocres praticantes da dança da estagnação mental, que em vida rumam constantemente ao lado dos podres.&lt;br /&gt;Oxalá eu estivesse errado. Quiçá fosse engano! Desafortunadamente sabe-se que não o é.&lt;br /&gt;Celebrem com ostras e mexilhões esta infâmia e bradem suas fezes verbais com orgulho e não esqueçam das taças de curare para sorverem e morram nas fogueiras nas quais os poucos que se salvam vos enchergam.&lt;br /&gt;Without Ivory and gold. With a lot of damn bullshit!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-116619285696645697?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/116619285696645697/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=116619285696645697&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/116619285696645697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/116619285696645697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/12/chears.html' title='Chears!'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-116230318166491164</id><published>2006-10-31T08:57:00.000-05:00</published><updated>2006-11-06T12:55:35.680-05:00</updated><title type='text'>Gracejos de uma despedida</title><content type='html'>Aquele era um dia daqueles em que se precisava acordar antes do mundo.&lt;br /&gt;O rosto composto quase que por completo sono desfigurador frente ao espelho lhe dava bom dia e lhe trazia arrependimento por tantas carteiras de cigarro fumadas, garrafas de whisky, lagrimas seguidas por fortes contrações da face, sorrisos desperdiçados com meros ambulantes anônimos que elencavam sua rotina.&lt;br /&gt;Fez a barba com a lâmina acariciando sua face e deixando-a com aparência alva e limpa.&lt;br /&gt;Entremeados por bocejos na expectativa de um gole de whisky fazia a barba, a tremedeira foi tamanha que chegou a cortar-se com a navalha.&lt;br /&gt;Lavou seu rosto como que para esconder sua face e vestir a cara que sua mente pretendia de si. Era de melhor grado.&lt;br /&gt;Foi para a cozinha no silencio que necessitava para não acordar os fantasmas que sua família havia deixado por ali desde a noite anterior quando de súbito foi viajar. Pegou uma xícara de café frio, colocou no microondas e ao retira-la acrescentou uma dose de whisky. O café da manhã de campeão era imprescindível para aquele dia o qual se sabia obstinado há vários invernos atrás.&lt;br /&gt;Sentou-se na mesa e contornando quase meia hora debruçado sobre a mesa com papel e tinteiro escreveu. Pegou um envelope pardo e colocou o anúncio dentro.&lt;br /&gt;Saiu de casa caminhando lentamente pela rua, apreciando tudo o que praticamente havia se esquecido da existência, tal qual pássaros piolhentos que davam esplendidos rasantes; mendigos que não se sabia se estavam vivos ou mortos, mas pouco importava, só serviam mesmo para que o paisagismo fosse mais magnífico devido ao contraste que proporcionavam naquela rua; carros que soltavam fumaça cinza com cheiros desagradáveis que tanto apreciava quando era criança, quase tanto quanto o cheirinho de gasolina ao abastecer; cheiro de gente recém acordada cheirando a estresse-rotina-pressa-preocupação- o qual o fazia rir, pois essa a muito não era uma realidade que conhecia.&lt;br /&gt;Por fim chegou ao final da sua rua, aonde encontrou uma caixa dos Correios aonde depositou aquele pergaminho moderno que havia sido elaborado com a presença de sorrisos, lágrimas, urros e risos consternados sem nenhuma preocupação com o clichê seguido pelos demais como sendo a santa sanidade. Voltou para casa e foi para seu quarto.&lt;br /&gt;No final daquele mesmo dia chegam a casa sua mulher e filhas. Ainda na porta a mulher de conhecimento ostentado com ar de superioridade envolta pela echarpe do elegante anestesiamento de vida se inclina e junta do chão uma carta datada do mesmo dia, de remetente anônimo. Abre-a com certa irritação pelo fator incógnito, retira da bolsa seus óculos enquanto as duas irmãs enfileiram malas pelo corredor – obviamente eram muitas pois havia passado quase 24 horas longe de casa. Três mulheres, suas nécessaires e roupas que deveriam acompanhar o humor que houvessem de portar em cada momento.&lt;br /&gt;Ela começa a ler a carta enquanto um rubor vai tomando conta de sua face, o sangue em seus olhos se aquece, enquanto as duas irmãs percebem, mas dando de ombros continuam na via sacra da futilidade. Então, com lágrimas dançantes e soluços a carta começa a ser anunciada:&lt;br /&gt;“ Não sei quem lê esta carta no presente momento, mas caso seja minha caríssima esposa peço desde já que se acalme e siga minhas instruções. Caso seja minha filha mais velha, peço desde já que devolva a carta para sua mãe pois é falta de educação arrancar coisas da mão das pessoas, mesmo se tratando de sua arrogante mãe. Caso seja minha filha mais nova, gostaria de ter certeza de que realmente és minha filha, mas não o tenho, portanto, que assim seja; devolva a carta para sua irmã mais velha para que esta por sua vez possa devolve-la à sua mãe acompanhada por uma pedido de desculpas que não espero e sei que não haverá de ser sincero pois sinceridade é algo com o qual nunca me deparei na presença de vocês.&lt;br /&gt;Peço que chamem imediatamente nossa empregada, e, por favor, não acreditem quando ela lhes disser entre lágrimas que mantivemos um caso por mais de vinte e cinco anos em segredo, o qual resultou duas filhas – embora seja mentira o que ela lhes contará ainda acrescento que aquelas meninas não são minhas também. - peça que faça a limpeza com esmero e que pelo menos desta vez não me xingue como a um cão. Enquanto ela não chega, por favor, peguem baldes com água sanitária, panos (muitos, muitos mesmo.), e o vidro de chanel nº 5 de minha excelentíssima esposa para expurgar com estilo o cheiro de defunto deixado no quarto, pois aquele poodle que sempre odiei deve estar fedendo mais do que o de costume. Fui embora e não pretendo mais voltar. Pode me difamar à vontade!&lt;br /&gt;Subiram as três as escadas trovejando elogios tais como “filho-de-uma-cadela-puta” “bêbado recalcado” “inimigo dos animais... digo... Veado dos infernos” “maldito desgraçado” “ignóbil retardado!” “Te odeio”. E outros clamores ao suposto fugitivo familiar.&lt;br /&gt;Quando a porta se abre o que se vê é um poodle amarrado pela coleira de um lado da cama e muito sangue, mas de súbito o poodle se acorda e nota-se que aquele sangue não era dele. As três então fazem a volta até o outro lado da cama e encontram o querido e adoravel ente com ambos os pulsos cortados, várias cartelas de remédios controlados esvaziadas e com o crânio perfurado por um tiro.&lt;br /&gt;Nunca se soube se o que se ouviu foram a potencialização progressiva dos gritos de desespero, gritos em constância ou se foram risos e gargalhadas. A mosca não acompanhou a história toda, pois ficou ansiosa para contar a todo mundo o que havia presenciado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-116230318166491164?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/116230318166491164/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=116230318166491164&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/116230318166491164'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/116230318166491164'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/10/gracejos-de-uma-despedida.html' title='Gracejos de uma despedida'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-116149939636002826</id><published>2006-10-22T01:39:00.000-05:00</published><updated>2006-10-22T01:43:16.363-05:00</updated><title type='text'>Descanso</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;-Já perdi a fala e agora o que me resta é somente a voz do olhar. Já travei meus passos, não sou mais forte, sou escasso, nem ao menos consigo gritar. Meu bom senhor, querido amigo. Não posso mais estar convosco. É passada a hora, só me resta ir embora, ainda no espaço do agora preciso encontrar a luz pra me guiar. Nada posso dizer, mas imploro: Por piedade, lê meus olhos. Eles gritam não vês? Minha voz está toda neles, e infelizmente é a única maneira que tenho para berrar.&lt;br /&gt;            Os olhares se entrecruzaram no quarto. Seis olhos. Muitos olhares. Dois olhos castanhos, dois olhos verdes e dois olhos em lágrimas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Doutor, faz tempo que eu irmão aqui reside, para mim é estranho admitir, mas com a alma em pedaços agora admito para mim mesma que não há nada a se fazer. A cura não existe. Irreversível é o que é. Vegetas? Vegetal era a violeta que eu trouxe na semana passada para cá. Ele não é mais nem isso. A violeta floresceu, ele nem isso. Ontem a violeta morreu, ele... Nem isso.&lt;br /&gt;- Não posso dizer que imagino ou que sei como se sentes, não seria eu mesmo se o dissesse. Ele sofre nesta morte viva. Você sabe, percebe. Normal você culpar o karma, destino, traços do desenho da vida, acaso, ou até mesmo a inexistente explicação que não se revela, os braços atados e o que mais houver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele momento a moça triste olha os olhos em água do que estava deitado em gritante sofrimento mudo, então respira fundo. Solta um suspiro da alma, sem nem ao menos perceber, seca o rosto. Arruma os cabelos. Da um sorriso de entendimento ao médico e ao ente. Há tempos não sentia lucidez e leveza.&lt;br /&gt;- Me olhem! Ouçam meu olhar! Cansei de constantemente continuar. Como dizer que “o nada” continua? Nada nem existe, nada não vive! Nada não é nada, e é isso que sou.&lt;br /&gt;Meu único pertence realmente meu dentre tudo o que tenho é a espera. Espero não mais ter que esperar. Tira-me o peso dos ombros. Nem ombros e nem peso sinto. Não sou homem, nem ao menos mito.&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;            O médico consente. O médico deixa a sala.&lt;br /&gt;            Agora ali apenas havia os olhos da irmã, e os gritos que piscavam lentamente em desesperada súplica.&lt;br /&gt;Agora ali estavam apenas os lábios e a testa, o beijo. Dois olhos fechados. Agora só um suspiro de alivio.&lt;br /&gt;Dois olhos se abriram uma lágrima correndo, encontrando o lábio que sorria. O outro olhar não mais se mostraria, nunca mais gritaria. Ao som do bip constante do aparelho que em um só toque contínuo revelava que o olhar não se mostrava, pois o coração não mais batia.&lt;br /&gt;            Agora e por bem só um olhar que chorava sorria. O outro partira e talvez em seu alívio e descanso, longe da matéria também sorrise.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-116149939636002826?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/116149939636002826/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=116149939636002826&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/116149939636002826'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/116149939636002826'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/10/descanso.html' title='Descanso'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-116100424831542014</id><published>2006-10-16T08:09:00.000-05:00</published><updated>2006-10-16T08:10:48.326-05:00</updated><title type='text'>Doce Fama</title><content type='html'>Lá estava ela, havia acordado há pouco tempo e agora estava na sacada frente ao janelão que aberto iluminava plenamente bem o quarto com aqueles preguiçosos e envergonhados raios de sol. Mas aquele dia, embora o sol deixasse a cidade bem clara estava frio, ventoso e úmido.&lt;br /&gt;Ela sorria, sentindo o vento em seus longos cabelos pretos, revoltos na liberdade do ar feliz de mais um dia.&lt;br /&gt;Mais um dia feliz, e fazia bem poucos dias que ela começara a sentir-se assim. Nunca houvera sentido.&lt;br /&gt;Sentia-se amada, por saber que agora várias pessoas pensavam nela. Algumas constante e intensamente. Ela agora era parte da vida de muita gente. Nunca antes houvera sido.&lt;br /&gt;Fora criada em uma família desunida, violenta e sem amor.&lt;br /&gt;Pouco antes de ir para a janela sentir o vento e ver que havia começado mais um dia em que ela era quista por várias pessoas desesperadamente; quando acordou viu sangue nos lençóis brancos e se assustara. Dirigira-se frente ao espelho para ver se via em seu corpo algum motivo ou lugar de onde aquele vinho havia saído, porém acalmou-se e sorriu, pois nada encontrou. Foi então que foi para a sacada.&lt;br /&gt;Ao sair da sacada, foi até a mesinha ao lado da cama, abriu uma gaveta de onde tirou três vidrinhos: Um de analgésico, um de aspirinas e um outro de uma amostra grátis que havia pegado durante um descuido na última consulta que tivera com seu médico. Abriu-os e tirou dois comprimidos de cada frasco. Não estava sentindo nada, pelo contrário, estava muito bem, mas previa que alguma dor irritante pudesse vir a lhe atormentar a qualquer hora. Portanto, por que não?&lt;br /&gt;Pegou o copo que estava sobre a estante ao lado de algumas revistas – revistas que tratavam do cotidiano de celebridades. Fofocas – que comprou pensando que nada impedia que ela fosse motivo de alguma matéria em algumas delas. E por que não a capa?&lt;br /&gt;Afinal de contas tanta gente a queria, tantos gostariam de saber mais sobre quem era. Bebeu e engoliu os comprimidos. Tão bonitinhos!&lt;br /&gt;Então começou a se vestir para aquele dia. Frente ao espelho. Admirando a bela face e formas que eram tão desejadas. E cada vez haveria de ser mais e mais. Que deus lhe ouvisse!&lt;br /&gt;Vestiu meia-calça escura, uma saia preta, uma blusa branca com mangas compridas e gola role. Colocou o sapato com o maior salto que tinha – afinal de contas merecia sentir a sensação de elevação. Algo como um pedestal – também luvas pretas com detalhes de strass nas costas das mãos. Ela adorava luvas, pois a faziam sentir-se muito mais segura, mais aquecida. Mais segura, definitivamente.&lt;br /&gt;Foi até a sala aonde se dirigiu direto para o barzinho, pegou uma taça e serviu-se de Martini (com uma azeitona).&lt;br /&gt;Sim, era de manhã, era cedo, mas ela era praticamente uma celebridade, portanto, podia ser excêntrica.&lt;br /&gt;Sorveu o Martini de uma só vez. Sorriu. Pensou. Saiu.&lt;br /&gt;Foi até a porta do apartamento ao lado do que estava e tocou a campainha sem exitar.&lt;br /&gt;A porta se abriu e uma mulher lhe atendeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom dia! O que deseja?&lt;br /&gt;-Bom dia! Sou Ofélia, sua vizinha. Me mudei ontem pra cá e resolvi conhecer a vizinhança. Moro no 201.&lt;br /&gt;- Oh, é um prazer! Sou Eneida. Não sabia que o senhor Carlos havia se mudado, mas tanto faz, nunca tivemos contato. E para dizer-lhe a verdade, nunca gostei muito dele. Será bom tê-la como vizinha; espero que venhamos a nos dar bem. Moro sozinha, será bom ter uma amiga por perto.&lt;br /&gt;- Ah, com certeza nos daremos bem – Sorria.&lt;br /&gt;- Já tomou café-da-manhã? Gostaria de me acompanhar?&lt;br /&gt;- Será uma honra!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eneida fez sinal para que Ofélia passasse para dentro do apartamento. Ofélia foi entrando. Eneida fechou a porta.&lt;br /&gt;- Importa-se se tomarmos o café na cozinha?&lt;br /&gt;- De maneira alguma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Eneida se virou rumando à cozinha esperando que Ofélia lhe seguisse sentiu que as mãos de Ofélia estavam em seu pescoço. Ofélia apertava bem forte, Eneida relutava desesperadamente e não podia gritar. Ofélia soltou-lhe o pescoço e rapidamente cravou-lhe um punhal de prata nas costas. Deixou-o lá. Voltou a apertar o pescoço da mulher e assim o fez até que dela não ouvia e não sentia nada além do silêncio de quem parte.&lt;br /&gt;- Agora mais gente vai me querer! Eneida, minha mais nova ex-futura-vizinha-amiga, fará companhia ao senhor Carlos no banheiro do quarto dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após algum tempo saiu pela porta de entrada daquele prédio.&lt;br /&gt;Era inverno, mas ela estava com uma alegria primaveril no rosto e qualquer um podia notar.&lt;br /&gt;Estava frio. Esfregando as mãos olhou as luvas e disse:&lt;br /&gt;- Como é bom sentir-se segura.&lt;br /&gt;Abriu a bolsa, pegou dois comprimidos de cada frasco, daqueles que havia posto na gaveta ao lado da cama na noite passada. Tirou também uma garrafinha de whisky – daquelas miniaturas que dão em aviões e quartos de hotel -, tomou os comprimidos com aquele whisky.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi direto ao táxi que estava estacionado bem próximo.&lt;br /&gt;- Para onde, senhora?&lt;br /&gt;- Ainda não sei. Vá dirigindo para qualquer lugar enquanto decido.&lt;br /&gt;- Sim, senhora.&lt;br /&gt;- Pode me chamar de... Patrícia. E é senhorita! – Sorriu&lt;br /&gt;- Pois bem, Dona Patrícia.&lt;br /&gt;Você é tão bonito! Já sei para onde ir. Você mora por perto?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-116100424831542014?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/116100424831542014/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=116100424831542014&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/116100424831542014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/116100424831542014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/10/doce-fama.html' title='Doce Fama'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-115936429191395283</id><published>2006-09-27T08:36:00.000-05:00</published><updated>2006-09-27T08:38:11.923-05:00</updated><title type='text'>Café</title><content type='html'>Aquele sonho lhe dizia expressamente “Não acorde!” e ele continuava mergulhado no irreal por conveniência e descanso. Nem o odor de café forte o tentava com suficiente afinco para realmente tira-lo daquele estado. Sonho.&lt;br /&gt;Para ele sonhar era encarado tal como realidade, mais do que estar acordado. E quem lhe garantia que aquele perfume de café vinha da realidade bostal e não do sonho adorado? Afinal de contas há meses vinha tendo o mesmo sonho e pelo que se lembrava sempre havia o odor de café. Realmente sempre que evadia para a realidade encontrava café fresco e recém passado, o qual bebia com amor, mas aquele perfume era tão bom que no sonho se perguntava:&lt;br /&gt;- O café que tomo quando acordado é bom o bastante a ponto de ser dignamente merecedor da associação com este perfume que sinto?&lt;br /&gt;Foi então que irremediavelmente irrompeu o quarto em que seu corpo se encontrava dormente sua mãe, e o despertou com o barulho que fez ao abrir a janela naquele dia ventoso e o vento e o vento empurrar com força uma folha desta contra a parede. Infelizmente acordou.&lt;br /&gt;-Puta merda! Mais uma vez saí do mundo para voltar a acordar.&lt;br /&gt;-Não ralhe comigo a esta hora, ainda é cedo! Deixe para fazê-lo ao fim do dia.&lt;br /&gt;Ele levanta-se, vai até o banheiro, lava o rosto, volta até o quarto, veste-se e vai ao encontro do café.&lt;br /&gt;Realmente não era real. Era de café aquele odor maravilhoso, mas não daquele. Mas aquele também estava bom.&lt;br /&gt;-Agora acordei de vez – pensou ao saborear os primeiros goles daquele café bem forte, do jeito que o acordava bem – Noite que vem espero conseguir saborear em sonho o café daquele perfume que me seduziu. Talvez assim eu acorde dentro do sonho, e daquele mundo jamais torne a sair.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-115936429191395283?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/115936429191395283/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=115936429191395283&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115936429191395283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115936429191395283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/09/caf.html' title='Café'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-115913257270075746</id><published>2006-09-24T16:15:00.000-05:00</published><updated>2006-09-24T16:16:12.713-05:00</updated><title type='text'>O quadro da névoa</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Ela corria apressada com a pressa de quem precisa esquecer. Ela perdia o ar, mas continuavam na dança das lembranças com as quais não conseguia mais conviver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era tarde. Noite feita. Ninguém pela rua, só o sereno. Caso ela fosse vista de longe, lhe serviria como adorno – seria perfeita para um quadro em névoa, se fosse pintura - mas era apenas angústia, nada mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora sobre a ponte, grande ponte de se ultrapassar, como ritual ela escolheu a obra colossal, como se a ultrapassando, os seus limites os seus medos que  a estavam  sufocando lhe deixassem por permanecer do outro lado. Teriam eles o medo do que havia por debaixo da passante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo agora já parecia distante, tudo a que ela se apegava crendo que assim deixaria o mal no passado, engano, ainda estava com o enorme fardo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se é que mortes transcendem culpas, ela tentaria; se é que cansaço ultrapassa razão, ela saberia; se é que angustia passa com o tempo, com isso ela não mais se enganaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava só. Há muito não ficava assim. Estava mal, mas se alguém estivesse por perto seria por pouco tempo, pois ela não iria suportar, haveria de fugir e de qualquer maneira, qualquer meio que pudesse percorrer paralelo a escolha daquele momento levaria ao mesmo caminho, não havia destino diferente dentre todos os possíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim mesmo, ela que em nada se segurava a crer, pensava agora que tudo era parte de um jogo de cartas marcadas automaticamente muito antes de alguém pensar em nascer, muito antes de qualquer coisa ocupar lugar. Existência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos se prendem à vida através de fé. Isso ela não tinha, agora longe daquela ponte agonizante, já perto das águas mais a seu nível, na beira do mar da sorte ela percorria o caminho tortuoso e errático que levava ao mesmo caminho que todos os outros, ao mesmo lugar. Não haveria de ser diferente, a menos que ela não fosse ela mesma e num piscar de olhos se tomasse em outra mente, outra vida, outra personalidade. Isso é, sua salvação apenas existia num sonho infantil, numa utopia que ela não ignorava, até pensava, mas sabia totalmente que a isso ela não poderia se apegar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como é que as pessoas convivem umas com as outras? Muitos lidam bem com a morte, isso eu até entendo, mas como lidar com a vida? Nisso eu não me fixo, não pertenço, não me reconheço – dizia ela em voz alta pra si mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais próxima da água ela andava, a sorte lhe molhava os pés, mas não lhe convidava a si. Seus pensamentos faziam ondas intensas, ela estava mais tensa. Estava cada vez pior, cada vez mais humana. Cada vez mais temida por si mesma.&lt;br /&gt;Continuava a corrida. Inesgotável até ali. Ofegante, mas firme, nem um pouco hesitante. Ela só tinha a ela mesma, suas lembranças, seus horrores, a sorte a molhar seus pés e o terror de continuar daquele jeito. Mais por dentro da água, com até a cintura já coberta pela sorte ela continuava, incansável, mas não passava, queria um fim para aquilo, mas ainda a água era demasiada rasa.&lt;br /&gt;Corria mais, quanto mais difícil fosse mais força aparecia inexplicavelmente para ser usada e, então, ela caiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas bolhas na água, e o horror passou. Não vejo mais nada. Só a sorte pura ali está, mas ninguém por cima ou nela sendo vista a trafegar.  &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-115913257270075746?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/115913257270075746/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=115913257270075746&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115913257270075746'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115913257270075746'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/09/o-quadro-da-nvoa.html' title='O quadro da névoa'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-115903241185787426</id><published>2006-09-23T12:22:00.000-05:00</published><updated>2006-09-23T12:38:17.420-05:00</updated><title type='text'>Sem última companhia</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;br /&gt;Ele entrou na sala, era tarde, seu típico andar ritmado, havia dado espaço sem que ele percebesse a uma postura curvada, arrastando as pernas com força, tentando vencer o cansaço. Lúcifer mal o olhou; isso era estranho, era tão apegado ao dono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acendeu uma vela, estranhando sua própria postura contra luzes artificiais, como sempre fazia; sempre estranhava a si mesmo em algum momento, e por algum motivo, que normalmente nada eram além da busca de razões para auto-penitência depois. O depois chegou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Lúcifer, por que não veio a mim quando cheguei?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O olhar de Lúcifer dizia a ele que o motivo era cansaço, Lúcifer talvez tivesse se cansado demais durante o dia atrás de alguma presa, alguma perna de cor, alguma roda-viva que transitara por ali. Mas ele não ouviu o que aqueles olhos que sempre foram fiéis a ele lhe disseram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Lúcifer, por que não vens agora a mim? – dizia com um sorriso de canto enquanto abria uma garrafa de um whisky vagabundo de marca que não merece vir a conhecimento, o qual comprou como sendo whisky artesanal. Agora ralhava contra si mesmo mais uma vez por ter acreditado em tamanho absurdo. Os absurdos consentidos são sempre mais leves, mas sempre piores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lúcifer permanecia parado, apenas olhando de baixo, com apego e ao mesmo tempo indiferença – Lúcifer era complicado, quase tanto quanto o dono - o cansaço também estava lhe pesando as feições, e ele não relutava em esconder isto.&lt;br /&gt;O whisky fluía por sua garganta e a anestesia das emoções do dia lhe começava a efetuar o objetivo.&lt;br /&gt;Então, batendo com o copo fortemente na mesa disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Cansei Lúcifer, há muito que você é o único com quem posso contar, mas agora não me tens mais aqui, ou não lhe tenho mais aqui! Não sei o que acontece. Não somos mais a mesma unidade - Parou por um segundo, vislumbrou de canto de olho o lume da vela e então continuou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Lúcifer! Não vou mais lhe evocar quando chegar! E também não quando sair!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só agora via que estava mais só por que o cansaço, coisa infame, o afastara de quem era a única companhia que pensava ter: Lúcifer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora nem Lúcifer lhe era companhia, e se assim era, talvez nunca o tenha sido.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-115903241185787426?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/115903241185787426/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=115903241185787426&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115903241185787426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115903241185787426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/09/sem-ltima-companhia.html' title='Sem última companhia'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-115886724823205137</id><published>2006-09-21T14:24:00.000-05:00</published><updated>2006-09-21T14:42:58.396-05:00</updated><title type='text'>Solando em sol e lua</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Solícito, o solista soltou seu som longe do sol.&lt;br /&gt;A lua lhe havia pedido uma melodia&lt;br /&gt;O som fluía, janelas se abriam.&lt;br /&gt;Pessoas gritavam, enlouqueciam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Porque tanto alarde, ser de vida vadia?!&lt;br /&gt;-Não percebes o quão já é tarde? Antes eu dormia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O solista não se importou, olhava a lua que lhe agradecia, sua luz aumentara, o solista sorria.&lt;br /&gt;-Esta luz não é minha, caro solista, o sol que me empresta; ele só aumentou a intensidade porque seu som o deixou em festa. Quis que eu lhe iluminasse mais. Mal sabe o sol o tamanho da luz que você e sua arte possuem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais janelas eram abertas, e mais gritos de pessoas alertas:&lt;br /&gt;-Cale-se!&lt;br /&gt;-Bravo!&lt;br /&gt;-Como é linda a canção!&lt;br /&gt;-Filho-da-puta, não percebe que horas são?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, o solícito solista entristeceu a lua e o sol: Parou de tocar; o povo parou de gritar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao caminhar, foi tocado no ombro. Lá estava a calejada mão de um sujo senhor, um mendigo de bom coração.&lt;br /&gt;O solista o viu, e percebeu que seus olhos estavam cheios de lágrimas.&lt;br /&gt;-O que houve caro senhor? Sentes dor?&lt;br /&gt;-Sim, há muito tempo não me sentia feliz. Hoje fiquei feliz, e como há muito tempo não sabia o que era sentir-se assim até doeu. Várias noites na rua viví, mas só hoje realmente estive vivo. Hoje foi a única noite que terei orgulho de lembrar-me enquanto eu existir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O solista impressionado olhava e ouvia, enquanto o velho prosseguia:&lt;br /&gt;-Esqueça-se de mim, mas nunca mais deixe de alegrar o sol e a lua. Não se importe com quem reclama, são mais infelizes do que eu que vivo na rua.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1602/3021/1600/clave_de_sol_y_luna.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1602/3021/320/clave_de_sol_y_luna.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem costuma ler meu blog (se é q alguém costuma fazer isso) já deve ter notado que eu peguei mania de procurar alguma imágem que tenha algo a ver (ou não) com oq escrevo, daí hoje, no google images achei essa e adorei, tudo a ver com o bagulits q escrevi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zleepwalker, keep living!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-115886724823205137?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/115886724823205137/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=115886724823205137&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115886724823205137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115886724823205137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/09/solando-em-sol-e-lua.html' title='Solando em sol e lua'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-115876531959540570</id><published>2006-09-20T10:11:00.000-05:00</published><updated>2006-09-20T10:15:19.606-05:00</updated><title type='text'>Reflexão do só</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;“Todas as faces são iguais”. Pensou em voz alta o espelho do velho e eterno eremita.&lt;br /&gt;- Mas porque pensas assim, caro companheiro, EU em avesso?&lt;br /&gt;- Pois são e é verdade!&lt;br /&gt;O eremita para, reflete, enquanto o espelho também parado reflete.&lt;br /&gt;-Essas rugas sob seus olhos são por culpa da luz, odeias o sol, te escondes aqui, és covarde!&lt;br /&gt;- Não, minhas rugas são culpa do tempo. Ele passa.&lt;br /&gt;-Sim e com ele vários sóis vêm e vão.&lt;br /&gt;-Não, espelho. Há apenas um sol, ele se põe e depois regressa.&lt;br /&gt;-Sei que são vários sóis, o que acontece e lhe confunde é que as faces dos sóis são todas iguais.&lt;br /&gt;-Ah, espelho tolo! Porque lhe dou atenção? Nada sabes. Daqui jamais saísses!&lt;br /&gt;-Caro velho. Eremita ancião; seus brancos e longos cabelos não são tão brancos quanto a folha de papel em branco que tens no lugar do que deveria ser sua memória. Algum dia fui trazido para cá, ou não?&lt;br /&gt;-Cale-se, pois sobre nada sabes, apenas imita o que lhe passa pela frente. É praticamente um inútil truão.&lt;br /&gt;-Sim, o truão que alimenta sua vaidade, o que lhe mantém vivo. És igual a todos aos quais evitas. Matéria de vaidade. Todos com a mesma face!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O eremita paralisa-se e em um impulso muito rápido da um soco, assim, fragmentando o espelho em várias partes.&lt;br /&gt;-Viu? Você não é nada! – Diz ofegante e satisfeito o eremita.&lt;br /&gt;Então não havia mais uma voz de espelho, mas diversas vozes vindas de diversos eremitas pelo chão, dizendo: - Sois vários, mas todos iguais. És vaidade, nada mais do que um mortal. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-115876531959540570?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/115876531959540570/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=115876531959540570&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115876531959540570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115876531959540570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/09/reflexo-do-s.html' title='Reflexão do só'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-115862974287242335</id><published>2006-09-18T20:32:00.000-05:00</published><updated>2006-09-19T10:15:35.800-05:00</updated><title type='text'>Desconhecidos</title><content type='html'>Sérgio - Escuta aqui guri: Eu sou de um tempo onde se respeitava os estranhos e não se agia de maneira tão imatura e dispendiosa&lt;br /&gt;Maurício - Meu senhor, apenas fui eu mesmo ao passar por ti e não lhe olhar, fiz isto por piedade, pois sei que meu olhar poderia feri-lo&lt;br /&gt;Sérgio - Oh atualidade, oh modernidade tão idiota e utopicamente auto-suficiente. Por que negas o olhar e o acenar de cabeça a um estranho.&lt;br /&gt;Maurício - Meu senhor, pra começo - meio- de conversa, nem sei por que estou conversando com você, fui ensinado a não ter para com estranhos.&lt;br /&gt;Sérgio - Pois isso demonstra que à você falta maturidade, falta crescer.&lt;br /&gt;Maurício - Não, nego isto que dizes a mim; pois muito já cresci, ainda mais por ter crescido por mim mesmo, sozinho.&lt;br /&gt;Sérgio - Sozinho por que quisestes caro jovem.&lt;br /&gt;Maurício - Não, porque não tive alternativa, estava acompanhado pelo nada, nada além de mim mesmo durante todo meu crescimento.&lt;br /&gt;Sérgio - E porque então nunca deixasse que algum suposto estranho se transformasse em alguém conhecido, alguém próximo.&lt;br /&gt;Maurício - Senhor estranho, senhor desconhecido, talvez você não esteja me reconhecendo, mas só me explique uma coisa, só uma: Porque não quis ser meu pai, sem nem ao menos me ver crescer, me conhecer, saber se eu seria bom ou mal?&lt;br /&gt;Sem resposta alguma parte o adolescente por entre uma multidão igual dantes ao ter esbarrado o estranho, e perde-se para sempre, e nunca mais voltaram a se cruzar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=&gt;O nome das personagens foi colaboração do Biel, pq não sei dar nome a personagens. Sou limitado em nomenclatura. Por favor Biel, me diz oq tu achou dessa merda de dialogo!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-115862974287242335?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/115862974287242335/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=115862974287242335&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115862974287242335'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115862974287242335'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/09/desconhecidos.html' title='Desconhecidos'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-115847716080636194</id><published>2006-09-17T02:03:00.000-05:00</published><updated>2006-09-17T02:12:40.816-05:00</updated><title type='text'>Força!</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Agora o vampiro/elfo não teme mais seu próprio olhar, e confia mais em seu senso atávico, não desconsiderando a lógica humana, mas usando-a em reforço da primeira sensação, do bom senso que meu espírito errante transita.&lt;br /&gt;Atendendo e usando a lição dos cíclicos e permanentes.&lt;br /&gt;Abandonando a infame postura de guarda protecionista, para passar ao posto de portador, dono de si e de seu próprio rumo, independentemente do pensar e do foco dos olhares da figuração humana medíocre que circunda aos borbotões a espera de quedas para se sentirem menos ínfimos, quando na verdade não o deixarão de ser, pois quem é elevado cai, mas tem na própria natureza a magia de elevar-se com força maior ainda que de antes.&lt;br /&gt;Olhar alto, nariz empinado, cabeça sobre o pescoço, assim me portarei em definitivo, enquanto outros, – sabe-se que em francês pescoço tem o mesmo som da palavra cu em português- enquanto outros têm seus suas caras de cu sobre seus pescoços (lembre do francês e ria da redundância.)&lt;br /&gt;Mais uma vez passei do abismo que parecia ser inalterável e definitivamente final, para o estado de estrela no pedestal inatingível, e assim estou, em definitivo. Bem, estou bem. Queres-me bem? Queres-me mal? Posso ser mau.&lt;br /&gt;Piso docemente sobre uma pedra no meu sapato, esperando que docilmente este pobre coitado se limite a sua infelicidade em silencio sem querer expandi-la e transmiti-la a outros.&lt;br /&gt;Minha infância me veio em mente tanto que minha mente flui agora em turbilhões de pensamentos e sentidos de lições de moral que não eram lições de moral intencionalmente dadas, apenas coisas que presenciei, mas que na hora apenas vi, senti, mas não absorvi; e agora me dou conta do quão significativos foram os ensinamentos silenciosos pelos quais passei, e estes quais não passaram, continuam na minha mente.&lt;br /&gt;Anjo/elfo/Diva me espanca com realidades que na hora me chocam, mas que depois me fortalecem de maneira descomunal, obrigado por existires, e parabéns.&lt;br /&gt;Sei agora mais do olhar do que poderia ver, vejo mais do olhar do que podia olhar outrora com meus olhos.&lt;br /&gt;Fez-me ver que a derrota é plausível, quando por fraqueza diante de algo que se tentou; mas que a desistência de algo a que nem se integrou para tomar conhecimento e controlar a situação (própria vida) é coisa de frouxo. Cuspamos na cara dos frouxos!&lt;br /&gt;Saberei o que os outros pensam por detrás das mascaras, temos mais poder, nossa vulnerabilidade é nossa maior força.&lt;br /&gt;Sim, é muito mais forte o mal que derruba uma construção com mais velocidade do que ela foi construída. Mas definitivamente é mais forte quem se antepõe aos presságios dos antagonistas, figurantes de quinta que enchem lingüiça no roteiro e elenco do que se chama vida.&lt;br /&gt;Um brinde ao poder do saber e do auto-conhecimento!&lt;br /&gt;E, parabéns, minha família. Anjo/elfo/diva...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1602/3021/1600/vmpentagrama.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1602/3021/400/vmpentagrama.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-115847716080636194?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/115847716080636194/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=115847716080636194&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115847716080636194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115847716080636194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/09/fora.html' title='Força!'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-115742817869582718</id><published>2006-09-04T22:47:00.000-05:00</published><updated>2006-09-04T23:01:15.256-05:00</updated><title type='text'>Quem escreve é a vovozinha...</title><content type='html'>O que fazer quando os méritos de seus ideais, suas transmutações literárias, suas benfeitorias e alucinações gráficas não são creditadas a você?&lt;br /&gt;Oh, as idéias não se parecem com você; oh, seu estilo literário não lhe cabe no espaço de sua etariedade? Será que sois um E.T., ou algo de novo tão bizarro quanto – sim, todo o desconhecido é bizarro, ao passo de que é temido – ou quem sabe sois muito bem sucedido no mimetismo que lhe foi ensinado pelos animais para que você se defenda?&lt;br /&gt;Fico com a ultima alternativa, e muito entusiasmado, pois, com absoluta certeza a inquisição das mentes não me transformará em ornamentação residencial de parede em cruz. Não serei o novo supra Super Star de lares, e nem uma versão high tech power do dito-cujo. E então a ira do desmerecimento interpela-se e migra para o posto de orgulho e sentimento de trabalho de vida bem elaborado.&lt;br /&gt;-Querida professora... ahhh, não vou fazer isso.&lt;br /&gt;Quimeras se passarão, escritos serão lidos, idéias colocarão em tronos e em cárceres seus difusores e criadores, mas mais bem sucedidos serão aqueles cuja vida não condisse com a obra idealizada. Assim, nos sentimos talvez como os inventores de uma máquina de primordial funcionamento e igual complexidade ao ver que meros mortais tentam aprender seu engenho, damos pinceladas iniciais em telas em branco para que dali se elaborem obras de arte, mas não as fazemos por completo, somos mais do que isto. Damos a vida, mas não dizemos como vive-la, tal Deus. Como já anunciei, sou Deus. Pelo menos posso dizer que: Eu também sou Deus. Você não? Pobre coitado sois; tanto com resposta para concordar ou para se opor. Este meu jogo é perigoso, então o ignore, ou arrisque-se nele. “banque” se tiver o devido cacife. Mas, a loucura pesa muito e o corpo é vulnerável demais para carregá-la. Muito mais forte é o corpo de um insano do que o de um halterofilista. Se não houve a pretensão de bancar, mas também houver algum interesse de ser parte integrante da cena, então blefe, é sempre de belo resultado quando bem feito, disse quando-bem-feito.&lt;br /&gt;Alheio às delongas. Mais calmo pela afronta. Alegre pela sombra que me protege. Ainda com o mesmo ideal, talvez mais fortalecido depois de hoje. Far-se-á agora na minha certeza a solidez completa da idéia do super tornar-se realidade.&lt;br /&gt;Talvez o prelúdio do texto devesse ter sido: Sou demasiadamente feio, bonito; forte, fraco; doce, mentolado; sincero, político; quieto, profusamente gritão ideal... Seja como for, está tudo funcionando, minha idéia de fama só exige fanatismo de mim mesmo. Então estou contente.&lt;br /&gt;Deixem os leões entrarem, Roma continuará a beber sangue pelos olhos, o vampirismo popular necessita. Embebedem suas crianças com a caixa de cores mágicas, da-se como inimigo de seus filhos, mas sempre há uma bactéria mais forte do que a massa que se mortifica para evoluir e aprender que o antídoto não prevalece, e que depois risoriamente parece mais um placebo inútil. Assim são as idéias de que tem consciência de todas suas almas dentro de si. Assim são os humanos merecedores da vida, os intensos, os que realmente vivem. Tão queridos pelo mundo. Este mundo somente para loucos e Raros!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em silencio penso: Agora as luzes diminuem agora a cortina começa a cerrar-se enquanto reverencio agora as luzes se apagam por completo e ao seu fim a cortina já terá inteiramente se fechado. Nisso, volto à cochia, e quando sair daqui ninguém ligará a personagem ao profissional.&lt;br /&gt;Merda!&lt;br /&gt;Quebrei a pernaaaaaaaa!!!!!&lt;br /&gt;Merci!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenciosamente, a vovozinha.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-115742817869582718?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/115742817869582718/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=115742817869582718&amp;isPopup=true' title='7 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115742817869582718'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115742817869582718'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/09/quem-escreve-vovozinha.html' title='Quem escreve é a vovozinha...'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-115724162269198531</id><published>2006-09-02T18:54:00.000-05:00</published><updated>2006-09-02T19:50:46.356-05:00</updated><title type='text'>?Mão na consciência!</title><content type='html'>Temos que superar, superar nos levantando para o próximo e eminente tombo.&lt;br /&gt;Assim, a roda viva flui, tende a se repetir e se qualquer um se permite, acaba por se inozar por completo e perder os movimentos, ficando apenas na névoa da auto-piedade e lamento.&lt;br /&gt;Somos o prato servido na tristeza de banquete, somos o alvo mais atingido pela discórdia trazida pelo tempo e pelos maus agouros da perda.&lt;br /&gt;Perdemos, caímos no fundo do poço, nos erguemos, mas quase sempre voltamos a imergir antes mesmo de nos tomar como a salvos da queda, pois ela não tarda e também não falha.&lt;br /&gt;O apego geralmente nos é natural, mas, há poucos, os poucos e raros que não conseguem tanto se doar aos afagos dos seres, exatamente por preverem a despedida indireta que poderá acontecer no futuro, à falta que o ser fará no futuro, o vazio e o nada – além de lembranças- que serão deixados pela pessoa, ser.&lt;br /&gt;Quiçá o “por vir” fosse sempre tão ameno quanto nas histórias lúdicas e utópicas as quais idealizamos quando crianças. Quisera ter a total noção e controle dos fatos sucessores do instável presente. Ah, se tudo fosse de acordo com as regras do agrado, do doce querer, do feliz viver (utopia).&lt;br /&gt;O peso do perdão nos deturpa os sentidos ele é demasiadamente maior do que podemos suportar então este sobrepeso nos danifica a alma, caleja e agride o senso humano. Nesses pontos, avaliando o medo da perda e o peso de perdões concedidos e ganhos, perdemos muito da essência humana, ficando aprumados no sentido e direção de metamorfar-nos em zumbies, humanos espírito-de-porco, seres vis, sem sentimentos puros e somente os que são ornados de subliminaridades em letras miúdas.&lt;br /&gt;Como seria bom, como seria fácil, como seria de bom grado: Ser forte. Quase ninguém é, vários de nós são de corpo, e pobres de força de alma, somos enigmas que não se sabem. E apenas em momentos de provações exibimos boas partes de nosso potencial de força.&lt;br /&gt;Então, por-nos-emos à prova, ou então negaremos nossa real força e assentiremos com o tempo a passar e nada de nossas vidas a se mostrar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1602/3021/1600/hand%20logo.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1602/3021/400/hand%20logo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mãos à tela!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que os loucos e raros perdurem...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-115724162269198531?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/115724162269198531/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=115724162269198531&amp;isPopup=true' title='5 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115724162269198531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115724162269198531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/09/mo-na-conscincia.html' title='?Mão na consciência!'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-115652545454686215</id><published>2006-08-25T12:00:00.000-05:00</published><updated>2006-08-25T21:21:17.696-05:00</updated><title type='text'>...</title><content type='html'>A letra na parede!&lt;br /&gt;Por onde anda você?&lt;br /&gt;Pensei que submersa na minha incerteza&lt;br /&gt;Pensei que não serias mais a mesma&lt;br /&gt;Passados estes anos,&lt;br /&gt;Ainda lembro do seu jeito&lt;br /&gt;Ainda maquino contigo os mesmo planos&lt;br /&gt;O Plano principal de vencer no duelo,&lt;br /&gt;De ver o cansaço tomando distância logo&lt;br /&gt;Aquele tratado de levantar o rosto aos ventos&lt;br /&gt;Sentindo que a existência acaricia a fronte&lt;br /&gt;Sabendo que os momentos são iguais apenas no fato de serem únicos&lt;br /&gt;Lembro dos passos lado a lado&lt;br /&gt;Parece que estas a meu lado&lt;br /&gt;Avisto seu sorriso em qualquer lugar&lt;br /&gt;Queria não lembrar do dia em que escondida estavas a chorar&lt;br /&gt;Não culpo mais o sopro do teu fim, mas dói ainda&lt;br /&gt;Tua voz me faz companhia, mas queria tua mão na minha&lt;br /&gt;Me sinto um tanto errante, quase completamente,&lt;br /&gt;Sei que sou inconstante, quem entede?&lt;br /&gt;Você entendia, minha vida vivia&lt;br /&gt;E eu vivia a sua, era uma só. Era a melhor&lt;br /&gt;Minhas pernas não se agradam de andarem por mim&lt;br /&gt;Meus olhos queimam com tantas cenas cruas&lt;br /&gt;Minhas mãos tremem e não sou mais criança&lt;br /&gt;Me sinto ridículo sendo tão vulnerável em alguns momentos&lt;br /&gt;Sabe, tem horas em que me sinto forte, mas, mudo muito&lt;br /&gt;Estou tão diferente de mim, de como era pra ti&lt;br /&gt;Tento não sonhar com o regressivo curso da vida,&lt;br /&gt;Tento enfrentar o futuro, o passado do mais além.&lt;br /&gt;O presente ausente no agora, pronto, passado.&lt;br /&gt;Queria ouvir Here there and Everywhere mais uma vez nos teus olhos&lt;br /&gt;Queria me chatear uma única vez quando me pedisse para que eu te penteasse&lt;br /&gt;Quero agora, tentando firmar toda a força que tenho n’alma,&lt;br /&gt;Querer apenas fazer o que seja certo.&lt;br /&gt;Queria poder contar com sua ajuda,&lt;br /&gt;Mas a lembrança do teu sorriso, das tuas palavras, da vida interminável&lt;br /&gt;Que ainda permanecem, assim como luz de estrela, deixadas por ti me acalmam&lt;br /&gt;Os passos tendem a ir para algum ponto, algum destino&lt;br /&gt;Vou lembrar do seu caminho, da partida interminável que continua sob a chuva&lt;br /&gt;Nos risos trêmulos para tentar finjir não sentir a dor, mesmo sem ar&lt;br /&gt;Quantas foram as horas em que te fiz bem? Menos do que as vidas que você fez a mim&lt;br /&gt;Não sei lidar muito bem com as pessoas, tenho medo delas, e um pavor de perde-las&lt;br /&gt;Acho que ririas de mim se me olhasse agora. Não sou um bom seguidor da tua luz, sou totalmente turvo. Mas minha mente tem tua luz, podes ter certeza, mesmo que viva na lembrança.&lt;br /&gt;Agora tremo e queria parar de escrever, mas são tantas as coisas que queria poder te dizer, neste momento não me sinto sozinho, mas gelo ao pensar em voltar a ficar.&lt;br /&gt;Sabia que eu não acreditava em anjos? Sabias que ainda não admito que acredito? Mas o que é então?&lt;br /&gt;Poucos dias após tua viagem, escrevi uma carta pra ti, não sei aonde foi parar. Hoje acredito que você a leu, e que levou contigo, transformou-a em luz e a guardaste na sua força.&lt;br /&gt;Não me pego mais chorando de dor, só na dor de tentar não te decepcionar&lt;br /&gt;Por isso que talvez eu continue a lutar. Não só por isso, também não só por ti, sabes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro incessantemente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“To lead a better life I need my love to be here...&lt;br /&gt;Here, making each day of the year&lt;br /&gt;Changing my life with a wave of her hand&lt;br /&gt;Nobody can deny that there's something there&lt;br /&gt;There, running my hands through her hair&lt;br /&gt;Both of us thinking how good it can be&lt;br /&gt;Someone is speaking but she doesn't know he's there&lt;br /&gt;I want her everywhere and if she's beside me&lt;br /&gt;I know I need never care&lt;br /&gt;But to love her is to need her everywhere&lt;br /&gt;Knowing that love is to share&lt;br /&gt;Each one believing that love never dies&lt;br /&gt;Watching her eyes and hoping I'm always there&lt;br /&gt;I want her everywhere&lt;br /&gt;and if she's beside meI know I need never care&lt;br /&gt;But to love her is to need her everywhere&lt;br /&gt;Knowing that love is to share&lt;br /&gt;Each one believing that love never dies&lt;br /&gt;Watching her eyes and hoping I'm always there&lt;br /&gt;To be there and everywhere&lt;br /&gt;Here, there and everywhere”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I’ll be with you here, there and everywhere.&lt;br /&gt;Mother,&lt;br /&gt;father,&lt;br /&gt;only family,&lt;br /&gt;my everything.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-115652545454686215?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/115652545454686215/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=115652545454686215&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115652545454686215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115652545454686215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/08/blog-post.html' title='...'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-115586042633333329</id><published>2006-08-17T19:19:00.000-05:00</published><updated>2006-08-17T19:20:26.346-05:00</updated><title type='text'>Se existe nexo é por acaso...</title><content type='html'>E nada mais será como antes e mais uma vez nada é como antes, e então tudo é como foi outrora. Tudo muda, e isso não muda.&lt;br /&gt;-Viva! Futebol!&lt;br /&gt;-Viva! Supervalorização de coisas tolas e que normalmente não teriam tanta, ou teriam nenhuma repercussão!&lt;br /&gt;-Viva! A fome continua assolando. Como sempre haverá de ser para que tenhamos medo das ruas, das casas, do escuro, do sob-sol, do centro, do espelho... Viva!&lt;br /&gt;Viva! Famílias que apenas se toleram para não quebrar o fantasma tão admirado de entidade confortante! Mais vivas!&lt;br /&gt;Vamos votar.   :S&lt;br /&gt;Viva! Pais de filhos ruins, de filhos bons! Vivam os filhos dos pais!&lt;br /&gt;Viva! Mães de filhos ruins, de filhos bons! Bons filhos da mãe!&lt;br /&gt;E que sigam no mesmo contexto tudo o que tende a ser deixado levar pela varreção que se finda abaixo do tapete mais próximo para iludir a paz que existe, pelo menos deveria.&lt;br /&gt;E que seja assim para sempre, desde que não no MEU sempre, pois disso tudo estou mais do que cansado. E que cesse a lábia infame dos que ainda tentam portarem-se como os donos da verdade – melhor dizendo, donos da verdade que melhor serve aos outros – e que não a seguem. Por que não seguem suas verdades! Mentira! Que cuspam sangue de si, sim, tumores da raça.&lt;br /&gt;Vivam as exclamações divagadas de forma banal assim como agora faço, e que vivam também os poucos que se dão conta de tal ironia.&lt;br /&gt;No entanto, rogo: Sobreviva, é muito diferente do que viver, é uma arte, uma passagem cativa desta roda-viva que de pertinente nada tem, mas na qual somos envolvidos imediatamente ao acordarmos, na qual somos alvo das confabulações ainda quando descansamos.&lt;br /&gt;Peço caridosamente que meu pai mude, que seus pais mudem; peço ardorosamente que eu mude, que vocês mudem, pois não podemos não fazer parte deste mundo sem de alguma forma fazer parte dele.&lt;br /&gt;Agora, sem mais tom de oração, de rogo...&lt;br /&gt;Queria poder ser mais de meu ar. Ser mais de meus olhos, mesmo que demasiadas vezes eu me tome por uma raiva por ser olheiro de um mundo tão cão.&lt;br /&gt;Queria tanto ter a certeza de que nunca cometerei o erro dos meus, mas não as tenho, apenas tenho fé de que isso comigo não será do mesmo jeito. Tenho uma certa pena de quem tem certeza de como será seu futuro. Eu poderia ter, mas o horror me impede de encara-lo em fronte. Legião visionária já superlota casas de sanidade por demais, não pretendo aumentar estatísticas, e a umidade da terra não me apetece por enquanto,vermes são demais para meu estomago, e não quero ser demais NO estomago deles... Cremação! Isso! Então um problema a menos.&lt;br /&gt;Me peguei divagando anteontem sobre qual a melhor idade para padecer em definitivo. Me encontrei na dúvida entre os 27 anos e os 33. Ambas datas totalmente rockstar, mas por fim me dei conta de que embora menos tempo, os 27 seria mais de acordo com meu jeito. Morrer aos trinta e três lembra o maior dos Astros Rock, mas; mas ele era hippie: Cabelo comprido desalinhado, barba disforme, sandálias de couro; demais para mim. (Vê-se até que ponto a ocidentalização religiosa pesa na mente das vítimas da idealização estética?)&lt;br /&gt;Fim-de-semana importantíssimo pela frente e em mim uma mistura de medo e ansiedade e dúvida e pavor e tremor e estômago congelado e PQP, coisas demais.&lt;br /&gt;Nos últimos tempos diversas vezes, realmente inúmeras pensei em atualizar isso aqui. Em vão. Estava devéras sem saber o que letrar, não sabia nada da real relevância do que escrevo, então, por fim hoje, me dei conta de que a relevância que deve ter é apenas para comigo mesmo. E caso alguém por acaso caia de para-quedas por aqui e resolva ler em dispêndio de seu tempo, então tudo bem. Se gostar do que escrevo, da maneira como escrevo, então tudo bem, que bom. Caso não goste do que escrevo, do modo como escrevo, então tudo bem. Mas por favor, pense! Mesmo que para me mandar a PQP. Estou ficando muito enojado de humanóides não pensantes. Fantoches do jogo da vida (Hyden? Putz, passado.), de quem só espera chegar a morte para parar de viver, embora não tenha vivido.&lt;br /&gt;Mudando um pouquinho uma frase: Gente burra tem que ser enterrada viva.&lt;br /&gt;E, para que pouco mude: Que comecem as mudanças!&lt;br /&gt;Amém!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-115586042633333329?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/115586042633333329/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=115586042633333329&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115586042633333329'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115586042633333329'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/08/se-existe-nexo-por-acaso.html' title='Se existe nexo é por acaso...'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-115393752581342862</id><published>2006-07-26T13:07:00.000-05:00</published><updated>2006-10-22T01:45:31.750-05:00</updated><title type='text'>Heil _!  (Sangue ingrato)</title><content type='html'>Por onde paira a calma quando mais se precisa?&lt;br /&gt;Quantas perguntas gostaria de poder fazer; se ao menos pudesse alguma resposta ouvir. Contemplo o que não há regra a firmar nem a me puxar do limbo porquanto são os raios de sangue que lume a inocente loucura.&lt;br /&gt;O eco do pensamento me cega, queria poder atacar com mesma raiva ávida com a que sou atacado e mesmo assim prosperar no jogo da vitória. Não passo de um burro correndo atrás da cenoura içada em minha frente por um caniço. Não passo de um tolo numa esteira atrás da forma que melhor servirá ao seu rótulo. Nada mais que um espasmo de ante vida.&lt;br /&gt;Será que o fardo cultural que carregamos como se fosse uma pena não pesa em cima dos escárnios de agonia que são trazidos à nós pelos problemas?&lt;br /&gt;Será que tendemos a ser da maneira que não queremos até o fim dos tempos? Será que continuarei na tolice de fazer perguntas diante ao abismo mesmo sabendo que as respostas não vencem a gravidade para me contemplar?&lt;br /&gt;Sem mais perguntas. Tomando o controle vou tentar apenas afirmar; visto então, de agora em diante vou continuar surdo pelo que vejo e regar os pútridos “afetos” do ditador com olhos de complacência enganosa, jogando o mesmo jogo que me é forçado a participar, mas nisso usando armas de outra realidade, da minha. Sem lágrimas rubras afagando minha face, agora apenas cristais da raiva agoniada que me fortalecerá.&lt;br /&gt;Oxalá, futuro passando e tomando ares de passado antes mesmo que por mim tenha passado. Passa tempo! Dorme agora e acorda quando eu lhe pedir.&lt;br /&gt;Destarte, acaso, rumo ao ponto certo me aprumo, rumo ao futuro incerto me deixo levar pelas águas e vento da sorte – coisa essa na qual não acredito, mas exemplifica melhor o sentido do que tento narrar - e que sejam jogados os dados no tabuleiro da perfeita ostentação do autocontrole.&lt;br /&gt;Salve!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Richtoffen, às vezes lhe admiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-115393752581342862?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/115393752581342862/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=115393752581342862&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115393752581342862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115393752581342862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/07/heil-sangue-ingrato.html' title='Heil _!  (Sangue ingrato)'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-115280542384573996</id><published>2006-07-13T10:40:00.000-05:00</published><updated>2006-07-13T10:51:31.106-05:00</updated><title type='text'>Sulfur</title><content type='html'>&lt;em&gt;Ocaso interpela a mente de poucos&lt;br /&gt;Dar-se-á por satisfeito com a mediocridade e dará seu sim a toda a possível desgraça, e reclamar depois é fato inútil, mas haverá de ousar e recorrer a este ato. Pois, sois médios.&lt;br /&gt;Enquanto poucos refletem a seguem no zelo de sua sanidade sem perder o real ato de ser humano em completo uso da palavra.&lt;br /&gt;Dar perola aos porcos é algo que não estou tendendo a fazer, apenas se fosse para rir de seus pensamentos fracos e rasos e breves e putrefatos e banais e... Argh! Difícil definir a demência.&lt;br /&gt;Vejamos o quanto estancam toda culpa complacente com atuações virtuosas que na verdade apenas a si faz bem Doações de si só se for ao caso de reembolso de atos pela receita federal da caridade.&lt;br /&gt;Roubam o doce dos idosos e bengalas das crianças enquanto a dança da gravidade os impossibilita de esmagarem-se contra a terra. Melhor voar, mesmo q atormentado pelos risos gravitacionais, escárnios de truão imbecil que finge afrouxar rédeas às quais nunca possuiu controle algum.&lt;br /&gt;Ao exílio ermo me disponho! Auxilio apenas a mim mesmo por enquanto, mas estarei melhor para tentar ajudar. Sou de pouco grado aos afagos libertinos dos pobres de espírito, mas sinto falta do tumulo festivo ao qual estava resignada a minha vida em outros tempos. Mas viver o passado é infame, então veremos o que acontece nalgum capitulo próximo. Primeiro ato disposto em folha a tempo, segundo ato correndo ofegante ao encontro de desfecho, terceiro ato imprevisível no qual mais imprevisíveis ainda serão os créditos da obra!&lt;br /&gt;Quebremos a perna enquanto os porcos surtam na insuficiência de suas vegetantes agonias imbecis a que chamam de vida.&lt;br /&gt;Vereis em fogo o circo, rubor e lágrimas não apagam. Vento suplicando não retrata. Despendio talvez faça esquecer.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-115280542384573996?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/115280542384573996/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=115280542384573996&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115280542384573996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115280542384573996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/07/sulfur.html' title='Sulfur'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-115247110338414775</id><published>2006-07-09T13:49:00.000-05:00</published><updated>2006-07-09T14:25:32.540-05:00</updated><title type='text'>Laschia me!</title><content type='html'>&lt;p&gt;“In questa tomba oscura...”&lt;br /&gt;!Inverossímil!&lt;br /&gt;Não pode ser&lt;br /&gt;Precipitação!&lt;br /&gt;Há de ser apenas um sonho ruim&lt;br /&gt;Quão arruinado já estou?&lt;br /&gt;Devo ter feito passagem ser saber&lt;br /&gt;Este brado ronca e me aflige&lt;br /&gt;Avisto o que nem veio a acontecer&lt;br /&gt;Acorde meu apuro&lt;br /&gt;Acorda minha lástima!&lt;br /&gt;Lacrimejo de inseguro&lt;br /&gt;Oh infortúnio, tarde a chegar.&lt;br /&gt;Aprontarei-me sem reclames&lt;br /&gt;Mas só quando convier&lt;br /&gt;Serei meta de seu afano&lt;br /&gt;Mas espere meu ruir&lt;br /&gt;Declarado o enterro&lt;br /&gt;De fantasmas desde aqui&lt;br /&gt;Toma teu rumo e espera&lt;br /&gt;Pois ainda não quero ir&lt;br /&gt;Vinde a mim quando pretendo&lt;br /&gt;Abstenho-me por enquanto&lt;br /&gt;Mas, no entanto ainda não entendo.&lt;br /&gt;O motivo de todo desencanto.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-115247110338414775?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/115247110338414775/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=115247110338414775&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115247110338414775'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115247110338414775'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/07/laschia-me.html' title='Laschia me!'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-115227634765512945</id><published>2006-07-07T07:44:00.000-05:00</published><updated>2006-07-08T00:19:24.950-05:00</updated><title type='text'>Delirium Tremens</title><content type='html'>Orgulhai-vos de seus préstimos e de sua cega subserviência.&lt;br /&gt;Corram atrás das falsas promessas de êxito pessoal, assim como um cão atrás de sue próprio rabo, até esvaírem-se em profundo colapso, cansaço.&lt;br /&gt;Goya disse que “O adormecer da razão gera monstros”. Acho que quando nossa razão hiberna, acabamos por nos tornar nossos próprios monstros, mesmo sem saber e nem poder conviver com isso.&lt;br /&gt;Perca a razão, orgulho idem; sua mente, ibidem. Assim facilitará a transmutação.&lt;br /&gt;Ao deparar-se com o que outrora foi humano, você poderá dar-se por si de uma maneira amorfa, sem refletir, enfadonha, sustentando em mãos um tacape para confrontar tudo o que lhe tente abrir os olhos e avivar sua razão.&lt;br /&gt;Meu conselho é que ao ver tudo perdido, homenageie o que já foi vida: Cianureto de ouro fechará com chave de Midas e fará com que pelo menos o final tenha alguma expressão, razão, dignidade...&lt;br /&gt;Assim nascerá um santo. Um santo ateu; mais um mártir de sua própria vida, entre tantos.&lt;br /&gt;- Sr. Saturno, seu filho está no ponto certo? Um pouco do sangue de algum cristo para acompanhar?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-115227634765512945?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/115227634765512945/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=115227634765512945&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115227634765512945'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115227634765512945'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/07/delirium-tremens.html' title='Delirium Tremens'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-115147731154704586</id><published>2006-06-28T01:44:00.000-05:00</published><updated>2006-06-28T01:52:22.303-05:00</updated><title type='text'>Esfinjes</title><content type='html'>Apenas os mais fortes perduram e a eles pertence o reino da terra.&lt;br /&gt;Fraquezas, debilidades, limitações em geral todos tem. Agora, expo-las é critério de cada um. Pretendes ser alguém ou manter a estagnação que o estigma da limitação lhe retrata?&lt;br /&gt;E foi pensando nisso que criamos o moderníssimo e revolucionário programa de auto-conf...&lt;br /&gt;Brincadeira.&lt;br /&gt;Somos os que fazemos acreditar que somos, o que parecemos.&lt;br /&gt;Nisso, por piores que estejamos por dentro diante das faces do nosso estado emocional, podemos fazer uso de nossa magistral inventibilidade e improviso para que nossas máscaras subam e que assim sejamos vistos sempre impecáveis, inatingíveis e perfeitos. E não, dar motivos para que os outros amenizem suas frustrações fazendo alusões, comentários ou apenas refletindo (normalmente comentam, nos repudiam) de que: “Olha, eu tenho problemas, mas estou assim, já, ele (a) sucumbiu aos seus problemas e está daquele jeito”.&lt;br /&gt;Decidi que se alguém quiser me usar como parâmetro para algo ruim ou que amenize suas ignorâncias será apenas se baseando em algo que eu venha a compor literariamente (talvez algum livro no futuro, ou filme, ou papel higiênico com historinhas...), mas, usar minha pessoa, jamais!&lt;br /&gt;Sou um poço de virtudes, e sou um poço de incontáveis defeitos, mas, isso já é o máximo de mim que informo. Em suma, sou humano, talvez.&lt;br /&gt;Posto isto. Agora começa o baile de máscaras e neste baile não sou alvo, pretendi ser a arma, como defesa, ou como ataque.&lt;br /&gt;Tomo fôlego e brindo com oxigênio esta inspiração!&lt;br /&gt;Abrando meus males por fora, por dentro não importa como estão. Agora, sou mais uma vitrina bem composta do que uma bula de mim mesmo. Agora aprendi a ser eu mesmo. Espero que sim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-115147731154704586?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/115147731154704586/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=115147731154704586&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115147731154704586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115147731154704586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/06/esfinjes.html' title='Esfinjes'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-115118107758952414</id><published>2006-06-24T15:28:00.000-05:00</published><updated>2006-06-24T15:31:17.600-05:00</updated><title type='text'>Momentos</title><content type='html'>Existem alguns momentos raros e de total pertinência em que mesmo que não se esteja em completa harmonia consigo mesmo as coisas se transmutam e você se vê em total gozo de alma por estar se sentindo bem.&lt;br /&gt;São vacilos da depressão que deixa uma crescente e firme possibilidade de completa realização de estar como se está.&lt;br /&gt;Após algum, tempo sem se deparar com pessoas que fazem com que você seja você mesmo, que são sua família (família de verdade, não a de sangue) então tudo é perfeição.&lt;br /&gt;Para que sentir falta de algo que mesmo não presente é mais vivo do que muitas vezes você mesmo?&lt;br /&gt;Viva a família de verdade! Viva a roda viva que mesmo algo não constante ela não consegue mudar!&lt;br /&gt;Para estes momentos de total satisfação nada se embate, nada interfere, nada se sobrepõe e nem se iguala!&lt;br /&gt;Queremos ser quem somos! Queremos lembrar o que fomos, queremos ter fome de futuro, queremos a proteção de ter um rumo!&lt;br /&gt;Somos o que somos e nada vai mudar. Viemos de onde não importa, o que importa é este momento real tão similar ao sonhar!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-115118107758952414?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/115118107758952414/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=115118107758952414&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115118107758952414'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115118107758952414'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/06/momentos.html' title='Momentos'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-115098745920656278</id><published>2006-06-22T09:42:00.000-05:00</published><updated>2006-06-22T09:44:19.216-05:00</updated><title type='text'>Di pronto!</title><content type='html'>&lt;em&gt;Não me embriago dia após dia&lt;br /&gt;Brindo aos préstimos do último ato.&lt;br /&gt;Já li sua sinopse na cartilha&lt;br /&gt;Dele entendi que será algo tão surpreendente quanto uma lágrima por dor. E também tão certeiro e definitivo como a mesma.&lt;br /&gt;A Rubra cortina se abre, la, quieto, e em palidez do espectro de ser que é, ele se encontra&lt;br /&gt;Suas costas, arqueadas pelo peso que por tanto carregou.&lt;br /&gt;Mas seus lábios desbravam pela última vez um sorriso; sorriso de redenção.&lt;br /&gt;Liberdade! Quimera que tanto aspirei, janela que por entre jamais avistei. Árvore que fruto colhi, mas não fui eu quem plantei.&lt;br /&gt;E este foi o último pensamento do vivente.&lt;br /&gt;Alma ardente que afaga sua paz.&lt;br /&gt;Me torne algo morto e mais viváz!&lt;br /&gt;Vivi como se tivesse o tempo todo vegetado.&lt;br /&gt;Morri e pela primeira vez declarado: Inocente!&lt;br /&gt;Dentro remanescia um pensamento: Este seria o fim de uma alma? Seria o fim de todo o clã? Seria o começo de algo? Talvez, apenas a confirmação de que o “nada” não existe e nem nunca existiu.&lt;br /&gt;Com certeza, quase toda. Libertação.&lt;br /&gt;A maior utopia que se tem é a de que se vive. Na verdade só se encena em uma peça escrita por alguém (moral/ética) que não fazia a mínima questão de que fosse um espetáculo.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Existam...&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-115098745920656278?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/115098745920656278/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=115098745920656278&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115098745920656278'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115098745920656278'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/06/di-pronto.html' title='Di pronto!'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-115083073823235107</id><published>2006-06-20T14:10:00.000-05:00</published><updated>2006-06-20T14:12:18.243-05:00</updated><title type='text'>No midia</title><content type='html'>A abstração dos momentos insones me corrompem os sentidos&lt;br /&gt;Agora me vejo de cima de mim em espreita de desatinos mal sucedidos para me aventurar em mais dor propositada para pagar minha pena pela culpa de não gostar de mim&lt;br /&gt;Mas, por que deveria?&lt;br /&gt;Por que é que pairam as histórias na proximidade de seus acontecimentos se na verdade uma história boa é única e exclusivamente uma história de desgraça?&lt;br /&gt;Não pretendo jogar migalhas de pão aos corvos no parque da conectividade, por isso, me abstenho momentaneamente ao individualismo da mundo real (Sendo ele real ou não, não me importo)&lt;br /&gt;Só agora percebo que os cortes da linha do tempo se fundiram há muito tempo e deles apenas sobraram graves sulcos aonde deveramente tropeçamos e damos com nossas fuças no chão. Não sei se levantar é o melhor, pois “levanta pra cair de novo” não é algo lá muito encorajador; seria melhor ficar de acordo com o tombo e nele sucumbir de vez ou talvez a estada no chão apenas seja pretexto para ser atropelado e tudo então findar-se resumidamente em um suspiro de adeus?&lt;br /&gt;Não sou poeta, não sou escritor, não sou crítico, não sei quem sou. Não sou humano, não sou politico, não sou maléfico, então me diga por que é que aqui estou!&lt;br /&gt;Abram as portas do inferno para que eu possa sair! Aqui está quente demais!&lt;br /&gt;Existam!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-115083073823235107?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/115083073823235107/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=115083073823235107&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115083073823235107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/115083073823235107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/06/no-midia.html' title='No midia'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-114968901929864303</id><published>2006-06-07T08:59:00.000-05:00</published><updated>2006-06-07T09:03:39.316-05:00</updated><title type='text'>Sem rumo</title><content type='html'>Tem dias em que não sei ao certo do que gosto e do que pra mim é indiferente&lt;br /&gt;Sinto-me vulnerável em alguns momentos&lt;br /&gt;Passo por entre a neblina da solidão e nela me perco&lt;br /&gt;Ouço vozes próximas, mas não tenho condições nem motivos pra chamá-las&lt;br /&gt;Sou então, nesses momentos apenas um arremedo de algo que talvez seja uma pessoa.&lt;br /&gt;Um esboço assimétrico e mal elaborado de gente&lt;br /&gt;Não me pertenço, mas sim ao vazio.&lt;br /&gt;Me entumece a calma, me persiste cegando minha alma.&lt;br /&gt;Há dias em que não expresso nem alegria, nem mania, nem tristeza e nem morte momentânea.&lt;br /&gt;Apenas flutuo no espaço entre um respirar e um piscar de olhos, no nada.&lt;br /&gt;Essa presença ausente é minha única companhia, nem eu mesmo me acompanho.&lt;br /&gt;Penso em diversos motivos para desligar o filme&lt;br /&gt;Mas, o diretor repreende o ator, e o força na continuidade.&lt;br /&gt;Não escrevo e nem desenho, não relato, nada tenho.&lt;br /&gt;Apenas toco as teclas solenes e frias, para que meus dedos consigam expressar teclas tecladas e nada mais.&lt;br /&gt;Não tenho inspiração, tenho apenas tensão, a tensão de não dar a mim mesmo nenhuma atenção.&lt;br /&gt;Que se foda a normalidade, não mais a invejo, apenas espero acordado a minha vida também reacordar, para depois degustar dos prazeres insanos aos quais me banho e seguir postando em minha face um template invejável para que todos digam: “oh, como ele está bem!” Realmente estou, estou sempre bem, bem, bem vazio...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existam! (podem fingir, convencer a si mesmo é o primeiro passo para que se torne realidade.)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-114968901929864303?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/114968901929864303/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=114968901929864303&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/114968901929864303'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/114968901929864303'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/06/sem-rumo.html' title='Sem rumo'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-114943912241954187</id><published>2006-06-04T11:35:00.000-05:00</published><updated>2006-06-04T11:38:42.426-05:00</updated><title type='text'>Saudades do que não conheço</title><content type='html'>Uma ultima conversa é tudo que peço&lt;br /&gt;Só mais uma&lt;br /&gt;Prefiro que seja eterno este papo&lt;br /&gt;Quero tanto parar na vida, no tempo, na morte.&lt;br /&gt;O que quero é diferente do que posso, pois tudo posso.&lt;br /&gt;Alforrio agora a moral,&lt;br /&gt;Liberto agora sua culpa&lt;br /&gt;Transgrido de hora sua calma&lt;br /&gt;Recaio agora no cansaço&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por onde andaste na eternidade que por mim passou?&lt;br /&gt;Queria tanto ter te visto antes de ter perdido a dor do amor&lt;br /&gt;Por que o medo habita as ondas da paixão nem desconfio&lt;br /&gt;Sou tão ciente da vida que admito não conhece-la&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantos vieram ingratos a mim naqueles dias&lt;br /&gt;Quantos eram demais a atear o fogo&lt;br /&gt;Poucos seriam o bastante para findar esta alma&lt;br /&gt;As outras de resguardo estão,&lt;br /&gt;A espera é uma constante estação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinto tanto sua falta, que sofro por não saber se existes.&lt;br /&gt;Falo agora contigo que nunca me ouvirás&lt;br /&gt;Prego a constante obstante do que nunca serás&lt;br /&gt;Livre alma paira sobre o que nunca houve&lt;br /&gt;Instante, por favor, perdure!&lt;br /&gt;Revoltante é a história que não posso inventar&lt;br /&gt;Não quero o conhecimento&lt;br /&gt;Quero o controle.&lt;br /&gt;Degole-me a falta de razão&lt;br /&gt;Já me sinto cansado por tanto lutar em vão...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-114943912241954187?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/114943912241954187/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=114943912241954187&amp;isPopup=true' title='6 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/114943912241954187'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/114943912241954187'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/06/saudades-do-que-no-conheo.html' title='Saudades do que não conheço'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-114939033173383721</id><published>2006-06-03T22:01:00.000-05:00</published><updated>2006-06-03T22:05:31.743-05:00</updated><title type='text'>Confinamento</title><content type='html'>O tempo é o maior desastre do dia&lt;br /&gt;O desastroso é que ele não para, não erra.&lt;br /&gt;A camisa de força e a veia atingida são as melhores maneiras de avançar na maquina do tempo, daí ele voa.&lt;br /&gt;O descontrole é o melhor amigo dos viajantes do tempo. Se contassem milhas cada viajem todos os “normais” teriam diversas voltas ao mundo de graça, ainda mais porque nós “normais” temos um mundo só nosso.&lt;br /&gt;A particularidade de nossa angustia nos exalta em pulos contra o centro da terra e de lá contraímos cegueira para as anormalidades dos ditos sãos&lt;br /&gt;Chega de pedágios na fronteira! A fronteira da loucura deve ser livre e despoliciada&lt;br /&gt;Se continuarem cortando nossas asas no cativeiro haveremos de organizar complôs – se em São Paulo dá por quê que no São Pedro será de ser diferente?&lt;br /&gt;O espelho reflete algo que sabemos não ser nossa realidade, ele nos imobiliza para que ponham mascaras em nós, então está certo quebra-los!&lt;br /&gt;Será que irão diluir a falsa normalidade e nos enfiar guela abaixo? Será que cairemos a um ponto tão baixo?&lt;br /&gt;Algum dia comandaremos livre o nosso pensar e poderemos mostrar nossa supremacia, ou continuarão a nos atar os braços em volta do corpo para impedir que nos organizemos e fiquemos fortes?&lt;br /&gt;Me digas “realidade”, o que queres de mim?  Deverei me tornar gado, deverei ficar vulnerável e a postos para seus cortes?&lt;br /&gt;Terei de seguir regras banais e livros sagrados ou algum dia irás me deixar em paz?&lt;br /&gt;Espero poder voltar a respirar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existam! (pelo menos tentem...)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-114939033173383721?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/114939033173383721/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=114939033173383721&amp;isPopup=true' title='8 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/114939033173383721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/114939033173383721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/06/confinamento.html' title='Confinamento'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-114935822699332924</id><published>2006-06-03T13:08:00.000-05:00</published><updated>2006-06-03T13:10:27.003-05:00</updated><title type='text'>Apelo</title><content type='html'>Essa desordem é o que chamam de realidade&lt;br /&gt;Por isso sou feliz, por ter perdido minha sanidade&lt;br /&gt;Por poder voar no que penso, de um instante a eternidade&lt;br /&gt;Por não ser conivente, com tanta gente doente, penando em maldade.&lt;br /&gt;Admito minhas fugas e instinto deturpado.&lt;br /&gt;Alimento-me do que me faz bem, meu sangue é minha verdade.&lt;br /&gt;Alheio aos prantos que deturpa o meu pensar.&lt;br /&gt;Sou novo neste jogo, mas já desisti de jogar.&lt;br /&gt;Minha alma não se corrompe, para mim, eu já me basto.&lt;br /&gt;Enquanto retumba pela noite o desespero dos realmente acordados&lt;br /&gt;Somos nosso pensar, somos nossa voz.&lt;br /&gt;Não pretendo jogar, quero apenas minha paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voz, me sustente o corpo.&lt;br /&gt;Não sei se posso continuar&lt;br /&gt;Sinto-me fraco para prosseguir&lt;br /&gt;Quero tentar, mas temo não mais conseguir...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existam!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-114935822699332924?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/114935822699332924/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=114935822699332924&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/114935822699332924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/114935822699332924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/06/apelo.html' title='Apelo'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-114930470507748905</id><published>2006-06-02T22:16:00.000-05:00</published><updated>2006-06-02T22:18:25.090-05:00</updated><title type='text'>Até quando?</title><content type='html'>Acabem com os clichês banais!&lt;br /&gt;O muro tem que cair!&lt;br /&gt;As mentes putrefatas têm que ceder!&lt;br /&gt;Não há mais espaço para tanta idiotisíncrase lastimável!&lt;br /&gt;Vamos abrir portais para libertar os demônios deste inferno em que o mundo se transformou; coitados, não merecem essa coisa horrível!&lt;br /&gt;Se isso tudo perdurar o futuro será apenas uma mancha na imaginação dos passados, e só restarão os retrógrados que insistiram no bom senso, porém estes serão tratados como loucos. Espero que não haja fogueiras para nos consumir por todo, mas, acho que é quase certo que haverá. As chamas da ignorância não perdoam, e tentam o tempo todo acabar com todo o bom gosto que se aproxima tal as cinzas de um vulcão.&lt;br /&gt;“Te amo do fundo do meu coração”??&lt;br /&gt;Desde quando coração tem sentimento? Coração tem sangue, bombeia e... Só!&lt;br /&gt;“Quando te vi senti um frio na barriga”??? Por acaso ta com a pança “carcada” na geladeira?&lt;br /&gt;Ahhh, não agüento tanto adjetivismo e alusões desnecessárias para definir coisas tão puras e que deveriam ter mais alma, pois essa sim porta todas as reais emoções. Mas nada é perfeito, pelo contrario, quase tudo é imperfeito!&lt;br /&gt;Vivo me deparando com temas totalmente fora de meu léxico, mas, não consigo ficar quieto, não me contendo apenas com uma critica pessoal e reflexiva, portanto, cá estou.&lt;br /&gt;Vejo o mar.... Vejo o tsunami... Vejo algum filho da puta insípido sendo sugado para dentro... Acordo... Amanheço feliz por tão agradável sonho!&lt;br /&gt;Bom dia mundo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existam!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-114930470507748905?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/114930470507748905/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=114930470507748905&amp;isPopup=true' title='10 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/114930470507748905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/114930470507748905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/06/at-quando.html' title='Até quando?'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-114886477757260900</id><published>2006-05-28T20:03:00.000-05:00</published><updated>2006-05-28T20:06:17.580-05:00</updated><title type='text'>Rito</title><content type='html'>A única regra é infringir todas as regras!&lt;br /&gt;Afinal, nascemos com asas para quê?&lt;br /&gt;Cruzamos barreiras fantásticas de sobrevivência e nos tornamos puro potencial, e nisso, diversos espectros de seres, rascunhos de agrado se dissolvem no nada deixando de evoluir!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Cruzai-vos os braços e esperem a morte chegar!”&lt;br /&gt;Isso é algo que se faça?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deveriam ter nascido ruminantes para importunar as moscas da aflição que cerca a nós imortais. Não estou fazendo alusão contraria ao nadismo, mas sim aos praticantes do ativismo inútil! Vivem, sofrem, envelhecem, &lt;em&gt;artriteseiam&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;artroseeiam-se&lt;/em&gt; no limbo eterno da insatisfação enquanto a vida os passa, enquanto o cavalo passa encilhado pelo única vez. Seria melhor ter passado a vida na inutilidade construtiva – construtora apenas de ideais e bandeiras a defender caso fosse o caso. O apenas foi usado de uma maneira não pejorativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proponho um ritual de libertação aos inúteis ativos que movem o mundo: Olhai-vos uns aos outros e mandai-vos todos à merda pelo menos três vezes ao dia, após, rogar em vão o alvo maximo de suas crenças espirituais, e por ultimo, durmam um pouco mais tarde na primeira semana&lt;br /&gt;Medicação SE NECESSÁRIO: Vodka e algum comprimido (pode ser um torrão de açúcar, pois vocês estão acostumados a se enganarem)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh gado, pasta enquanto não chega sua hora! Mas o abate virá!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus semelhantes,  logo os holofotes estarão ligados, logo as cortinas se abrirão! Em breve o vôo será começado, e a eternidade é apenas o inicio!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A noite é uma vaca preta”  ---- Isso sim é que é poesia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existam!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-114886477757260900?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/114886477757260900/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=114886477757260900&amp;isPopup=true' title='9 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/114886477757260900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/114886477757260900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/05/rito.html' title='Rito'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-114876573416413980</id><published>2006-05-27T16:32:00.000-05:00</published><updated>2006-05-27T16:35:34.173-05:00</updated><title type='text'>Co-existência</title><content type='html'>Como tema de diversas conversas entre mim e minha turma insone e alvo de inúmeras represálias os EMOs merecem atenção, mesmo q seja esta atenção apenas o desperdício de nosso tempo pensando em como deveríamos encarar esse mundo tomado pela superficialidade e drama “no sense” por atitude poser sensível (veja bem, não sou contra posers, apenas contra emo poser).&lt;br /&gt;Será que pedirão cotas?&lt;br /&gt;Gritarão aos sete ventos seus pedidos de alforria e se libertarão da futilidade ou insistirão na imbecilidade e exigirão igualdade?&lt;br /&gt;Inseticidas seriam eficientes se não fosse a incrível capacidade desses seres de se camuflar em meio ao todo, ao povo (esse q por sua vez não é nada demais, porem não é nada de menos também; apenas irrelevante e digno de pena - Povo é feito para ser alvo de discursos políticos e nada mais).&lt;br /&gt;Talvez esteja fora de meu léxico julga-los, mas, talvez não esteja...&lt;br /&gt;Prefiro ser direto acerca daquilo que penso do que fazer simples alusões subliminares para ser mais ameno! Escória é apenas figuração desnecessária neste mundo que já está mais atrolhado do que deveria.&lt;br /&gt;O mesmo poderia dizer de góticos fashion, de rebeldes sem causa e sem calça, de ativistas da pratica de ser intelectualóide, de repolhos sanguinários que atacam Tókio, De bombinhas-e-fadinhas-e-peixinhos-e-avós_fazendo_caretas no orkut.&lt;br /&gt;Se houvesse como enviar scrap com antrax seria tão bom... até sonhei com isso!&lt;br /&gt;Oh realidade! Por que voltaste a me assombrar???&lt;br /&gt;Mas isto é assunto para algum próximo post!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existam!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-114876573416413980?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/114876573416413980/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=114876573416413980&amp;isPopup=true' title='9 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/114876573416413980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/114876573416413980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/05/co-existncia.html' title='Co-existência'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28507267.post-114825287209880878</id><published>2006-05-21T22:04:00.000-05:00</published><updated>2006-05-21T18:07:52.110-05:00</updated><title type='text'>resenhas do princípio</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Bula&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Almejo transgredir cominhos que minhas almas já percorreram&lt;br /&gt;Abraçar proporções tratadas pelas almas que outrora já vislumbraram meu ser e evadiram&lt;br /&gt;Arriscar o salto no precipício do costumeiro, e não cair.&lt;br /&gt;Pretendo visualizar inexistentes imagens e sons, e ignorar o asqueroso real.&lt;br /&gt;Cuspirei nos olhos dos mais tolos, rasgarei a garganta dos pacíficos e beijarei os que não temem ver o lado que ditatorialmente inssisto como realidade - a minha.&lt;br /&gt;Começo agora a travar a batalha que atingirá a putíce da monotonia e a queimará; para depois jogar suas cinzas sobre as rosas, tolas, mas simbólicas, pois politicamente, manterei alguns abitos vivos, ou pelo menos digo que não porei fogo em toda Roma de uma só vez.&lt;br /&gt;Instituo lealdade a mim mesmo e aberta a temporada de caça aos idiotas.&lt;br /&gt;Aviso que o Forte é maciço de ira e lagrimas de fogo, e que todas as armas serão lidas, pois para tolerar algum possível inimigo é preciso conhecê-lo, por mais que o asco me diga que não devo; persistirei.&lt;br /&gt;Diga ao povo que... povo é povo, e que gente não presta.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Aos que vivem&lt;/em&gt;, seguem normas, leis éticas e razões subliminares apenas cedo a sola de minhas botas às suas faces.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Aos q existem&lt;/em&gt;: Meus parabéns!&lt;br /&gt;Segue a máxima do enigma da Esfinge: "Decifra-me ou...”.&lt;br /&gt;Faça o que quiser, pois o seu "livre" pensar (você acha que) é todo seu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28507267-114825287209880878?l=zleepwalker.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zleepwalker.blogspot.com/feeds/114825287209880878/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28507267&amp;postID=114825287209880878&amp;isPopup=true' title='7 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/114825287209880878'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28507267/posts/default/114825287209880878'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zleepwalker.blogspot.com/2006/05/resenhas-do-princpio.html' title='resenhas do princípio'/><author><name>ZLEEPWALKER</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01119732488220503118</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry></feed>
